sábado, 8 de outubro de 2011

Donos da Indústria Farmacêutica Hipolabor continuam cometendo crimes livremente. É nosso Brasil...

Donos da Hipolabor são denunciados por anunciar venda de remédios proibido em site.
Além de crimes como homicídio, tráfico de drogas, sonegação fiscal, lavagem de dinheiro, formação de cartel para fraude em licitações e adulteração de medicamentos, os sócios da indústria agora podem responder por crime na relação de consumo
Publicação: 07/10/2011 13:03Atualização: 07/10/2011 14:47

O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) denunciou os sócios da Hipolabor por mais um crime. Dessa vez, os donos do laboratório farmacêutico são acusados de irregularidades na comercialização dos produtos. Mesmo proibidos de vender medicamentos, a empresa anunciou em seu site que os remédios estavam liberados para venda.

O presidente da indústria, Ildeu de Oliveira Magalhães, e o químico Renato Alves da Silva foram presos em 12 abril deste ano durante a Operação Panaceia. Ela investigou o enriquecimento ilícito da empresa e denúncias de mortes de dois pacientes que usaram remédios falsificados e adulterados. Por decisão da Justiça, os sócios foram soltos poucos dias depois.

Em nota, a empresa informou que a denúncia não está ligada à operação Panaceia. Segundo a Hipolabor, a nova acusação é uma "mera divergência" de interpretação do Ministério Público de Minas Gerais quanto à extensão de medidas administrativas de restrição temporária de comercialização de alguns produtos.

As investigações realizadas durante a operação constataram que a empresa mantinha em depósito e comercializava medicamentos e insumos sujeitos a controle rigoroso sem a Autorização Especial, emitida pelo Ministério da Saúde. Os insumos e medicamentos eram registrados irregularmente, junto com produtos de outra unidade da empresa. Os donos foram acusados de homicídio, tráfico de drogas, sonegação fiscal, lavagem de dinheiro, formação de cartel para fraude em licitações e adulteração de medicamentos.

A Vigilância Sanitária Estadual interditou o depósito em 14 de abril e, no dia seguinte, orientou a população a suspender o uso dos medicamentos fabricados pela empresa. Em 18 de abril, determinou a interdição cautelar desses medicamentos.

No dia 25 de abril, a Hipolabor veiculou no site da empresa a falsa afirmação: "Os produtos da empresa estão liberados para a venda e consumo no país". Segundo o MPMG, com essa publicação, a indústria induziu os consumidores a erro por meio de afirmações falsas sobre a natureza e a qualidade dos produtos.

Entenda o caso
Novembro de 2009
Ministério Público de Minas Gerais (MPE) inicia investigação de denúncias de adulteração em medicamentos da Hipolabor.

12 de abril
Força-tarefa formada pelo MPE, Receita Estadual, Ministério da Justiça, polícias Civil e Militar e Anvisa deflagra Operação Panaceia para desmonte do esquema de adulteração da Hipolabor.

São presos o presidente do laboratório, Ildeu de Oliveira Magalhães, e o químico Renato Alves da Silva, acusados de sonegação fiscal, lavagem de dinheiro, formação de cartel para fraude em licitações e adulteração de medicamentos.

Farmacêutica Larissa Pereira também é presa.

13 de abril
Mulher e dois filhos de Ildeu prestam depoimento ao Ministério Público.

MPE pede à Vigilância Sanitária Estadual para fazer inspeção no depósito do laboratório Hipolabor, no Bairro Aarão Reis.

14 de abril
Inspeção no laboratório da empresa constata irregularidades.

Farmacêutica Larissa Pereira é ouvida no Ministério Público.

A Hipolabor Farmacêutica é interditada a pedido do Ministério Público.

15 de abril
Secretaria Estadual de Saúde (SES) anuncia suspensão das vendas dos medicamentos da Hipolabor por 90 dias, para que sejam feitas análises dos produtos.

Depósito da empresa é interditado por falta de licença para funcionamento e do alvará especial para estocagem de medicamentos controlados.

