segunda-feira, 29 de julho de 2013

Uso criterioso de antibióticos em recém-nascidos foi foco de trabalho científico apresentado em conferência na Europa

26/07/2013 - 09:09
Unidade neonatal do Rio de Janeiro realizou um levantamento em 100 bebês internados com diagnóstico de desconforto respiratório.

O Centro de Tratamento Intensivo Neonatal (Cetrin), da Casa de Saúde Santa Lúcia, em Botafogo, Zona Sul do Rio de Janeiro, realizou um levantamento para analisar a prescrição racional de antibióticos em recém-natos internados em unidades de cuidados intensivos neonatais. O trabalho científico foi selecionado para apresentação na 4ª Conferência Internacional de Neonatalogia Clínica, que aconteceu recentemente em Torino, na Itália.

O trabalho, intitulado Uso de Antimicrobianos (antibióticos) na Admissão dos Recém-nascidos com Desconforto Respiratório, analisou, durante um ano, mais de cem bebês, alguns com peso inferior a um quilo, com diagnóstico de desconforto respiratório. O resultado do levantamento apontou que, apesar de ser uma estratégia factível, o uso de antibióticos nessa população deve ser feito de forma mais criteriosa.

A autora do trabalho, a neonatologista Nicole Gianini, coordenadora médica do Cetrin, destaca: “A boa prática médica recomenda uma análise individualizada antes da prescrição imediata de antibióticos. Em muitos casos, o desconforto respiratório desses recém-natos pode estar associado a doenças não infecciosas. Dessa forma, ao adotar outras terapêuticas, podemos diminuir a seleção da microbiota neonatal, ou seja, preservar a resistência a esses fármacos nos bebês que não possuem indicação imediada de antibióticos”, explicou a médica.

Esse levantamento do Cetrin tem previsão de ser publicado na revista científica Early Human Development, uma das mais respeitadas publicações da área. Segundo Gianini, durante as duas últimas décadas, o Cetrin já teve trabalhos selecionados para apresentação em 18 eventos científicos, sendo oito no Brasil e 10 em países como Espanha, Argentina, Dinamarca, Itália e Estados Unidos. Além disso, a unidade já publicou três artigos em veículos internacionais indexados.

Papa Francisco reza com pastores e fiéis da Assembleia de Deus (A Globo perdeu esta)...

Visita a templo evangélico não estava programada.
Foto apenas ilustrativa do Papa Francisco com um líder de uma
Igreja Evangélica da Alemanha - Nikolaus Schneider.
Foto: News.va
Antes do evento de quinta-feira (25) em Varginha, no Complexo de Manguinhos, na Zona Norte do Rio, o Papa Francisco fugiu mais uma vez do protocolo. Como o acesso ao campo fica em frente a um templo da Assembleia de Deus, ele decidiu entrar.
Convidou pastores e fiéis que estavam no local para declamarem juntos um “Pai Nosso”.  “Estávamos na congregação e recebemos um representante da equipe dele (Francisco). Perguntou se poderia passar aqui. Aceitamos, claro, afinal somos irmãos em Cristo. É uma interação positiva, nós (cristãos) aprendemos sempre que não existe essa diferença e nem deve haver briga. Sem paz com todos, não veremos Deus”, explicou o pastor Elenilson Ribeiro.
O pastor Eliel Magalhães, da mesma igreja, explicou que o templo ficou aberto durante o evento para servir de apoio aos católicos que foram ver o Papa.
“A gente tem o seguinte posicionamento: Jesus Cristo é o senhor. Nosso Pontífice não é o Papa, mas ficamos muito contentes com a visita. Deixamos a igreja aberta para apoiar as pessoas, quem precisasse ir ao banheiro beber uma água”, esclareceu Magalhães.
O padre Márcio Queiroz, que acompanhou o pontífice na visita à favela, relatou que “Caminhando pela comunidade, chegamos até a igreja evangélica. Eu mostrei a ele que eles estavam no templo, e ele pediu para ir até lá para cumprimentá-los. O papa falou com o pastor e com as pessoas que estavam lá, e os convidou a rezarem um Pai Nosso”, disse.
Federico Lombardi, porta-voz do Vaticano, ressaltou que “Foi um momento ecumênico, espontâneo e muito bonito”. Curiosamente, as grandes redes de TV que cobriam o evento não deram destaque a esse encontro que não é novidade para Francisco.
Quando Jorge Bergoglio foi escolhido para ser o sumo pontífice, o evangelista Luis Palau afirmou: “Eu me encontrei com o agora Papa Francisco várias vezes durante nossas visitas a Argentina… ele é um grande amigo dos evangélicos. Sempre teve um grande respeito pelos evangélicos”. Em junho, seis pastores evangélicos pentecostais da Argentina visitaram o Papa Francisco em sua residência no Vaticano.
O encontro durou uma hora e meia, e os líderes evangélicos, disseram ser amigos desde que Bergoglio era o arcebispo de Buenos Aires. Ele se encontrava com os pastores seguidamente nas reuniões da Comunidade Renovada de católicos e evangélicos no Espírito Santo (CRESCER). Com informações Jornal Extra e Agência Brasil.

