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quinta-feira, 29 de setembro de 2016

A máfia da saúde está mais perto de você do que imaginas...

Imagem apenas ilustrativa ao conteúdo do texto
O homem nasce sem vergonha.

Em alguns momentos chego a pensar que o ser humano nasce desumano, alguns evolui para o estágio de humano e outros permanecem no estágio de origem com desqualificadoras agravantes.

Os meios de comunicações hoje existentes, com uma rapidez incrível e o campo de abrangência também incalculável, me permite conhecer fatos que no passado muitos não chegavam ao meu conhecimento. Vejo e escuto casos de corrupções nos “quatro cantos do mundo”, crimes bárbaros, hábitos e costumes já mais imagináveis para nossa cultura e por aí vai.

Recentemente li em um desses portais desqualificados socialmente, isso mesmo, desqualificado, já que não consigo entender porque um grupo ou uma pessoa se dedica a comunicação nas redes sociais só para defenderem bandidos amigos ou condenarem bandidos opositores, uma vez que seria muito mais útil defenderem a sociedade e denunciarem os bandidos. Afirmou esse portal que um médico estava envolvido juntamente com outros parceiros em um escândalo de aquisição de material (OPME) de uma determinada distribuidora de um fabricante multinacional e levando aí uma grana preta para suas contas particulares. Isso não é novidade para ninguém, aqui nesse mini blog tem outras manifestações minhas e antigas sobre esse assunto. Faz décadas que essa prática é comum de cirurgiões exigirem uma determinada prótese de um referido fabricante e receber desse fabricante uma comissão altíssima costumeiramente. Certamente a Polícia Federal não tem nenhuma dificuldade para chegar aos suspeitos, difícil no Brasil é reunir provas, já que qualquer bandido é inocente até que se prove o contrário e é aí que a coisa complica, é preciso muita cautela para não malhar em ferro frio.

O sujeito é profissional de nível superior, tem boa formação doméstica, vive em padrões privilegiados para o Brasil, mas não se contenta em viver honestamente, tem tara para ganhar muito dinheiro fácil. Entre tantas máfias aqui existentes, essa é só uma dentro de um segmento, a saúde. Essa turma não tem limites e para se chegar ao ponto de investigar e punir só graças ao descaramento de alguns envolvidos que de forma escrachada não se contentam com o muito que tem, querem muito mais.

Imagem ilustrativa captada de: http://imprensalivrers.blogspot.com.br
A equação é simples: Você tem uma doença ou sofre um acidente e precisa colocar uma determinada prótese, até aí tudo normal, não estou me referindo aos procedimentos desnecessários, esses são outra modalidade de crime com agravante, pois bem, o médico faz um orçamento do que vai precisar de material e indica o fabricante, o fabricante por sua vez quando definiu o preço do produto já embutiu o valor que será repassado para o solicitante, mesmo que esse solicitante não queira receber seu percentual mas apenas seus honorários de direito, o valor está ali e beneficiará o fabricante ou distribuidor caso ele não queira receber essa comissão, simples assim, o consumidor de forma direta ou indireta vai pagar. A maioria dos fabricantes tem uma rede de parceiros solicitantes de seus produtos nas principais cidades do Brasil que tenham centros cirúrgicos especializados bastante sólida. Muitos dos beneficiados recebem em dinheiro vivo sem dar recibos, outros fornecem até notas fiscais das famigeradas empresas de consultorias, essas são verdadeiras máfias para esquentar tais sujeiras, legalizar a origem podre do dinheiro recebido. Se enganam aqueles que pensam que o alvo principal é o SUS, planos de saúde e pacientes particulares com grande poder aquisitivo são os principais alvos. Quando envolve o plano de saúde a operação logística é mais complicada e envolve mais pessoas ao crime. Nessa brincadeira temos médicos, distribuidores, indústrias, representantes comerciais, auditores e outros funcionários de serviços de saúde se tornando milionários no Brasil. Só um exemplo: Uma cirurgia que custa de material (OPME – Órteses, Próteses e Materiais Especiais) 100.000,00, facilmente de 15.000,00 a 25.000,00 vão parar no bolso do solicitante desse material, repassados pelo distribuidor e fabricante. É impressionante quando eles sentam à mesa de negociação, é uma rodada de negócios de uma mercadoria qualquer, sem nenhum princípio ético. Não podemos esquecer que as unidades hospitalares estão envolvidas e sabendo da existência dessa máfia dentro de suas dependências e cobram sua parte de qualquer forma.

A PF vai chegar a muitos desses criminosos, alguns bandidos irão se esconder um pouco, outros irão aumentar seus preços por conta das investigações e pouquíssimos irão parar de fazer para começar a trabalhar com honestidade. Afinal honestidade não é a perseguição da humanidade naturalmente, ela se firma por uma série de princípios, não naturalmente por sermos humanos, são outros valores que adquirimos a partir da formação da personalidade até a maturidade que nos faz enxergar a importância de sermos honestos e éticos.