21 de abril

Sócios e farmacêutica são liberados da cadeia

27 de abril
MPMG tenta recusos para retomar as investigações e prisões

Fonte: http://www.em.com.br/app/noticia/gerais/2011/10/07/interna_gerais,254771/donos-da-hipolabor-sao-denunciados-por-anunciar-venda-de-remedios-proibido-em-site.shtml

terça-feira, 4 de outubro de 2011

CFM se opõe a decisão da ANVISA que cancela os registros de três medicamentos contra obesidade.

CFM pretende recorrer da decisão sobre anfetaminas
Anvisa decidiu nesta terça-feira que emagrecedores femproporex, anfepramona e mazindol deverão ser retirados do mercado em 60 dias
Luciana Marques
O Conselho Federal de Medicina (CFM) pretende entrar com um recurso na Justiça contra a decisão da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) de proibir a venda e a fabricação de três medicamentos inibidores de apetite no país. Por unanimidade, a diretoria colegiada do órgão resolveu retirar do mercado os medicamentos derivados da anfetamina (femproporex, anfepramona e mazindol), geralmente usados no tratamento da obesidade. Os remédios terão os registros cancelados e deverão ser retirados das farmácias em sessenta dias.

O vice-presidente do Conselho Regional de Medicina do Distrito Federal (CRM-DF), Dimitri Homar, disse que alguns desses medicamentos, como a anfepramona, estão no mercado há mais de sessenta anos, o que significa que são eficazes. "Estão tirando a autonomia do médico e do paciente em decidir o que é melhor para ele. Nunca houve no Distrito Federal, por exemplo, nenhum caso de óbito em decorrência do uso desses medicamentos", reclamou. Segundo ele, a proibição das anfetaminas tende a aumentar os casos de diabetes e de hipertensão, principalmente em obesos. "Há risco de aumento dessas patologias e o governo terá mais gastos", avaliou Homar.

O diretor-presidente da Anvisa, Dirceu Barbano, rebateu as críticas do CFM. Disse que não há dados que sustetem eficácia e segurança no uso desses medicamentos. "Falta comprovação científica de que os produtos possam ser utilizados. Os médicos saberão substituir os tratamentos dos pacientes"

Sibutramina continua no mercado. Será que teremos fiscalização adequada para seu uso?

Anvisa proibe venda no Brasil de inibidores de apetite
Derivados de sibutramina estão liberados, mas com restrições
Mariana Londres, do R7, em Brasília

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) decidiu nesta terça-feira (4),em reunião aberta da diretoria do órgão em Brasília, proibir a fabricação e venda no mercado brasileiro dos remédios para emagrecer que atuam no sistema nervoso central e são derivados de anfetamina (femproporex e dietilpropiona). O mesmo vale para o mazindol, inibidor de apetite que age diferente dos outros dois remédios.

A sibutramina, o medicamento para emagrecer mais usado no Brasil, continua no mercado, mas algumas condições precisam ser respeitadas para seu uso: o remédio não pode ser prescrito por um período superior a 60 dias, o paciente tem de ter IMC (Índice de Massa Corpórea) acima de 30, o que indica obesidade, e ele também terá de assinar um documento em que confirma estar ciente de todos os riscos.

Segundo a decisão, a sibutramina poderá ser usada apenas pelos seguintes grupos de pacientes:

- Obesos sem história de doença cardiovascular que não conseguem aderir a programas de emagrecimento;

- Paciente com diabetes ou intolerância à glicose;

- Dislipedêmicos;

- Hiperuricêmicos;

- Mulheres com ovários policísticos;

- Pacientes com hepatite não alcoólica;

Além disso, serão mantidos o controle e responsabilização dos médicos que prescrevem e obrigatoriedade de extensa orientação aos pacientes sobre os riscos do uso da sibutramina.

Também continua liberado para o tratamento da obesidade no Brasil o orlistate (Xenical), que atua diretamente no intestino, reduzindo em cerca de 30% a absorção de gordura.

A Anvisa é a última instância nesse tipo de decisão, mas empresas podem recorrer à Justiça.