domingo, 28 de julho de 2013

Projeto da Olimpíada já tem estouro de 48% no orçamento


Nem bem começaram a sair do forno os projetos da Olimpíada e já há um estouro de orçamento repetindo o processo que ocorreu com a Copa-2014. O Centro de Tênis do Parque Olímpico custará 47,6% a mais do que o prometido no orçamento do Rio-2016. E a União assumiu custos que inicialmente estavam previstos para o Comitê Organizador dos Jogos.
Essa instalação terá 16 quadras, sendo oito delas permanentes e oito provisórias. A quadra principal tem uma arquibancada para 10 mil lugares, e será mantida após os Jogos. É a primeira sede esportiva do Parque Olímpico já com orçamento definido.
E o número subiu bastante. Pelo que está no dossiê de candidatura do Rio-2016, o centro de tênis deveria sair por R$ 123,8 milhões em valores atualizados pela inflação até 2016. Na prática, o edital de licitação do projeto desta semana prevê um gasto de R$ 182,7 milhões.
Todo esse valor será bancado pelo governo federal, que já empenhou (destinou) R$ 72,8 milhões para que a prefeitura do Rio de Janeiro execute esse programa – a verba ainda não foi liberada. Viabilizado por meio da Caixa Econômica, o dinheiro sairá do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), que, teoricamente, deveria servir para obras de infraestrutura de desenvolvimento do país. A União já chegou a incluir verba para estádio no PAC, mas desistiu após repercussão de reportagem do UOL.
Uma das explicações para o aumento dos custos são as instalações temporárias. Do total do projeto, R$ 29,7 milhões são para esse tipo de estrutura. São arquibancadas tubulares para uma quadra de 5 mil lugares, elevadores, entre outros itens. Outros R$ 13,1 milhões são para a desmontagem e a operação das quadras até o final de 2017.
Só que, pelo orçamento do Rio-2016, as estruturas provisórias deveriam ser bancadas pelo comitê organizador, que atualmente só tem recursos privados originários do COI (Comitê Olímpico Internacional). “Em todas as instalações temporárias e adaptações temporárias de instalações permanentes, o Comitê Organizador Rio-2016 será responsável pela construção e entrega da infraestrutura”, afirma o documento.
No mundo real, no entanto, o Comitê Rio-2016 pagará apenas por placares, telões, geradores, aparelhos de ar-condicionado, entre outros itens. Isso também repete o que ocorre na Copa-2014 quando a União, Estados e até municípios assumiram gastos que deveriam ser do COL (Comitê Organizador Local) ou da Fifa, como são os casos de centros de treinamento e algumas estruturas temporárias.
Em sua defesa, a prefeitura do Rio e o governo federal alegam que haverá uma economia no projeto integral do Parque Olímpico porque boa parte das instalações serão bancadas por meio de uma PPP (Parceria Público-Privada). “A PPP viabilizou parte importante do projeto que, no dossiê de candidatura, era responsabilidade exclusiva do governo federal”, informou o Ministério do Esporte.
A PPP envolve o valor de R$ 1,352 bilhão que inclui a construção e manutenção por 15 anos da infraestrutura do Parque Olímpico. Também está previsto dentro desse montante a viabilização de pavilhões esportivos, do centro de mídia, de um centro de transmissão, e da Vila dos Atletas. O consórcio Rio Mais, das construtoras Odebrecht, Carvalho Hosken e Andrade Gutierrez.
O problema é que, como também ficou claro nos projetos de estádios da Copa, as PPPs estão longe de terem custo zero para a população. Envolvem cessão de espaços ou bens públicos que passam a ser administrados à revelia de regras do Estado. É o que se vê em estádios como a Arena Pernambuco, Arena Fonte Nova e o Mineirão.
Em relação ao centro de tênis, a prefeitura do Rio ressaltou que o projeto levou em conta a “economicidade”. O dicionário define essa palavra como a qualidade de ser econômico. Certamente haveria maior “economicidade” se o o orçamento inicial fosse mantido.
Fonte: http://rodrigomattos.blogosfera.uol.com.br/2013/07/22/projeto-da-olimpiada-ja-tem-estouro-de-45-no-orcamento/
 