Recomendo para quem tem curiosidade ler informativos sobre um caso recente:




Texto escrito por Teófilo Fernandes, cidadão comum que escreveu o que pensa, uma posição especificamente pessoal e sugestiva para quem queira investigar.

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Biotrinik apresenta marcapasso de última geração

Para pacientes do SUS no XIX Congresso Cearense de Cardiologia.Equipamento especial permite a realização de exames de ressonância magnética.

Cerca de quinhentos pacientes de hospitais da Rede Pública de Saúde de todo País já receberam o implante do Entovis ProMRI®, um marcapasso de última geração, antes disponível apenas ao serviço privado. O Dispositivo Cardíaco Eletrônico Implantável Condicional para Ressonância Magnética foi redesenhado e aprimorado para permitir o acesso a este diagnóstico de alto padrão. A novidade foi apresentada no XIX Congresso Cearense de Cardiologia, nesta semana, em Fortaleza.

O SUS não cobre os custos deste produto diferenciado, mas a Biotronik, a primeira empresa a disponibilizar a tecnologia no Brasil, estendeu o benefício aos usuários da rede pública. Assim, um paciente do SUS tem a disposição a mesma tecnologia que um paciente de convênio. Hospitais de cerca de 30 cidades, de diversos Estados, já realizaram implantes do novo equipamento.

Nos Estados Unidos, mais de 70% dos exames de ressonância magnética são realizados no cérebro, extremidades e espinha dorsal, exame contraindicado ao portador de um marcapasso comum. Estima-se que um exame de RM seja solicitado para 17% dos portadores de marcapassos no intervalo de 12 meses após o implante.

O cardiologista Otaviano da Silva Junior, que já realizou um implante do novo dispositivo, ressalta que esta inovação tecnológica é fundamental para a eficiência de vários tratamentos. O médico do Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Triângulo Mineiro explica que o marcapasso convencional apresenta riscos potenciais que contraindicam a realização da ressonância, como danos ao tecido cardíaco, deslocamento do eletrodo, falha no funcionamento do dispositivo com risco de desprogramação e desenvolvimento de arritmias.

Com esta estratégia a empresa quer mostrar a necessidade de investimentos em eletroterapia cardíaca no Brasil. No ano passado, foram implantadas pelo SUS 20.363 unidades de marcapassos, uma queda de 4% na comparação com 2011. Não há uma política pública especial para o atendimento dos pacientes que precisam do equipamento. O SUS não prevê uma verba específica para o implante, que se encontra na categoria de “Alta Complexidade”, cuja classificação engloba outros procedimentos. Cabe a cada município e hospital administrarem o valor encaminhado pelo governo federal, o que limita que os pacientes tenham acesso a estes dispositivos. Outro fator é o número reduzido de médicos especializados na área: esta é uma área carente de profissionais.

O valor médio do implante de um dispositivo corresponde ao custo de quatro dias de UTI na rede pública, segundo dados do Ministério Público de Contas do Distrito Federal. Se relacionarmos o custo do marcapasso com os anos que ele pode durar, o custo diário fica mais barato que uma aspirina. A taxa de implante de marcapasso no Brasil é de quatro a cinco vezes mais baixa do que em outros países, inclusive quando comparado com os países latinoamericanos.

“Pela ética e compromisso da Biotronik com o mercado brasileiro, não poderíamos deixar também de oferecer aos pacientes do SUS um produto com tais benefícios, que possibilita diagnóstico fundamental para disciplinas como Oncologia, Ortopedia e Neurologia, principalmente”, afirma o diretor geral da Biotronik no Brasil, Daniel Santos.

Biotronik-Uma das líderes de dispositivos médicos cardiovasculares, a Biotronik está presente em mais de 100 países. Desde o desenvolvimento do primeiro marcapasso em 1963, lançou vários produtos inovadores no mercado - incluindo o sistema de monitoramento remoto Home Monitoring® em 2000 e o primeiro cadioversor-desfibrilador implantável para insuficiência cardíaca com tecnologia ProMRI®, aprovada para exames de ressonância magnética em 2012. Este ano a BIOTRONIK está celebrando mundialmente seu 50º aniversário

Linha de produtos Dr Dukan chega ao Brasil

Com alimentos à base de farelo de aveia, está disponível nova linha de produtos da Dieta Dukan em sua loja online.

Com o objetivo de ajudar os seguidores da Dieta Dukan a se manterem fiéis ao método e oferecer novas opções saudáveis para o cardápio dos brasileiros, chega ao Brasil uma nova linha de produtos assinada Dr Dukan, do médico nutrólogo francês que ficou conhecido por emagrecer personalidades como Kate Middleton, Jennifer Lopez e Pennélope Cruz.