A retirada do mercado dos emagrecedores à base de anfetaminas já era dada como certa, uma vez que a equipe técnica da Anvisa e a Cateme (Câmara Técnica de Medicamentos) da agência, formada por especialistas que assessoram o órgão, concordaram em relatório que os riscos superam os benefícios. Já a retirada da sibutramina do mercado ainda era dúvida.

A câmara técnica que assessora o órgão defendia a proposta de também banir do mercado a sibutramina, por apresentar riscos à saúde superiores aos benefícios. Existem estudos que indicam que a sibutramina pode aumentar o risco de problemas cardíacos em pacientes com fatores de risco.

No mês de agosto, após reunião fechada, os diretores da agência optaram por deixar a votação sobre o tema para o encontro público de hoje.

Estudos

De acordo com a Anvisa, estudos analisados pela agência apontam que o consumo de sibutramina aumenta o risco de problemas cardíacos. Em função disso, desde o ano passado a Anvisa impôs novas regras e endureceu seus critérios de venda: a sibutramina deixou de ser vendida como medicamento comum e passou a integrar a categoria dos anorexígenos, que exigem receita especial.

O principal argumento da agência para defender a proibição é que os benefícios do uso da sibutramina e os chamados anfetamínicos não superam os riscos. Segundo as revisões científicas feitas pela agência, não há estudos suficientes sobre a eficácia dos medicamentos: os realizados até agora apontam que a perda de peso ocorre apenas no curto prazo. Os maiores riscos dos medicamentos são cardiovasculares, de dependência e problemas psiquiátricos.

Reação médica

A proposta de proibir os emagrecedores causou reação imediata de médicos endocrinologistas que atuam no combate à obesidade. Entidades médicas defendem que a medida vai deixar cerca de 15 milhões de pacientes sem opção de tratamento.

As entidades médicas questionam os estudos usados pela Anvisa para embasar a sua decisão. De acordo com os médicos, os estudos foram feitos com um grupo de pacientes de risco, para os quais os medicamentos não seriam indicados. Não faria sentido, portanto, a proibição do uso.

Além disso, de acordo com os médicos, para alguns pacientes é preciso indicar medicamentos que atuam no sistema nervoso central, uma vez que o controle da fome e da saciedade ocorre no cérebro. Esses pacientes, portanto, não conseguem perder peso com tratamento clínico convencional, que inclui reeducação alimentar e exercícios físicos.

O CFM (Conselho Federal de Medicina) é contra a proibição dos emagrecedores no Brasil. O órgão diz que a medida tira a autonomia dos médicos na escolha de métodos terapêuticos e que os profissionais têm o direito de, “dentro de práticas reconhecidas e segundo a legislação vigente”, prescrever o tratamento adequado.

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Governo Dilma luta para não tirar a Saúde do Brasil da UTI...

Para Dilma, 10% para saúde é "inaceitável".
O governo vai se mobilizar para impedir que o Senado ressuscite no projeto de lei complementar que regulamenta a destinação de recursos para a Saúde - a chamada Emenda 29 - o mecanismo que obriga a aplicação de 10% da receita corrente bruta da União no setor. A estimativa é que essa vinculação represente mais R$ 30 bilhões por ano de recursos na Saúde. A presidente Dilma Rousseff classificou hoje como "inaceitável" a aprovação pelos senadores dessa proposta. "Temos de trabalhar para impedir que isso passe no Senado", afirmou Dilma, durante reunião hoje pela manhã com a coordenação política do Palácio do Planalto. O governo alega não dispor de recursos para fazer essa vinculação. "É inviável destinar 10% da receita da União para a Saúde. O governo deixou isso bem claro", disse hoje o líder do PMDB na Câmara, Henrique Eduardo Alves (RN). Em 2010, o governo destinou cerca de R$ 60 bilhões para a área de Saúde.

