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sexta-feira, 15 de agosto de 2014

Primeiro Curso de Consultor Comercial da Indústria Farmacêutia é criado no Interior de São Paulo


14/8/2014
Acaba de ser criado o primeiro curso de consultor comercial da indústria farmacêutica no interior de São Paulo. O programa tem como objetivo formar profissionais de alta performance comercial, visando atender o mercado nacional de medicamentos, que será o 5o maior do mundo até 2017. Já neste ano, espera-se que a venda de medicamentos no Brasil atinja a cifra de R$60 bilhões, segundo estimativas do Sindusfarma (explicar sigla), e continuará crescendo em média 10% ao ano, com o interior paulista representando o segundo maior mercado de medicamentos do País.
A Industria farmacêutica necessita de profissionais altamente qualificados, mas hoje o país não consegue formar estes profissionais na mesma velocidade do crescimento do setor. Segundo o especialista e Gerente de treinamento da BIOLAB, Máximo Maia, hoje as empresas fazem grandes investimentos após a contratação destes profissionais para adequá-los aos requisitos da função.
“Avaliamos a evolução e as constantes mudanças nesse mercado e no perfil do profissional comercial da saúde, quais os requisitos necessários para seu alto desempenho. Concluímos que mais do que um representante de vendas tradicional, de entregar amostras e divulgar remédios, o mercado farmacêutico busca um Consultor Comercial, preparado para apoiar não só o médico, mas também todos os outros profissionais de saúde relacionados”, afirma o professor e coaching Daniel Souza da CognusHealth.
Foram realizadas pesquisas e desenvolvidos conteúdos e metodologia de formação andragógica (educação para adultos) para esse novo Consultor Comercial ,preparando-o e capacitando-o para tornar a comunicação sobre os medicamentos mais eficiente não somente para o médico, mas também para os enfermeiros, assistentes sociais, e farmacêuticos entre outros profissionais de saúde envolvidos no processo de dispensação de medicamentos.
O processo de aquisição cognitiva (aprendizagem) no programa criado é baseado em seis competências essenciais para quem deseja transformar-se em um Consultor Comercial: Comunicação Interpessoal e Científica, Empatia, Planejamento, Inteligência Tecnológica, Foco em resultados e Resiliência.
De acordo com o professor Elison Broza, um dos idealizadores do programa de treinamento e consultoria, outro diferencial em relação aos outros cursos existentes no mercado é oferecer ao profissional interessado em qualificar-se para esse segmento o conhecimento, orientação e networking de um time de profissionais preparados, que exerceram posições estratégicas na indústria farmacêutica e de saúde nas áreas de Marketing, Comercial e Treinamento, no Brasil, EUA e Europa.
Sobre a CognusHealth:
A CognusHealth é a primeira empresa colaborativa de educação profissional comercial para a indústria farmacêutica do interior paulista. Criada para para atender o segmento de saúde, ela é detentora do programa e curso Cognus6, que desenvolve e certifica consultores comerciais para atuarem na indústria farmacêutica. O lançamento está sendo realizado através do site www.cognushealth.com.br , e as inscrições para o primeiro curso presencial ,terá início em 06 de setembro com término previsto para 08 de Novembro de 2014, no Espaço Vértica em Valinhos/SP. Para maiores informações e inscrições acesse www.cognushealth.com.br.



quarta-feira, 24 de julho de 2013

GSK avalia mudar práticas na China após escândalo

24/07/2013 - 15:19
A GlaxoSmithKline (GSK) poderá eliminar as comissões relacionadas à emissão de receitas, para o seu pessoal de vendas, e reduzir os preços de seus medicamentos na China, como consequência de uma investigação sobre corrupção. Os executivos do grupo farmacêutico britânico estão a estudar adoptar, no seu modelo comercial, mudanças já introduzidas em outros países como os EUA e o Reino Unido, onde reorganizou as suas operações em respostas a acusações de marketing agressivo feitas no passado, avança o Valor Econômico.
As medidas ainda estão a ser debatidas e não deverão ser finalizadas enquanto a companhia estiver concentrada nas negociações com as autoridades chinesas. Existem alegações de que pelo menos quatro dos seus executivos de alto escalão no país se envolveram em subornos e manipulação de impostos ao longo de seis anos. Abbas Hussain, presidente dos negócios da GSK para os mercados emergentes, discutiu no domingo passado mudanças no modelo operacional da companhia com autoridades chinesas.
As iniciativas foram divulgadas terça-feira, quando Andrew Witty, CEO da GSK, finalizava observações sobre a investigação antes do anúncio dos resultados do segundo trimestre. Ele deverá enfatizar os esforços da companhia para cooperar com a investigação, destacando ao mesmo tempo o compromisso com os investimentos e seu crescimento na China, juntamente com maior acesso a tratamentos no país.