A nova linha de produtos será vendida na loja online www.lojadietadukan.com.br e é composta por barras de farelo de aveia, sabor mel e cacau com avelã, biscoitos de farelo de aveia, sabor avelã, coco e chocolate, e o farelo de aveia, item indispensável para quem segue o método Dukan e, considerado com um dos alimentos determinantes para o sucesso da dieta.

Seguindo o sucesso dos produtos em outros países como EUA e França, os ingredientes foram cuidadosamente adaptados ao paladar brasileiro e selecionados para combinar sabor e saúde em uma única fórmula.

A grande novidade dos produtos Dr Dukan está em sua composição. A linha Dr. Dukan é essencialmente produzida à base do farelo de aveia, alimento capaz de reduzir os níveis de colesterol, proteger o organismo contra o diabetes e câncer de cólon e com importante efeito emagrecedor durante a dieta.

Com uma moagem e peneiração especializadas, o Farelo de Aveia da linha Dr Dukan explora ao máximo a funcionalidade de cada grão mantendo suas propriedades nutricionais sem perder a eficácia e colaborando para a nutrição e boa forma.

Os Biscoitos e Barras de Farelo de Aveia são uma ótima opção para saciar a fome inesperada a qualquer hora, já que os produtos não contém adição de açúcares e são compostos por 60% e 45% de farelo de aveia, respectivamente. Com uma embalagem prática para comer em qualquer lugar e apenas 78 calorias por porção, estes produtos vão agradar os consumidores que buscam saúde e nutrição sem abrir mão do sabor.

Benefícios do farelo de aveia-Ideal para o café da manhã ou na preparação de panquecas, massa de pizza, bolos, biscoitos etc, o farelo de aveia é um alimento fundamental para a boa manutenção do organismo. Além disso, o farelo de aveia tem importantes propriedades emagrecedoras. O farelo de aveia é o invólucro fibroso em torno do grão de aveia, mais conhecido. Este invólucro é lotado de fibras chamadas beta glucanos que tem um papel muito importante no emagrecimento em razão de duas propriedades físicas.

A primeira propriedade do farelo de aveia é que uma vez consumido, o alimento entra no trato digestivo onde sua fibra solúvel absorve a água e forma uma substância em gel, criando uma sensação de saciedade. O farelo de aveia absorve em média 25 vezes o seu volume de líquido.

A segunda propriedade é a alta viscosidade dessas fibras, que quando chegam ao estômago com alimentos desintegrados vão colar em todos os nutrientes ao seu redor e os impedir de passar pelo sangue. Essas fibras coladas aos nutrientes são eliminadas pelo organismo junto com as calorias. Portanto, saciedade e o auxílio de evasão de calorias fazem do farelo de aveia o único alimento com poder de emagrecimento.

Mas para que o farelo tenha suas propriedades ativas, ele deve ter seu índice de moagem 2 bis e a peneiração, que permite eliminar o açúcar da farinha de aveia, deve ter sido peneirada 6 vezes seguidas.

Existem ainda estudos que comprovam a eficácia do farelo de aveio na diminuição do colesterol ruim e a absorção de açúcar e gordura, protegendo o organismo do diabetes e câncer de cólon.

Dr. Dukan-Com mais de 35 anos de experiência em comportamento alimentar, o Dr. Pierre Dukan é o médico nutrólogo mais lido da França. Ele também é autor de 19 livros que, juntos, venderam mais de 11 milhões de cópias. Em sua verão em português, o título "Eu não consigo emagrecer" ocupa a primeira posição do ranking de livros mais vendidos no Brasil, na categoria não-ficção. O médico é um militante assíduo no combate à obesidade e das consequências de seu impacto mundial. [www.lojadietadukan.com.br]Preços: Barras - R$ 8,99; Biscoitos - R$ 10,99 e Farelo - R$ 7,99. Todos os produtos estão com 10% no lançamento da loja.SAC: atendimento@lojadietadukan.com.br

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

‘Financial Times’: Herbalife mantém ligação com esquema de pirâmide no Canadá

·         Jornal britânico afirma que gigante permitiu operação de associada dez anos após condenação
 
O GLOBO
Publicado:15/08/13 - 16h22

NOVA YORK - A gigante de vendas diretas Herbalife — de produtos de nutrição, controle de peso e cuidados pessoais — permitiu que uma empresa associada continuasse operando em sua rede por quase uma década, mesmo após as autoridades canadeneses afirmarem que a companhia funcionava sob o esquema de pirâmide, segundo investigação divulgada nesta quinta-feira pelo jornal britânico “Financial Times”. Em dezembro, Bill Ackman, fundador do fundo hedge Pershing Square, afirmou publicamente que a Herbalife é uma pirâmide e desde então a empresa tem se defendido da acusação.