Apesar da posição contrária do Planalto, a Frente Parlamentar da Saúde começa amanhã uma mobilização para tentar convencer os senadores a aprovar o texto do projeto da emenda 29 que obriga o investimento de 10% da receita da União no setor. Integrada por deputados e senadores de todos os partidos, a Frente é contra a criação de um imposto ou uma contribuição para financiar gastos com a Saúde, conforme quer o Palácio do Planalto. "Vamos fazer uma guerrilha no Senado em prol dos 10%. Não há clima para criar imposto", resumiu o deputado Darcísio Perondi (PMDB-RS), presidente da Frente Parlamentar da Saúde. Dizendo ter o apoio de movimentos sociais, ele espera conseguir reunir amanhã cerca de duas mil pessoas em frente ao Congresso para pressionar o Senado a aprovar o texto original do projeto que regulamenta a emenda 29 e estabelece a vinculação.

O líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE), prometeu comandar a resistência à aprovação do texto original da Emenda 29, que obriga a União a destinar 10% dos recursos para a saúde. "Não dá para restabelecer o texto original", disse o senador. "É um projeto que o governo não aceita", disse.
Fonte: http://www.dgabc.com.br/News/5915970/para-dilma-10-para-saude-e-inaceitavel.aspx

Quem assumirá a paternidade ou maternidade da nova CPMF de máscara?

A saúde no Brasil
A ministra das Relações Institucionais, Ideli Salvatti (PT), afirmou taxativamente que o governo ainda pensa na criação de um imposto para financiar investimentos em saúde no País e arrecadar mais R$ 45 bilhões por ano. Segundo a ministra, a expectativa do Palácio do Planalto é que o tributo seja aprovado em 2012. As afirmações da ministra se chocam com o que disse há poucos dias a presidente Dilma Rousseff (PT). Numa entrevista ao programa Fantástico, da Rede Globo, a presidente tranquilizou a população dizendo que embora reconheça a necessidade de melhorar a saúde, o governo não vai patrocinar a criação de um novo imposto para a área. Agora vem a ministra afirmar que um novo imposto para a saúde está em gestação. Ideli, porém, garantiu que neste ano nada será resolvido porque decisões assim precisam ser “adequadas” à situação econômica. “Você não pode trabalhar desonerando de um lado e onerando de outro”, ponderou. No Congresso, a maioria dos senadores concorda com o aumento dos gastos do governo federal com a saúde pública. No entanto, esse grupo descarta a criação de um novo imposto para financiar o setor.

CONTRADIÇÃO - Aumentar gastos com a saúde pública é uma ideia que não fecha com o que pensa a presidente Dilma Rousseff. Sua intenção é de só aumentar gastos se o Congresso indicar uma nova fonte de recursos para a saúde.

Indianos produzem fármacos para o mundo.

Quase todas as farmacêuticas do mundo recorrem às substâncias activas da Aurobindo
26/09/2011 - 15:58

A farmacêutica Aurobindo Pharma Limited, sedeada em Hyderabad, na Índia, foi fundada em 1986. A companhia iniciou a sua actividade com a produção de penicilinas semi-sintéticas, sendo actualmente um dos cinco maiores fabricantes mundiais nesta área, escreve o Notícias Médicas.
A empresa indiana produz medicamentos genéricos e ingredientes farmacêuticos activos, tendo uma capacidade de produção anual de mais de 15 mil toneladas.
O seu portefólio cobre mais de seis áreas terapêuticas, com destaque para os antibióticos, antirretrovirais ou antialergénicos.
A Aurobindo Pharma produz mais de 200 princípios activos, exportando para mais de 125 países e para mais de 1500 clientes na Europa, Ásia, América e África, incluindo companhias de medicamentos genéricos e de originadores.
A farmacêutica possui nove Unidades de produção certificadas e seis Unidades de produção de princípios activos farmacêuticos.
O director-geral da Aurobindo Pharma Portugal, Pedro Merlini, afirma que a companhia indiana é líder mundial na produção de substâncias activas, assinalando que “quase todas as farmacêuticas do mundo recorrem às substâncias activas produzidas pela Aurobindo”.
Destaca o contrato assinado em 2009 entre a Pfizer e a Aurobindo, que passou a produzir os produtos fora de patente da multinacional norte-americana. Em 2010, foi firmado um acordo semelhante com a AstraZeneca.
Pedro Merlini defende que estas parcerias estratégicas têm dado maior notoriedade à Aurobindo e são fruto da qualidade demonstrada pela empresa indiana ao longo dos anos: “Além do crescimento orgânico, a Aurobindo tem crescido com base nestas alianças, o que vem criar uma dinâmica extraordinária no grupo”.
Questionado pelo Notícias Médicas sobre o ponto de situação relativamente ao aviso feito à Aurobindo pela FDA (entidade que regula os medicamentos nos EUA), em Maio deste ano, na sequência de inspecções a duas Unidades de produção na Índia — onde a agência norte-americana detectou algumas violações às regras de Current Good Manufacturing Practice — refere que a situação em causa “tem que ver com o embalamento do produto e não com o medicamento em si”, não escamoteando que é sempre preocupante para uma empresa confrontar-se com este tipo de notificações.
“Tem impacto mediático e algum impacto junto do consumidor, mas neste caso não são, de todo, problemas graves de qualidade”, garante. Merlini, que já acompanhou inspecções do Infarmed a Unidades de produção da Aurobindo na Índia, afirma: “Sei, por experiência própria, que tudo aquilo que é detectado como não estando em conformidade é corrigido no momento. Tudo aquilo que era mencionado num dia, no dia seguinte, quando se reiniciava o processo de inspecção, já tinha sido corrigido”.
Fonte: http://www.rcmpharma.com/actualidade/industria-farmaceutica/26-09-11/quase-todas-farmaceuticas-do-mundo-recorrem-substancias-

