quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Promotora diz que liminares não são cumpridas. E aí? Ficará por isso mesmo?

A ação foi movida pelo MPE em 2011
  


Imagem apenas ilustrativa

A falta de medicamentos oncológicos a exemplo do gencitabina está prejudicando o tratamento de muitos pacientes que procuraram o Ministério Público estadual (MPE) para denunciar a situação.
Segundo a promotora de justiça do MPE, Euza Missano, no órgão já existe um procedimento administrativo de 2011, bem como ações movidas na tentativa de que a Secretaria Estadual de Saúde (SES) regularize a situação. “Já notificamos representantes da oncologia do huse, já movemos ação por parte da FHS e também temos liminares. Essas liminares não estão sendo cumpridas e entramos com petição para que haja o cumprimento das ações”, conta.
Ainda como acrescenta a promotora Euza Missano, o papel do Ministério Público é tentar resolver a problemática. “Não foi possível ser feito o TAC e estamos insistindo para que não haja a descontinuidade do medicamento”, afirma.
Na tentativa de fazer valer o cumprimento judicial, a promotora Euza Missano enviou uma notificação para a Secretaria de Estado da Saúde para que em cinco dias, a SES apresente uma lista com os medicamentos existentes e sobre a real situação no setor de oncologia da unidade.

Ação
Em novembro de 2011, a justiça deu um parecer favorável para a ação movida pelo MPE solicitando a regularização de 26 medicamentos a exemplo da Gencitabina, Trastuzumade 400mg, Capecitabina 500mg, Ifosfanida 1g frasco-ampola, dentre outros.

SES
A informação passada pela assessoria da SES é que a previsão é para que o medicamento gencitabina chegue hoje.

Por Aisla Vasconcelos

Fonte: http://www.infonet.com.br/saude/ler.asp?id=139274&titulo=noticias

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

A descoberta de um agente químico eficaz que auxilia no combate ao Mau Hálito!


10/01/2013 - 05:29
Através de fórmulas exclusivas e inovadoras, a Odomed oferece uma linha de produtos completa para o tratamento da Halitose.

A halitose, mais conhecida como mau hálito é muito comum entre os brasileiros. Estima-se que mais de 30% da população do país apresenta o problema, sendo que este índice aumenta significativamente na faixa etária acima de 65 anos.

A causa mais comum do problema é a higiene bucal, que pode estar sendo realizada de forma incorreta ocasionando a proliferação de bactérias, gerando odores, normalmente causados por compostos como o enxofre, principal responsável pelo mau hálito.

A má higienização da língua é o principal fator agravante para a halitose, quando não realizada corretamente cria uma placa no dorso da língua, chamada saburra lingual –onde se encontram as bactérias que geram gases mal cheirosos.

Para tratamento e prevenção dos casos citados e de outros problemas de saúde bucal, a Odomed apresenta sua linha “Halicare” de produtos específicos na prevenção e combate da halitose. Toda a linha conta com um agente químico a base de Dioxido de Cloro, desenvolvido pela Odomed com uma formulação inovadora e especifica para o tratamento da halitose.

A descoberta desta formulação mostrou-se eficaz na eliminação das bactérias envolvidas na halitose e foi um grande avanço nesse sentido. O dióxido de cloro dentro da formulação elaborada é um antibactericida que se revelou como altamente eficaz na prevenção e combate das infecções bucais e na eliminação das bactérias responsáveis pelos odores causados pela halitose. “O agente químico impede a proliferação dos micro organismos, e o grande diferencial do produto, frente a outros bactericidas de uso bucal, é que não tem contra indicação de uso e possui efeito prolongado, pH balanceado (pH 6,9), ausência de corantes que mancham os dentes, não contém álcool, não irrita a mucosa , não contém agente carcinogênico, nem açúcar e não deixa resíduos que alterem o equilíbrio da flora bacterina bucal, podendo ser usado como complemento da higienização bucal diária”, explica Arnaldo Giannini, da Odomed.

Produtos da linha “Halicare” da Odomed: o Enxaguante Halicare com princípio ativo de Dióxido de Cloro, elimina as bactérias causadoras do mau hálito, inibindo sua proliferação. |.O gosto levemente ácido do Salix Halicare estimula a salivação. |.O Hiperbolóide Halicare com formato especial feito de silicone estimula mecanicamente a salivação.|O Limpador Lingual Halicare é utilizado para a limpeza, removendo a saburra lingual. |Fácil de aplicar, o Spray Halicare complementa a utilização do Enxaguante Halicare a qualquer hora de form. |O Gel Halicare lubrifica a boca e tem ação antibacteriana, especialmente recomendado para utilização durante o sono ou para pacientes que possuem limitação motora.