De acordo com o “FT”, o histórico da empresa Online Business Systems (OBS) — que até este ano era especializada em recrutar vendedores para a Herbalife — levanta suspeitas sobre práticas aceitas pela gigante.

O jornal britânico afirma que a OBS é sucessora da Global Online Systems (GOS), que em 2004 foi considerada culpada pela corte federal canadenese por “esquema de venda em pirâmide”. Ainda segundo o diário, ambas as empresas faziam parte de um grupo para promover a Herbalife e ajudar a vender seu material de marketing e outros serviços, como leads (clientes já interessados, aguardando contato), a recrutas de vendas diretas.

O “FT” afirma que o julgamento de 2004 obrigou os diretores da GOS — Deborah Stoltz e sua irmã Marilyn Thom — a mudar as práticas da empresa, como divulgar a remuneração média de todos os participantes canadenses do esquema nos materiais de marketing. A informação sobre ganhos divulgada pela Herbalife a seus distribuidores canadenses incluía apenas o que era recebido por “líderes ativos”, que representam apenas 10% de todos os participantes.

Devido à condenação, destaca o “FT”, a GOS também tinha de notificar todos os clientes sobre a decisão judicial. No entanto, antes da decisão, em novembro de 2004, os clientes foram encorajados a ir para uma nova empresa, a OBS, dirigida por Nicole Dahl, filha de Deborah, e seu marido Shawn Dahl.

A investigação do “FT” encontrou arquivos on-line mostrando que sites operados pela GOS — como o www.4u4meletsdream.com — foram renomeados como sendo da OBS. Um site que encorajou os participantes da GOS a se registrarem na OBS em setembro de 2004 afirmava explicitamente que eles se manteriam na mesma rede: “Sua linhagem Herbalife continuará a mesma, apesar das mudanças para um novo sistema de marketing”.

Os que foram recrutados pela OBS tornaram-se parte da rede de vendedores Herbalife do casal Dahl e, em 2009, a dupla era listada entre os 50 maiores distribuidores da marca, integrando o “Chairman’s Club”. Deborah e a irmã Marilyn continuaram sendo proeminentes distribuidoras Herbalife, segundo o jornal.

Procurada pelo “FT”, a Herbalife informou que “suas 350 equipes globais de práticas de negócios de distribuição global e de verificação de cumprimento tomam medidas proativas, assim como de resposta, para identificar, pesquisar e lidar com cada infração de regras de distribuição da Herbalife e na aplicação da regulação e da lei”.

No início deste ano, destaca o jornal, a Herbalife tomou medidas para se distanciar da OBS, ao restringir o uso de seu material de marketing por seus distribuidores. Após a mudança, Deborah passou para uma empresa rival de venda direta. E a Herbalife proibiu totalmente a venda de leads por ou para seus distribuidores.

A OBS, o casal Dahl, Deborah e Marilyn não responderam aos pedidos de entrevista feitos pelo “FT”.

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

Médico que receber vantagem por indicar remédio poderá ser detido


Divulgação/Agência Brasil

Pelo projeto, médicos poderão ser presos se receberem dinheiro por indicar remédios.
Profissional de saúde que receber vantagem financeira por orientar um procedimento ou comercializar produto médico, como remédio e prótese, poderá ser punido com detenção de três meses a um ano e pagar multa. A medida consta no Projeto de Lei 3650/12, da deputada licenciada Manuela D’Ávila (PCdoB-RS), em tramitação na Câmara.

Segundo ela, o objetivo é evitar que profissionais usem sua condição para comercializar produtos ao paciente, ou receber dinheiro de planos de saúde ou da indústria farmacêutica em troca da indicação de procedimentos ou medicamentos. A deputada lembra que o Código de Ética Médica proíbe os médicos de atuar como representantes ou vendedores da indústria. Ela acredita, porém, que a conduta deve ser detalhada em lei para criar uma penalidade.

A proposta acrescenta um artigo ao Código de Defesa do Consumidor (Lei 8078/90). Para a deputada, a relação profissional de saúde-paciente é também uma relação de consumo, e por isso deve ser regulada pelo código. “O código é que disciplina a responsabilidade civil do profissional liberal, incluindo médicos e odontólogos”, afirma.

Tramitação
O projeto será analisado pelas comissões de Defesa do Consumidor; Seguridade Social e Família; e de
Constituição e Justiça e de Cidadania. Depois, a proposta seguirá para votação no Plenário.

 

 PROJETO DE LEI Nº , DE 2012

(Da Sra. Manuela D'Ávila)

Acresce artigo à Lei 8.078, de 11 de setembro de 1990, Código de Defesa do Consumidor, para tipificar a obtenção de vantagem pelo encaminhamento de procedimentos, pela comercialização de medicamentos, órteses, próteses ou implantes de qualquer natureza.