sábado, 24 de setembro de 2011

A mais nova mania entre os malhadores, representa um risco à saúde dos usuários.

Jack3d: Novo perigo nas academias
Nas academias de ginástica do Grande Recife um assunto vem ganhando destaque. Idolatrado, o suplemento alimentar Jack3d, fabricado nos Estados Unidos e proibido no Brasil pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), é a mais nova mania entre os malhadores. O suplemento é usado como estimulante e deve ser ingerido 30 minutos antes dos exercícios físicos, depois de ser misturado à água. Um pote de 250 gramas é comercializado ilegalmente no Recife por até R$ 200. A procura é grande. As ofertas de venda também. Estão em sites da internet, nas redes sociais e nas rodas de amigos na hora da malhação. Quem está usando o produto até conhece seus riscos. Mas prefere jogar contra a sorte em nome de um corpo bonito a curto prazo e do estímulo de energia que segue após a ingestão. Relatos de desmaios, mal-estar e até mesmo de pessoas hospitalizadas já foram relacionados ao suplemento.

“Estou tomando o Jack3d, mas não acho que ele cause esse mal que as pessoas estão dizendo. Não vou negar que quando uso sinto sensações estranhas. A vista fica um pouco embaçada. Uma vez tomei às 22h e fiquei sem dormir até as 6h”, relatou o empresário Leidson Melo, 31 anos, que está usando o produto há quase cinco meses. “O Jack3d tem em sua composição substâncias usadas em tratamento de transtornos de ansiedade e depressão. Isso acaba estimulando as pessoas e provoca a sensação de euforia. Por isso, elas conseguem suportar um ritmo e intensidade de treinamento mais elevados”, explicou o especialista em fisiologia do exercício e consultor de atividades físicas Diego Zanon.

O Jack3d, segundo a Anvisa, é comercializado nos Estados Unidos como um suplemento dietético. O produto não está autorizado para consumo no Brasil como alimento porque não se enquadra em nenhuma das categorias existentes devido à sua composição e finalidade de uso. Além disso, o rótulo do produto é todo em inglês. Médicos e profissionais de educação física consultados pelo Diario alertaram para os riscos de quem começa a ingerir produtos sem ter consciência das substâncias que estão em sua composição. O empresário Flávio Soares, 32, até sabe dos riscos, mas passou a usar o Jack3d. “Você fica com mais energia. Estou gostando do resultado”.

Num blog especializado em atividades físicas, malhadores de todo o país deixaram seus comentários sobre o suplemento.“Tenho um amigo que treina comigo e depois que ele começou a tomar esse Jack3d não conseguiu mais treinar sem ele. Ficou dependente”, alertava um comentário.