Livro que o Papa Francisco nega sua participação a favor da ditadura argentina.


Resposta às "calúnias"
 
Em livro de entrevistas, Bergoglio nega ter facilitado o sequestro de dois jesuítas pela ditadura argentina
 
Acusado de ter colaborado com a ditadura na Argentina, em um livro de entrevistas aos jornalistas Sergio Rubin e Francesca Ambrogetti, recentemente publicado na Itália, Papa Francesco: Il Nuovo Papa si Racconta (Salani, 189 págs., 10,97 euros), diz jamais ter colaborado com a ditadura. As respostas do argentino Jorge Mario Bergoglio são simples e várias passagens iluminadoras. O Santo Padre, eleito em 13 de março, repete as palavras de Jesus ao falar da ditadura argentina: “Perdoo (os militares e torturadores), mas não me esqueço”.
Após o golpe de 1976, a Igreja Católica foi vista como omissa e vários de seus clérigos, inclusive Bergoglio, foram acusados até de cumplicidade com os militares responsáveis pelas mortes ou desaparecimentos de 30 mil cidadãos. Em abril de 2010, o diário argentino Página 12 afirmou em reportagem de capa que em maio de 1976 Bergoglio esteve envolvido nos sequestros, realizados por oficiais navais, dos jesuítas Orlando Yorio e Francisco Jalics. Ambos ficaram detidos por cinco meses, período em que foram drogados e torturados.
O maior acusador do atual papa chama-se Horacio Verbitsky, autor do livro El Silencio. Alega que Bergoglio fazia parte da hierarquia da Companhia de Jesus e que por motivos ideológicos teria cancelado a ordem de proteção dos dois sacerdotes, abrindo assim caminho para serem sequestrados. Várias das acusações do livro de Verbitsky são baseadas em entrevistas com Jalics. E há outras testemunhas, inclusive uma prisioneira que esteve com os jesuítas cativos. Uma denúncia contra Bergoglio já havia sido feita pelo advogado Marcel Parrilli, em abril de 2005, às vésperas do conclave que elegeu Bento XVI.
Quando da eleição do papa Francisco, numerosos diários europeus não falaram do assunto, preferiram não adentrar a esse sinuoso debate. No entanto, Ezio Mauro, do diário italiano La Repubblica, escreveu: “O papa Francisco deverá compreender que entre seus deveres universais há também aquele de total transparência sobre seus elos com a ditadura militar argentina (...) Terá de fazê-lo para ter as mãos livres”.