O Congresso Nacional decreta:

Art. 1.º Esta Lei acrescenta artigo à Lei 8.078, de 11 de setembro de 1990, para tipificar a obtenção de vantagem pelo encaminhamento de procedimentos, pela comercialização de medicamentos, órteses, próteses ou implantes de qualquer natureza.

Art. 2.º A Lei 8.078, de 11 de setembro de 1990, passa a vigorar acrescido do parágrafo seguinte.

Art. 66-A. Obter vantagem pelo encaminhamento de procedimentos, pela comercialização de medicamentos, órteses, próteses ou implantes de qualquer natureza, cuja compra decorra de influência direta em virtude de sua atividade profissional.

Pena - Detenção de três meses a um ano e multa.

Art. 3º. Esta lei entra em vigor na data de sua publicação.

JUSTIFICAÇÃO

A conduta a que se pretende sancionar penalmente é eticamente condenada pela categoria médica, aprovado pela Resolução CFM 1931/2009, art. 68. Portanto, não há dúvida de que a conduta não é correta. Ela também se aproxima de um tipo penal previsto no art. 66 do Código de Defesa do Consumidor.

Art. 66. Fazer afirmação falsa ou enganosa, ou omitir informação relevante sobre a natureza, característica, qualidade, quantidade, segurança, desempenho, durabilidade, preço ou garantia de produtos ou serviços:

Pena - Detenção de três meses a um ano e multa.

Porém, o Direito Penal exige que o tipo seja o mais específico possível, razão pela qual deve se criar o tipo para aquele que prescreve determinado produto e não simplesmente tenta persuadir o consumidor de suas vantagens.

Evidentemente que o tipo proposto incrimina conduta do profissional de saúde, independentemente de perigo ou dano à saúde, pois, nesse caso há cominação de pena no Código Penal.

Perigo para a vida ou saúde de outrem

Art. 132 - Expor a vida ou a saúde de outrem a perigo direto e iminente:

Pena - detenção, de três meses a um ano, se o fato não constitui crime mais grave.

Parágrafo único. A pena é aumentada de um sexto a um terço se a exposição da vida ou da saúde de outrem a perigo decorre do transporte de pessoas para a prestação de serviços em estabelecimentos de qualquer natureza, em desacordo com as normas legais.

Embora tomando como paradigma o Código de Ética Médica, a redação proposta também se aplica a outros profissionais de saúde, especialmente odontólogos.

Não há dúvida que a relação médico-paciente seja relação de consumo, pois o Código de Defesa do Consumidor é que disciplina a responsabilidade civil do profissional liberal, incluindo médicos e odontólogos.

Lembrando que não é incomum em nosso sistema jurídico a aplicação de sanções de natureza penal, civil e administrativa, peço aos nobres Pares apoio a presente proposição.

Sala das Sessões, em de de 2012.

Deputada MANUELA D’ÁVILA

domingo, 2 de setembro de 2012

O risco de pecar pelo excesso. "Empresários da Saúde continuam abusando do estado de necessidade da sociedade".


Número de exames e cirurgias aumenta progressivamente e levanta debate sobre prescrições desnecessárias.

RIO - Em tempo de rápidos avanços tecnológicos, para tudo parece haver um novo exame, uma nova droga ou um nova cirurgia que resolva qualquer doença. A tendência é pensar que pecar pelo excesso é ter a certeza de que todas as chances de sucesso foram testadas. Mas este comportamento, que tem aumentado o número de prescrições, pode trazer riscos ao paciente, exposto a exames e procedimentos invasivos e, muitas vezes, desnecessários.Para se ter ideia, o Instituto do Coração da UFRJ compilou dados do Datasus 2011 referentes a exames e procedimentos cardíacos, e os números são alarmantes. Em dez anos, houve aumento de 500% das coronariografias (exame das artérias coronárias), chegando a 120 mil em 2010. No estado do Rio, a situação é mais preocupante: o crescimento foi de 800% em sete anos, atingindo 9 mil prescrições. Já a angioplastia (cirurgia de desobstrução da artéria) cresceu 55% em cinco anos no Brasil, e chegou a 56 mil em 2010. O aumento no estado foi de 100%, e agora registra 3,8 mil.

Enquanto isto, a taxa de coronariografias normais no Brasil é de 60%. Segundo o diretor do Instituto do Coração da UFRJ, o professor de cardiologia Nelson Souza Silva, o índice aceitável seria de 15%. Ou seja, estão sendo prescritos mais exames do que o adequado.

— Há 20 anos, o índice era de 15%, porque o médico era mais cuidadoso. Hoje, os exames e os procedimentos estão muito mais à mão, mas seu uso abusivo é maléfico. Exercício físico e dieta ainda são as melhores prescrições — afirma Souza Silva, que citou o exemplo do stent cardíaco. — A última revisão sistemática apontou não haver redução de mortalidade e, mesmo assim, foram feitas mais de 1 milhão de aplicações nos Estados Unidos. O procedimento tem risco de morte de 1,5%.