Anvisa diz que regulação barateia preço de remédio


16/01/2013 - 05:51
Brasília – A regulação econômica permitiu que os medicamentos chegassem às mãos dos brasileiros com preços, em média, 35% mais baratos do que os pleiteados pelas indústrias farmacêuticas. A conclusão é de estudo divulgado no dia 15 de janeiro (terça-feira), pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Foram analisados os preços máximos estabelecidos pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (Cmed) entre março de 2004 e dezembro de 2011. A avaliação chegou a 1.115 apresentações de 433 remédios.

Segundo a Anvisa, na maior parte das vezes, as empresas solicitam preços em valores superiores aos que acabam autorizados pelo governo.

No caso de remédios com moléculas inovadoras, patente no Brasil e comprovação de ganho terapêutico, em relação aos utilizados para a mesma indicação terapêutica (categoria I), os preços máximos estabelecidos foram 19% mais baratos do que os solicitados pela indústria.

Entre os medicamentos novos sem patente ou sem comprovação de ganho terapêutico (categoria II), a redução foi de 37%.

Novas associações de princípios ativos existentes no Brasil e remédios em novas formas farmacêuticas (categoria V) registraram uma diferença de 38% entre o preço fixado e o pleiteado pelas empresas.

Entre os medicamentos classificados na categoria “caso omisso” e os que não puderam ser enquadrados em nenhuma das categorias estabelecidas pela legislação, a redução dos preços foi de 35% e de 45% respectivamente.

Desde 2003, a Cmed regulamenta o controle do preço dos medicamentos comercializados no Brasil baseada em um modelo de teto de preços. O preço fábrica é o teto pelo qual um medicamento pode ser comercializado, no atacado, pelas distribuidoras e empresas produtoras. O preço máximo ao consumidor é o teto pelo qual o medicamento é vendido nas farmácias e drogarias.|ABr

Tivantinib da Daiichi Sankyo e ArQule falha objectivo principal em ensaio no cancro colo-rectal

16/01/2013 - 10:41


A Daiichi Sankyo e a ArQule anunciaram na passada sexta-feira que o seu fármaco tivantinib não conseguiu alcançar o objectivo primário de sobrevida livre de progressão prolongada (PFS) num estudo de Fase II com doentes com cancro colo-rectal refractário ou recidivo. As acções da ArQule, que entrou num acordo de licenciamento em 2008 com a Daiichi Sankyo para o inibidor oral TEM, caíram tanto quanto 23 por cento com a notícia, avança o site FirstWord.


O estudo comparou a adição de tivantinib ou placebo ao irinotecano e ao Erbitux® (cetuximab) da Bristol-Myers Squibb, Eli Lilly e Merck KGaA em 122 doentes com cancro colo-rectal irressecável cujos tumores expressam a forma selvagem do gene KRAS. As companhias referiram que a PFS foi de 8,3 meses em doentes tratados com tivantinib, em comparação com 7,3 meses nos pacientes no grupo de placebo, uma diferença que não foi significativa. Além disso, os resultados de primeira linha revelaram que a adição de tivantinib ao irinotecano e ao Erbitux® não melhorou significativamente a taxa de resposta objectiva em relação ao placebo, um objectivo secundário do estudo.


Reinhard von Roemeling, vice-presidente de desenvolvimento clínico em oncologia da Daiichi Sankyo, disse que as empresas vão discutir os dados "com líderes de opinião na área [do cancro colo-rectal] para determinar a melhor forma de prosseguir com o desenvolvimento clínico... neste tipo de tumor ". As empresas referiram que os resultados adicionais do estudo serão apresentados numa próxima reunião médica, incluindo dados mais recentes sobre sobrevivência global.


Em Outubro do ano passado, a Daiichi Sankyo e a ArQule interromperam o ensaio de Fase III MARQUEE com o tivantinib em combinação com o Tarceva® (erlotinib) da Astellas e Roche , no cancro do pulmão de não-pequenas células, porque o objectivo principal de melhora da sobrevida global não seria atingido. No início do ano, a ArQule indicou que a Kyowa Hakko Kirin, que detém os direitos de desenvolvimento para o tivantinib em algumas partes da Ásia, suspendeu temporariamente a inscrição de doentes no ensaio de fase final ATTENTION para o fármaco no cancro do pulmão de não-pequenas células, devido a preocupações de segurança.

Comissão Europeia aprova extensão da indicação do Zytiga® da Johnson & Johnson

16/01/2013 - 10:46


A Johnson & Johnson anunciou na passada sexta-feira que a Comissão Europeia concedeu aprovação para a expansão da indicação do seu medicamento Zytiga® (acetato de abiraterona) para abranger o tratamento do cancro da próstata, avança o site FirstWord.