Em Papa Francesco: Il Nuovo Papa si Racconta, o pontífice dá sua versão dos fatos para sustentar que as acusações não passavam de “calúnias”.  E enfatiza: “Nunca os expulsei (Yorio e Jalics) da ordem e não queria que permanecessem sem proteção”. Francisco lembra que Yorio e Jalics pretendiam deixar a Companhia de Jesus em 1976, quando atuavam na favela de Bajo Flores, em Buenos Aires, para criar uma congregação religiosa. Os superiores dos jesuítas os intimaram a escolher entre a favela e a Companhia de Jesus. Yorio deixou a Companhia, mas Jalics, que havia prestado um juramento solene e somente o papa poderia aceitar seu pedido, ficou na Companhia. “Eu os adverti a ficar bastante atentos”, afirma Bergoglio.
Os dois missionários foram presos. O papa Francisco diz que rezou até uma missa para o ditador Jorge Videla para poder ter uma audiência com o objetivo de liberar os jesuítas. Jalics, que permaneceu na Companhia de Jesus, continuou próximo a Bergoglio. Quando passava por Buenos Aires sempre o procurava. De todo modo, Francisco não se refere a Yorio no livro. Bergoglio diz, ainda, que em 1976 era muito jovem (tinha, porém, 40 anos), e não sabia avaliar o que estava acontecendo no país. Não deixa de ser surpreendente que um jesuíta maduro, em contato com o povo, não percebesse o que de fato ocorria. O entrevistado afirma que os dois jesuítas foram soltos graças aos esforços da Companhia de Jesus, e pelo fato de eles não serem “subversivos”. Não está claro se para ele os “subversivos” seriam tão ruins quanto os ditadores. Reconhece, contudo, que a Igreja não fez muito contra a ditadura e, realmente, em 2000 fez um mea-culpa.
Não há razões para duvidar das palavras do papa, embora ele pareça ter-se comportado de forma bastante ingênua, quando não confusa e omissa. Mas, ao contrário de Bento XVI, que admitiu ter pertencido à Juventude Hitlerista, Francisco quer reformar a Igreja. O indivíduo tem o direito de mudar de ideia e, com a idade, ganha sabedoria, como diz o próprio Francisco. Assim como João Paulo II e Bento XVI, ele nunca simpatizou com a Teologia da Libertação, mescla de catolicismo e engajamento político a favor dos perseguidos, algo visto pelos conservadores como um movimento marxista. No entanto, ao ser eleito, Francisco fez um gesto simbólico: beatificou Oscar Romero, bispo salvadorenho assassinado por extremistas de direita em 1980 e considerado mártir da Teologia da Libertação. Desde 2005, Bento XVI havia proibido sua beatificação.

Bergoglio hoje surge em cena como um radical. O primeiro papa não europeu desde o sírio Gregório III, no século VIII, quer criar uma “Igreja pobre para os pobres”. Desafia assim os donos do poder em um mundo globalizante dominado pelas oligarquias financeiras e pela tecnologia. Nas palavras de Gaetano Lettieri, professor de História do Cristianismo e das Religiões da Universidade La Sapienza, de Roma, “Francisco usa a simplificação como um desafio cultural para transmitir uma linguagem mais radical”.
Ao ser eleito, disse: “Foram buscar um papa no fim do mundo”.  A mensagem do pontífice, segundo Lettieri, foi esta: “Para entender Cristo é preciso adentrar a pobreza, quiçá no fim do mundo, do ponto de vista social e econômico”. O Evangelho nasce desse patamar fundamental: a pobreza. Segundo essa lógica, o papa vai à periferia e, como todo jesuíta, é um missionário.

sábado, 27 de julho de 2013

O cúmulo do preconceito contra o povo nordestino

Como gestor de negócios da empresa "Haydée Bordados" me recuso a acredita que um ser humano é capaz de ser tão agressivo e sem noção de direito do consumidor e cidadania. Não seria uma montagem de má fé? Esta empresa se tiver um gestor de pessoas e negócios competente certamente demitirá o responsável pelas afirmativas criminosas e extremamente preconceituosa ao povo nordestino. Vamos mostrar a esta empresa através do poder da comunicação que o melhor caminho para ela é fechar suas portas em Aracaju ou contratar pessoas que saibam gerenciar pessoas. Compartilhem o máximo possível após leitura do texto abaixo...