'Overtreatment' preocupa outros países

A tendência é mundial. A Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) estabeleceu um ranking de seus 35 países membros sobre o índice de realização de angioplastias por 100 mil habitantes em 2011. A Alemanha está em primeiro, com 582; seguido por Bélgica (427) e Estados Unidos (377). Na comparação com o ano 2000, dos 35 membros, apenas dois tiveram diminuição de cirurgias (de apenas 1,2%), os demais chegaram a quase 15% de acréscimo.

Esses números têm assustado entidades de saúde de alguns países, e o chamado “overtreatment” já é um assunto preocupante. Em junho, um chamamento público da Universidade Bond, da Austrália, divulgado no “British Medical Journal”, convocou especialistas de todo o mundo para uma conferência sobre o problema, que deverá ser realizada no ano que vem nos Estados Unidos. Em abril, um grupo de sociedades médicas americanas publicou uma lista questionando a prescrição excessiva de alguns exames, como tomografia computadorizada cerebral, raio-X e ressonância magnética, que expõe o paciente à radiação.

Além disso, no início deste mês, a gigante rede particular HCA foi denunciada nos EUA porque alguns de seus médicos tinham um esquema para realizar, sem necessidade, cirurgias cardíacas em pacientes.

No Brasil, a discussão ainda engatinha. O professor Souza Silva, por exemplo, criticou a falta de dados referentes ao tema em órgãos de saúde, e diz que a própria UFRJ levantou as informações. A Agência Nacional de Saúde (ANS) diz ter um “rol de procedimentos”, uma espécie de boas práticas de médicos e operadoras; quando recebe reclamações relativas à questão, as encaminha aos conselhos de medicina. O Conselho Federal diz que pune seus associados (em última instância) com base no código de ética, mas não sabe informar o número de autuações.

— Há a instalação de sindicância para investigar os indícios. As penas previstas em lei vão desde uma advertência confidencial até a cassação do exercício profissional — explicou o vice-presidente, Carlos Vital Corrêa Lima.

Os casos mais graves podem ser levados à Justiça comum, e geralmente recaem em “erro médico”. Numa pesquisa no Tribunal de Justiça do Rio, O GLOBO encontrou cinco processos relativos à prescrição de procedimentos cirúrgicos injustificados desde 2006. No mais recente, deste mês, uma paciente da Casa de Caridade de Araruama, no Estado do Rio, recebeu indenização de R$ 25 mil por ter sido diagnosticada com gravidez tubária e submetida a intervenção cirúrgica, enquanto, na verdade, tinha endometriose, o que poderia ter sido tratado com medicamento.

Para o diretor da Clínica São Vicente, Luiz Roberto Londres, o excesso de exames e procedimentos está relacionado à má qualidade do ensino:

— A formação do médico está caindo. Uma consulta tem três partes: conversa, exame físico e prescrição de exames. Uma simples conversa de um médico bem preparado leva a 90% dos diagnósticos. Depois, há alguns exames, mas que são complementares.

Desde 2007, o Ministério da Educação informou ter retirado 1.100 vagas dos cursos de medicina de 31 instituições, por estas não terem preenchido os requisitos mínimos.

Também coordenador do Núcleo de Avaliação Tecnológica em Saúde, Nelson Souza e Silva diz que o cerco da indústria farmacêutica é outro fator que leva às práticas abusivas.

— A tecnologia aumenta a qualidade de vida. Mas muitos produtos vêm sem embasamento, e pior, há estudos manipulados. Fora o assédio aos médicos, que recebem vantagens pelas prescrições. Isto é corrupção — alerta.


 

Nota de C&T:

Concordo com as opiniões dos experientes profissionais -  Luiz Roberto Londres e Nelson Souza e Silva, porém entendo que seria importante acrescentar os seguintes fatos: A maioria dos laboratórios de análises e diagnósticos pertencem a médicos, muitas vezes são eles mesmos os prescritores dos exames e de alguns procedimentos já direcionando seu paciente para seus estabelecimentos. A popularização dos planos de saúde que pagam contas altas, repassando para o assegurado é claro, e que não estão sendo auditados com eficácia tais procedimentos. No Nordeste o principal plano de saúde é uma cooperativa de médicos, portanto, tudo fica entre eles. Basta saber que esta cooperativa tem muitos de seus diretores médicos, prescritores e proprietários de clínicas de diagnósticos/imagens e laboratórios de análises. Alguns médicos recebem destes benefícios para encaminhar pacientes de forma direta ou indireta para seus serviços. Ex: disponibilidade de consultórios todo equipado gratuitamente ou com contrato de locação fictício ou com valor simbólico para que baterias de exames sejam encaminhadas para seus serviços.