Funcionários locais também estão a ser investigados. A agência de notícias oficial de Xinhua, mencionando um comunicado do Ministério da Saúde da China, disse que 39 funcionários de um hospital da província de Guangdong serão punidos por aceitarem comissões ilegais num total de 2,82 milhões de yuan (457 mil dólares) de duas farmacêuticas entre Janeiro de 2010 e Dezembro de 2012. A agência não revelou os grupos envolvidos.
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Fonte: http://www.rcmpharma.com/actualidade/industria-farmaceutica/24-07-13/gsk-avalia-mudar-praticas-na-china-apos-escandalo

segunda-feira, 15 de julho de 2013

Detidos quatro directores da farmacêutica GSK na China

15/07/2013 - 08:09
A polícia chinesa deteve quatro directores da filial no país asiático da farmacêutica britânica GlaxoSmithKline (GSK), suspeitos de terem levado a cabo crimes económicos, informou a agência oficial Xinhua, citada pelo semanário Expresso.
Os detidos são o vice-presidente e director de operações da GSK, Liang Hong, director de recursos humanos, Zhang Guaowei, director de assuntos jurídicos, Zhao Hongyan, e encarregado do desenvolvimento do negócio, Huang Hong, indicou a equipa de investigação. A Xinhua não referiu há quanto tempo os responsáveis estão sob custódia policial.
 

quarta-feira, 10 de julho de 2013

GlaxoSmithKline investiga práticas de marketing do Botox® na China

09/07/2013 - 08:40
A GlaxoSmithKline está a investigar alegações de que a sua equipa de vendas utiliza tácticas impróprias para comercializar o Botox® (onabotulinumtoxina) na China, avança o site FirstWord. O porta-voz da empresa Simon Steel disse: "Estamos a investigar estas novas alegações. Entretanto, as nossas investigações até ao momento não encontraram nenhuma evidência de suborno ou corrupção em relação às nossas vendas e marketing do Botox® terapêutico na China".
O The Wall Street Journal, citando documentos internos e e-mails da GlaxoSmithKline, noticiou que a equipa de vendas discutia gratificações com médicos para a prescrição do Botox® com pagamentos em dinheiro, créditos educacionais e outros incentivos. A estratégia de marketing, chamada Vasily, supostamente teve como alvo 48 médicos e foi projectada para recompensá-los com base no número de prescrições escritas para o Botox®.
"Investigámos a alegação específica sobre o chamado programa Vasily," disse Steel, acrescentando que "a nossa investigação descobriu que apesar de a proposta não conter nada inconveniente, o programa nunca foi implementado". A GlaxoSmithKline assinou um acordo em 2005 para comercializar o Botox® da Allergan na China para determinadas indicações.
As últimas acusações contra a GlaxoSmithKline virem alegadamente da mesma fonte anónima que afirmou no início deste ano que a equipa de vendas da farmacêutica na China estava envolvida em corrupção generalizada de médicos para prescrever medicamentos, em alguns casos, para usos não autorizados, entre 2004 e 2010. No mês passado, a farmacêutica disse que tinha concluído uma investigação sobre as alegações e não encontrou nenhuma evidência de irregularidade.
Na semana passada, a Comissão Nacional de Desenvolvimento e Reforma da China (CNDR) disse que está a investigar os custos de produção e preços praticados em 60 empresas farmacêuticas estrangeiras e chinesas, incluindo farmacêuticas como a GlaxoSmithKline, MSD (Merck & Co.), a unidade Sandoz da Novartis, Boehringer Ingelheim, Baxter e Astellas. A CNDR irá analisar 27 empresas em relação às questões de custo e 33 companhias em relação aos preços.