"Um assinante da empresa "Minas Mais" residente em Aracaju (SE) fez uma reclamação no site Reclame Aquipedindo esclarecimentos da empresa de internet sobre a constante queda na localidade. O consumidor afirma que durante a semana pelo menos um dia fica sem acesso à internet.
O que surpreendeu o consumidor foi a resposta e a postura adotada pela empresa que culpou os profissionais do nordeste, afirmando que não gostam de trabalhar e é algo cultural, comparado as demais regiões do Brasil. “Os nordestinos são preguiçosos e não respeitam nem os seus conterrâneos”, afirma a empresa no site de reclamação. A empresa fica localizada na Rua Monteiro Lobato, 362, Atalaia, Aracaju-SE."

Confira na íntegra a reclamação feita no site Reclame Aqui:



Fonte: http://www.jornaldesergipe.com/2013/07/empresa-de-internet-descrimina-o.html?spref=fb
 

quinta-feira, 25 de julho de 2013

Imprensa China investiga farmacêutica anglo-sueca AstraZeneca

A polícia chinesa esteve na sede da farmacêutica anglo-sueca AstraZeneca e interrogou um responsável das vendas, depois da investigação à firma britânica GlaxoSmithKline (GSK), noticiou hoje o jornal South China Morning Post.

Um representante da AstroZeneca, citado pelo diário de Hong Kong, afirmou que a investigação policial está relacionada com "um caso individual" na empresa, a sétima mundial em volume de receitas no setor farmacêutico.

Os 'media' chineses estão a relacionar este caso com as investigações que a polícia chinesa realiza há alguns meses na GSK, a quarta maior farmacêutica mundial, de acordo com a agência noticiosa espanhola EFE.

Quatro responsáveis chineses da GSK foram detidos e acusados de suborno. Alegadamente, a GSK pagou cerca de 500 milhões de dólares em subornos a farmacêuticas, hospitais e médicos para promover as vendas na China.

As autoridades chinesas proibiram o diretor do departamento financeiro da empresa, o britânico Steve Nechelput, de sair do país enquanto prosseguir a investigação.

O South China Morning Post adiantou que a GSK vai baixar os preços dos produtos na China, na sequência da divulgação do escândalo, pelo qual a empresa já apresentou desculpas às autoridades chinesas, prometendo "tolerância zero" relativamente às práticas ilegais dos executivos no país.

Chiesi tem novo presidente no Brasil

São Paulo, julho de 2013 - Jose Fernando Albertini Almeida é o novo presidente da indústria farmacêutica Chiesi no Brasil. Fernando tem mais de 25 anos de experiência na indústria farmacêutica. O executivo já trabalhou na Roche, AstraZeneca e Jansseng-Cilag, ocupando cargos de diretoria nas áreas de marketing, comercial e novos negócios, entre outras. Sobre a Chiesi: Com sede em Parma, Itália, o grupo opera em todos continentes, com 22 filiais diretas, 3 plantas de produção (Itália, França e Brasil) e 4 centros de pesquisa e desenvolvimento de novos produtos e tecnologias (Itália, França, Estados Unidos e Inglaterra). A Chiesi está no Brasil desde 1976, oferecendo, aos profissionais de saúde e pacientes, medicamentos com a qualidade e confiabilidade reconhecidas em todo o mundo. A empresa disponibiliza recursos importantes para a terapêutica medicamentosa de doenças relacionadas às diversas especialidades como: doenças do trato respiratório (asma e doença pulmonar obstrutiva crônica); doenças alérgicas (rinites e urticária), cardiovasculares (hipertensão e angina), distúrbios metabólicos (dislipidemias), músculo-esqueléticas e suplementos com poliaminoácidos. Além de tecnologias que facilitam a vida dos pacientes, como dispositivos inalatórios e espaçadores para a administração de medicamentos utilizados por via inalatória. Nessa área, o grupo Chiesi desenvolveu uma nova tecnologia, denominada Modulite®, colocando à disposição da Classe Médica, medicamentos em aerossóis que, por serem isentos de substâncias prejudiciais à camada de ozônio, respeitam o meio ambiente. Desenvolveu também, a tobramicina para uso inalatório, utilizada para o tratamento de infecções pulmonares presentes em pacientes com fibrose cística.