A principal questão é: Falta de ética e de respeito ao próximo, para muitos o que realmente vale é o dinheiro.

quinta-feira, 7 de julho de 2011

GSK procura meios internos de tornar a relação Representantes/Propagandistas e Médicos com mais ética. Na prática não mudará em nada.

GSK adopta novo programa de incentivos para a força de vendas nos EUA
07/07/2011 - 08:47
A GlaxoSmithKline (GSK) divulgou nesta terça-feira detalhes de uma nova "metodologia de avaliação de desempenho e de processo" como parte de uma revisão do seu programa de compensação e incentivos para os representantes de vendas farmacêuticas nos EUA, avança o site FirstWord. A empresa anunciou, no ano passado, planos para um novo sistema de pagamento aos representantes de vendas, e em Janeiro eliminou as metas individuais de vendas.
Com efeito a partir de 1 de Julho, a farmacêutica disse que vai avaliar os representantes de vendas que trabalham directamente com os profissionais de saúde com base numa combinação da sua competência de venda, avaliações do cliente e desempenho geral da sua unidade de negócios.

Deirdre Connelly, presidente da divisão de medicamentos da GlaxoSmithKline nos EUA, disse que o novo programa assegura aos médicos que "os profissionais de vendas estão focados em melhorar a saúde do doente". A responsável acrescentou que a companhia tem "também investido fortemente em formação e em programas de compliance para assegurar que estamos operando no ou acima do código de ética da indústria farmacêutica".
Fonte: http://www.rcmpharma.com/actualidade/industria-farmaceutica/07-07-11/gsk-adopta-novo-programa-de-incentivos-para-forca-de-ven

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Roche apresenta Lucentis® para o mundo no Amarican Diabetes Association (ADA).

Lucentis® da Roche eficaz no tratamento de edema macular diabético
29/06/2011 - 12:51
Os resultados de dois estudos apresentados terça-feira na reunião da American Diabetes Association demonstrou que Lucentis® (ranibizumabe) da Roche foi eficaz no tratamento de doentes com edema macular diabético (DME). O principal investigador do estudo, David Boyer, disse que "agora temos um tratamento que provoca uma melhoria significativa rápida e sustentada". O chefe global de oftalmologia da unidade Genentech da Roche, Anthony Adamis disse que a empresa pretende apresentar esses estudos como base de um pedido de aprovação à FDA "no Outono", avança o site FirstWord.
No estudo RISE, que envolveu 377 doentes, 44,8% dos doentes que tomaram uma dose baixa de Lucentis® e 39,2% dos doentes que tomaram uma dose maior do fármaco foram capazes de ler um adicional de 15 letras de um placard de exame, em comparação com 18,1% dos doentes que receberam placebo. Além disso, aproximadamente 63% dos doentes que receberam a maior dose de Lucentis® conseguiram visão 20/40, a partir de uma base de cerca de 20/80, contra 38% dos pacientes no grupo placebo.
No estudo RIDE, que envolveu 382 doentes, 33,6% dos pacientes que tomaram a mesma dose baixa de Lucentis® e 45,7% dos pacientes que tomaram a dose mais elevada foram capazes de ler um adicional de 15 ou mais letras de um placard de exame a seguir ao tratamento, em comparação com 12,3% dos pacientes que receberam placebo. Além disso, 54% e 62% dos pacientes que receberam a dose baixa e alta de Lucentis®, respectivamente, atingiram visão 20/40, em comparação com cerca de 35% dos pacientes que receberam placebo.
Os investigadores também avançaram que 11,5% dos pacientes no grupo placebo do estudo experimentaram a agravação da doença, em comparação com 3,2% dos pacientes que receberam baixas doses de Lucentis® e 3,9% dos doentes a quem foi dada uma dose maior da droga.
Boyer disse que "no período de uma semana de tratamento, o Lucentis® mostrou uma redução na espessura (do edema) e melhoria na visão", acrescentando que "conseguir uma visão de 20/40 para 60% dos pacientes, permitindo-lhes dirigir sem restrições, é significativo".
Fonte: http://www.rcmpharma.com/actualidade/medicamentos/29-06-11/lucentis-da-roche-eficaz-no-tratamento-de-edema-macular-diabetico  

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Homeopatia dá sinais de seu potencial na conquista de prescrições médicas.

Com dois anos no mercado, antigripal já é o 7º mais vendido
29-06-2011
O antigripal Oscillococcinum, do laboratório francês Boiron, completa dois anos no mercado nacional e já é o sétimo medicamento para gripe mais prescrito por pediatras brasileiros, segundo dados de auditoria do Close-up International. O produto, indicado para prevenção e tratamento de estados gripais, registrou crescimento de 148% nas vendas só no último ano. Na Europa, onde fica a sede da empresa, é o antigripal líder em vendas, e está entre os medicamentos isentos de prescrição mais vendidos na Europa.