Do Diario de Pernambuco
Fonte: http://www.pernambuco.com/ultimas/nota.asp?materia=20110924103646&assunto=71&onde=VidaUrbana

Mamadeira com BPA está proibida venda e fabricação no Brasil.

Anvisa proíbe venda de mamadeira plástica que contenha bisfenol-A
Está proibida, a partir de janeiro de 2012, a venda de mamadeiras de plástico que tenham a substância chamada bisfenol-A ou conhecida como BPA.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) decidiu proibir a fabricação e a comercialização do produto no Brasil depois que estudos internacionais concluíram que a substância pode provocar riscos à saúde, principalmente das crianças.
O bisfenol-A é usado na produção de um tipo de plástico, transparente e resistente, que, mesmo em quantidades pequenas, pode causar problemas neurológicos e hormonais, principalmente em bebês e crianças pequenas, quando expostas à substância. Para a Sociedade Brasileira de Endocrinologia, está associado ao aumento da frequência da síndrome de hiperatividade e ao desenvolvimento precoce da puberdade, principalmente em meninas. Em adultos, o BPA está relacionado ao crescimento no número de casos de câncer de mama, distúrbios no coração e obesidade.
De acordo com o coordenador do Departamento de Vigilância Sanitária da Superintendência Regional de Saúde, Maurício de Oliveira, os estudos viram que realmente havia probabilidade de provocar doenças crônicas e outros problemas de saúde não só em crianças, como também em adultos. “Em adultos, em muito menor incidência, não que a toxicidade seja menor para eles, mas porque a criança faz uso das mamadeiras durante um longo período de formação, quando as células do corpo estão em desenvolvimento e mais suscetíveis a interferências, e o risco associado para as crianças é maior. Coincidentemente, a indústria faz uso desse plástico mais rotineiramente. Isso acabou gerando a proibição da Anvisa”, explica.
Essa substância também é usada para fabricar vasilhas e copos plásticos, mas esses itens continuam liberados pela Anvisa. Segundo o coordenador, não há nenhum estudo ou pesquisa realizada no Brasil que comprovem esta descoberta e os riscos à saúde, mesmo que mínimos, mas quando se trata de saúde, ele revela que, para os órgãos de vigilância sanitária, vale o princípio da precaução. “Ou seja, como há dúvida quanto à possibilidade de risco e existem outras tecnologias no mercado para substituição, a Anvisa optou por proibir.
Órgãos de saúde no Brasil estão chegando à conclusão de que a população tem poder aquisitivo maior e vale a pena decisões como esta, porque ela terá condição de comprar a alternativa que diminui os riscos à saúde”, esclarece Maurício de Oliveira.


quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Farmacêuticas discordam de Dilma sobre licenciamento compulsório de medicamentos.

Farmacêuticas reagem a discurso de Dilma
O presidente executivo da Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa (Interfarma), Antonio Brito, reagiu ao discurso da presidente Dilma Rousseff feito anteontem na Organização das Nações Unidas (ONU), no qual afirmou que patente de medicamentos não é barreira para o acesso da população a tratamento. 'Há uma série de outros pontos importantes, como redução da carga tributária - o que ajudaria a baratear remédios -, aumentar a verba pública para a saúde e as parcerias entre empresas públicas e privadas para desenvolvimento de novas drogas', disse o representante da indústria farmacêutica. Brito também argumenta que, no Brasil, somente 8,8% do mercado é formado por medicamentos protegidos por patentes. 'Não é isso que vai impedir que a população tenha acesso a remédios', reforça. 'Há uma série de outros pontos que podem ser melhorados.' Durante seu pronunciamento na reunião de Alto Nível sobre Doenças Crônicas Não Transmissíveis, em Nova York, a presidente afirmou que as flexibilidades previstas no Acordo Trips da Organização Mundial do Comércio (OMC) - que inclui o licenciamento compulsório de medicamentos - é indispensável para políticas que garantam o direito à saúde. 'A presidente listou um cardápio de opções. Isso não significa que ela vai lançar mão do recurso', disse Brito. Ele afirmou que, ao longo deste ano, laboratórios negociaram com o governo preços de vários medicamentos protegidos por patentes. 'Em nenhuma discussão a quebra de patente foi citada como uma alternativa para um eventual impasse nas negociações', disse. Acesso a remédios. A possibilidade de recorrer à licença compulsória, na avaliação de Renata Reis, advogada do Grupo de Trabalho sobre Propriedade Intelectual, é essencial para o acesso da população a medicamentos. 'Claro que esse não é o único fator, mas ele é de fundamental importância', disse. Ela observa que medicamentos protegidos por patente inexoravelmente têm preços maiores que genéricos. 'Quando não há concorrência, o preço é maior. E nem todos podem arcar com preços altos para custear tratamentos', observa. Para a advogada, o problema não está na patente em si, mas no abuso que muitas vezes é identificado. "É para esses casos que a flexibilidade existe. A licença compulsória não pode ser um fim em si mesmo. Mas ela poderia ser usada todas as vezes em que a patente se transforma numa barreira de acesso." Renata reconhece que medicamentos com patentes representam uma pequena fatia do mercado. Ela lembra, porém, que muitas vezes esses remédios patenteados são a única opção para pessoas com aids, câncer, Alzheimer e antidepressivos. 'A inovação da indústria farmacêutica é um desejo de todo mundo. Ninguém quer mais a inovação que o paciente. O problema é quando apenas o consumidor paga, com altos preços do remédio, por tudo que foi investido para desenvolver a nova droga.'