Fonte: http://www.grupemef.com.br/noticias_completa.php?not_id=3825

quarta-feira, 24 de julho de 2013

GSK avalia mudar práticas na China após escândalo

24/07/2013 - 15:19
A GlaxoSmithKline (GSK) poderá eliminar as comissões relacionadas à emissão de receitas, para o seu pessoal de vendas, e reduzir os preços de seus medicamentos na China, como consequência de uma investigação sobre corrupção. Os executivos do grupo farmacêutico britânico estão a estudar adoptar, no seu modelo comercial, mudanças já introduzidas em outros países como os EUA e o Reino Unido, onde reorganizou as suas operações em respostas a acusações de marketing agressivo feitas no passado, avança o Valor Econômico.
As medidas ainda estão a ser debatidas e não deverão ser finalizadas enquanto a companhia estiver concentrada nas negociações com as autoridades chinesas. Existem alegações de que pelo menos quatro dos seus executivos de alto escalão no país se envolveram em subornos e manipulação de impostos ao longo de seis anos. Abbas Hussain, presidente dos negócios da GSK para os mercados emergentes, discutiu no domingo passado mudanças no modelo operacional da companhia com autoridades chinesas.
As iniciativas foram divulgadas terça-feira, quando Andrew Witty, CEO da GSK, finalizava observações sobre a investigação antes do anúncio dos resultados do segundo trimestre. Ele deverá enfatizar os esforços da companhia para cooperar com a investigação, destacando ao mesmo tempo o compromisso com os investimentos e seu crescimento na China, juntamente com maior acesso a tratamentos no país.

Funcionários locais também estão a ser investigados. A agência de notícias oficial de Xinhua, mencionando um comunicado do Ministério da Saúde da China, disse que 39 funcionários de um hospital da província de Guangdong serão punidos por aceitarem comissões ilegais num total de 2,82 milhões de yuan (457 mil dólares) de duas farmacêuticas entre Janeiro de 2010 e Dezembro de 2012. A agência não revelou os grupos envolvidos.
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Fonte: http://www.rcmpharma.com/actualidade/industria-farmaceutica/24-07-13/gsk-avalia-mudar-praticas-na-china-apos-escandalo

Simposium Terapêutico e JRS lançam o MEDiK

24/07/2013 - 09:54
Um serviço inovador de Remote Detailing

Portugal - O Simposium Terapêutico e a JRS criaram um serviço inovador de Remote Detailing que pretende dar resposta aos desafios que a Indústria Farmacêutica enfrenta actualmente no contacto com os médicos: o MEDiK.
A diminuição das forças de vendas nos últimos anos e, mais recentemente, as novas regras impostas pelo Ministério da Saúde em relação às visitas dos delegados de informação médica (DIM) aos estabelecimentos do Serviço Nacional de Saúde (SNS) dificultam a visita presencial, que representa ainda um pilar importante na comunicação das companhias.
O que é o MEDiK?
O MEDiK é um serviço de Remote Detailing que permite a realização de visitas médicas one-to-one remotamente, através de uma plataforma online que permite a partilha de conteúdos diversos (multimédia, texto, imagem, vídeo, som, etc.) sem que o médico necessite de fazer qualquer instalação ou de se registar.
Porquê o Remote Detailing?
Este modelo apresenta vantagens tanto para as companhias quanto para os próprios médicos:
Vantagens da parceria
A combinação das competências do Simposium Terapêutico e da JRS permite apresentar um serviço único e inovador no mercado nacional.
Há mais de 50 anos no mercado, a Simposium Terapêutico é uma marca de referência na área da saúde, que investe constantemente a sua experiência, qualidade de conteúdos e capacidade de inovação na realização de novos projectos.
Com uma base de dados de profissionais de saúde que compreende mais de 35 mil contactos activos, a Simposium Terapêutico aposta cada vez mais nas plataformas digitais para fazer chegar informação rigorosa, credível e científica da indústria farmacêutica aos targets estratégicos de cada companhia. Com o Medik, a Simposium Terapêutico coloca todo o seu know-how de comunicação, bem como as suas estruturas e plataformas tecnológicas, ao serviço da indústria, para melhor satisfazer as actuais necessidades do mercado.
A JRS Pharmarketing é uma empresa que opera há mais de 20 anos no mercado nacional e que se dedica à consultoria e estratégia no sector da saúde, com uma vasta experiência em Marketing Farmacêutico, tendo vindo a especializar-se em plataformas e conteúdos digitais.