“O Brasil é o mercado mais promissor para a matriz na França que eleva, a cada ano, o volume de investimentos em produtos e pesquisas”, diz o diretor da Boiron para o Brasil, Ricardo Ferreira. “A busca pelos medicamentos homeopáticos tem crescido consideravelmente, assim como a opção por esse tipo de tratamento”. O Oscillococcinum não possui contra-indicações. Por isso, também é um dos mais recomendados por médicos para prevenção e tratamento da gripe em crianças e idosos. Ele ainda é indicado para tratamento dos sintomas relacionados, como cefaleia, calafrios, hipertermia e dores no corpo. O medicamento pode ser administrado em qualquer fase, tanto nas iniciais quanto nas mais avançadas da gripe tradicional.
Fonte: Boletim SnifBrasil

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domingo, 15 de maio de 2011


O ciclo de palestras orientativas sobre uso racional de medicamentos, realizado pela indústria farmacêutica Prati-Donaduzzi, já atingiu mais de mil pessoas entre alunos e idosos atendidos pelo Certi - Centro de Revitalização da Terceira Idade, em Toledo. O objetivo dos encontros é informar e conscientizar a sociedade sobre os riscos da automedicação e suas implicações. A farmacêutica Rubia Porsch, explica que os encontros proporcionam o esclarecimento de dúvidas sobre medicamentos. “Surgiram muitos questionamentos sobre a forma de tomar os medicamentos, as situações em que é necessário o uso de antibióticos e também a quantidade de medicamentos utilizadas por muitosidosos”, fala.

Para o Diretor do Colégio Estadual Jardim Porto Alegre, Rubens Bragagnollo, a aceitação por parte dos alunos foi acima do esperado. "A palestra foi recebida de forma muito positiva pela comunidade escolar, pois muitas vezes a falta de conhecimento faz as pessoas agirem pelo senso comum e utilizarem um medicamento de forma precipitada e sem orientação de um profissional médico ou farmacêutico", diz.

Bragagnollo ressalta ainda sobre a importância de repassar essas informaçoes. "Com certeza os alunos levarão os conhecimentos adquiridos para família e vizinhos, disseminando a informação contribuem para a redução do uso indiscriminado de medicamentos", finaliza.

Nas palestras, Rúbia também falou sobre medicamentos fracionáveis, alternativa que possibilita que o paciente adquira apenas a quantidade necessária para o tratamento prescrito, projeto em que a Indústria de Toledo é pioneira no Brasil. "Muitas pessoas ainda não conhecem essa opção e tiveram a oportunidade de se informar sobre o assunto", finaliza.

Intoxicação no Brasil

Segundo o Sinitox - Sistema Nacional de Informações Tóxico Farmacológicas, em 2008 foram 26.384 os casos de intoxicação humana por medicamentos no Brasil, o que corresponde a 30,71% dos casos totais. A maioria das intoxicações acontecem devido ao uso incorreto de medicamentos utilizados como forma de prevenir e tratar doenças ou recuperar a saúde. Ainda segundo o Sinitox, do número total de casos de intoxicação por medicamentos em 2008, 90 resultaram em óbito.

Fonte: http://www.segs.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=37775:prati-donaduzzi-realiza-palestras-educativas-sobre-uso-racional-de-medicamentos&catid=47:cat-saude&Itemid=328 

terça-feira, 3 de maio de 2011

Hitachi já estuda montar fábrica no Brasil
por Guilherme Batimarchi
03/05/2011
Multinacional japonesa traz novidades em equipamentos de diagnóstico por imagem e foca estratégia em comunicação e aumento de portfólio
De olho no segmento de diagnóstico por imagem brasileiro a Hitachi, empresa japonesa que atua em diversos segmentos de mercado, entre eles o de saúde oferecendo tomografias, ressonância magnética e ultrassonografia, já estuda a proposta de montar uma fábrica para a produção de equipamentos médicos e outros produtos em solo nacional. "Estudamos montar uma fábrica, mas ainda não há nada definido", afirma o diretor da Hitachi, Pedro Elias.
Segundo Elias, com o objetivo de consolidar sua marca no segmento de saúde a Hitachi foca sua estratégia em duas frentes de trabalho: a primeira é a realização de ações de marketing para divulgar seus produtos e a segunda é ampliar o portfólio nacional com dois novos equipamentos. "A Hitachi tem a ideia de vender equipamentos de tomografia computadorizada e ultrassonografia para complementar o leque de equipamentos no segmento de diagnóstico por imagem".
Durante a JPR 2011 a multinacional japonesa apresentou sua nova ressonância magnética aberta de baixa intensidade, com 0.4 Tesla e outro modelo de RM fechado e de alta intensidade, com 1,5 Tesla.
Fonte: http://www.saudebusinessweb.com.br/noticias/index.asp?cod=77783