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Apostas das Indústrias Farmacêuticas no Trade Mkt no ponto de venda pode representar um perigo a sociedade brasileira...

Farmacêuticas devem apostar em trade marketing para fortalecer relação com varejo

20 de setembro de 2011

Ponto de venda é o melhor canal para apresentar os diferenciais de marca e produto e garantir maior interação com o consumidor final

A estratégia de comunicação desenvolvida no ponto de venda, ou seja, o trade marketing, é uma ferramenta que contribui para aproximar a indústria farmacêutica do varejo e garantir maior visibilidade no mercado. “É uma preocupação constante, já que se trata de um setor altamente competitivo”, afirma a diretora da Injoy Blend, consultoria de marketing e gestão em saúde, Danieli Junco.

Segundo a especialista, o marketing direcionado ao ponto de venda permite uma abordagem segmentada e voltada às particularidades dos potenciais clientes. “A comunicação nos veículos de massa é importante, mas é a apresentação do produto no PDV um dos fatores mais relevante para a decisão de compra.

Além disso, não só resulta no aumento das vendas, mas na fidelização junto à marca ou ao produto”, explica.

No entanto, Danieli reforça também que de nada adianta um apelo de mídia e um excelente espaço no ponto de venda se houver ruptura no estoque. “O canal de distribuição deve ser ponto constante de preocupação do gerente de produto do laboratório, assim como o investimento para manter um ponto ‘não natural’ no PDV.

As empresas entenderam ser uma fonte de faturamento vender nesses espaços”.

Outro ponto importante é que o trade marketing possibilita a comunicação direta com os intermediários da venda. “Dentro do canal farma, é fundamental um bom relacionamento com as grandes redes e os pequenos empresários do varejo, responsáveis por orientar os consumidores, transmitindo as características e diferenciais dos produtos.

Por isso, é preciso mais do que a simples negociação de compra ou por descontos para estabelecer ou conduzir a relação entre farmacêuticas e varejo”, acrescenta.

Além disso, continua ela, contar somente com a compra espontânea por exposição pode ser meio frustrante, principalmente para lançamentos. “A indústria farmacêutica também precisa investir em treinamento para os funcionários das drogarias”.

Para a executiva, rever o conceito de comunicação nesses espaços é a melhor forma de assegurar o bom desempenho da colocação do produto no PDV.

Além disso, ela estima ainda que os investimentos das farmacêuticas neste tipo de marketing devem crescer de maneira expressiva “Quanto maior a concorrência maior a necessidade de ações voltadas ao varejo”, resume a diretora da Injoy Blend, Danieli Junco.

Informações para imprensa
Assessoria de imprensa Injoy Blend
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Natalia Kfouri – natalia@assessoraonline.com.br