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Bolsa APED/Janssen financia estágios a portugueses no Brasil e na Dinamarca

23/07/2013
Daniel Humberto Pozza e Luís Miguel Costa Carrão foram os vencedores na vertente clínica da Bolsa APED/Janssen de Apoio à Formação na Área da Dor. Direccionada a licenciados em áreas das ciências da saúde, a Bolsa irá proporcionar aos distinguidos a realização de um estágio individual, no valor de 1.500 Euros cada, para aperfeiçoar os conhecimentos técnicos na medicina da dor (aguda ou crónica), avança comunicado de imprensa.

A Bolsa de estágio atribuída a Daniel Humberto Pozza, professor no Instituto de Histologia e Embriologia da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto (FMUP), será realizada no Instituto da Cabeça do Hospital São Paulo e Universidade Federal de São Paulo, no Brasil, onde irá cooperar no atendimento clínico aos doentes com dor orofacial (DOF) e/ou disfunção temporomandibular (DTM).
O objectivo será melhorar o processo de diagnóstico e o plano de tratamento proposto, supervisionado por especialistas na área da DOF/DTM.
Luís Miguel Costa Carrão será incluído num programa de trabalhos na área científica da avaliação da dor, sob a supervisão do Professor Doutor Lars Arendt-Nielsen, no Center for Sensory-Motor Interaction (SMI), do Departamento de Ciências da Saúde e Tecnologia da Faculdade de Medicina da Universidade de Aalborg, na Dinamarca.  Este estágio permite uma aprendizagem de novos métodos de avaliação clínica da dor, a análise, leitura e tratamento de dados com recurso a diferentes instrumentos e medidas para avaliação da dor. As aptidões obtidas durante a realização do estágio serão depois aplicadas no local de origem do estagiário, no Centro Interdisciplinar para o Estudo da Performance Humana (CIPER), da Faculdade de Motricidade Humana – Universidade Técnica de Lisboa (FMH –UTL).
O júri foi constituído por Armando Almeida, professor da Escola de Ciências da Vida e da Saúde da Universidade do Minho, José Manuel Romão, médico do Hospital de Santo António do Porto, Henrique Dias, enfermeiro do Centro Hospitalar de Trás-os-Montes e Alto Douro,  Maria de Jesus Moura, psicóloga da Unidade de Psicologia do Instituto Português de Oncologia – Lisboa, e presidido por José Manuel Castro Lopes, professor da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto.
Os projectos apresentados foram avaliados pelo júri de acordo com quatro critérios:  âmbito do projecto de estágio, valor acrescentado para o colaborador e para a equipa em que se integra, mérito curricular do candidato e mérito do local de realização do estágio.
A dor crónica é uma situação de dor persistente. A lombalgia crónica, osteoartrose, cefaleias e artrite reumatóide são algumas das causas mais frequentes de dor crónica. Se a dor não for adequadamente tratada, a qualidade de vida das pessoas poderá ser gravemente afectada, podendo conduzir à incapacidade para o trabalho. Em Portugal, a dor crónica afecta 30 por cento da população.