A empresa referiu que a nova indicação inclui o uso de Zytiga em associação com prednisona ou prednisolona para o tratamento do cancro da próstata metastático resistente à castração (mCRPC) em adultos que são assintomáticos ou ligeiramente sintomáticos após falha de terapia de privação de androgénio em que a quimioterapia não é ainda clinicamente indicada. Anteriormente, o medicamento só estava aprovado para tratamento de homens com mCRPC cuja doença tenha progredido durante ou após uma quimioterapia baseada em docetaxel.

A decisão da Comissão Europeia segue as recomendações do Comité de Medicamentos para Uso Humano da Agência Europeia do Medicamento (EMA) feitas com base no ensaio fase III COU-AA-302.

O ensaio de fase final revelou um benefício de sobrevida livre de progressão e uma forte tendência para a melhora da sobrevida global favorecendo o grupo a tomar Zytiga®. Além disso, o fármaco foi associado a melhoras significativas em todos os objectivos secundários, quando comparado ao grupo de controlo.

Após a sua aprovação inicial em 2011, a FDA (entidade que regula os medicamentos nos EUA) aprovou em Dezembro uma indicação expandida do Zytiga® para o tratamento de CRPC em fase final em combinação com prednisona, após dados de um estudo terem revelado benefícios de sobrevida livre de progressão e global para o fármaco.

GlaxoSmithKline enfrenta decisões cruciais de aprovação de medicamentos em 2013

16/01/2013 - 08:07


A GlaxoSmithKline tem cinco novos medicamentos em análise por reguladores nos EUA, incluindo os medicamentos para os pulmões Anoro® (brometo de umeclidinium / vilanterol) e Relvar® (vilanterol / fluticasona), e outro que será em breve apresentado, fazendo com que 2013 seja um importante para a empresa, informou a Bloomberg na passada sexta-feira. "Pela primeira vez em 20 anos, [s GlaxoSmithKline] poderia estar numa área de crescimento real", comentou Patrick Vallance, director de I&D de produtos farmacêuticos da empresa, referindo, no entanto, que "se todas os seis falharem e não conseguirmos as aprovações para eles, a empresa ficará numa má situação”, avança o site FirstWord.
O analista da Natixis Securities Philippe Lanone comentou que a farmacêutica "vai selar o seu destino em 2013", acrescentando que "se os novos produtos falharem, a empresa vai ficar em apuros".

Além dos pedidos de aprovação para os fármacos Anoro® e Relvar®, a GlaxoSmithKline apresentou candidaturas à FDA (entidade que regula os medicamentos nos EUA) para o tratamento do HIV dolutegravir, bem como para o dabrafenib e o trametinib para o melanoma. A empresa também planeia enviar o pedido para aprovação do tratamento para a diabetes de tipo 2 albiglutide no início deste ano.

De acordo com o Deutsche Bank, há uma hipótese de 40% de o Relvar® ser aprovado para a doença pulmonar obstrutiva crónica (DPOC), uma probabilidade de 70% para p dolutegravir e uma probabilidade de 85% para o dabrafenib e o trametinib. Vallance sugeriu que o Relvar® e o dolutegravir têm o maior potencial. Este último está a ser desenvolvido pela ViiV Healthcare, uma joint-venture entre a GlaxoSmithKline e a Pfizer, sendo que a Shionogi também detém uma participação de 10%. Vallance referiu que, enquanto o albiglutide irá enfrentar desafios por entrar numa "área lotada", a sua administração uma vez por semana é uma melhoria importante em comparação à administração diária. Os analistas do Deutsche Bank estimam que as vendas de pico do produto podem chegar aos 800 milhões de dólares.

Para Vallance, o Relvar®, que está a ser desenvolvido juntamente com a parceira Theravance, vai diferenciar-se dos tratamentos existentes porque é um medicamento de uma única toma diária. "As propriedades da molécula e a única toma diária levarão a uma maior adesão à terapêutica, o que, por conseguinte, eleva a eficácia do tratamento no ambiente do mundo real", disse Vallance. No entanto, o analista da Morgan Stanley Peter Verdult sugeriu que o Relvar® pode não ser muito diferente do actual produto da GlaxoSmithKline Advair® (salmeterol / fluticasona). A FDA deverá decidir sobre a terapia em Maio.

Vallance referiu que, devido à sua conduta, a GlaxoSmithKline não está focada em gastar milhares de milhões de dólares na compra de medicamentos experimentais em fase final de desenvolvimento e, em vez disso, está a olhar para ofertas para agentes em fase inicial de desenvolvimento e tecnologias. "Temos um pipeline de fase final completo e não estou certo de que estamos desesperados para trazer mais coisas", acrescentou o executivo.

sábado, 12 de janeiro de 2013

Bons gerentes não são honestos; fingem emoções


Um novo estudo da Universidade de Edinburgh Napier (Reino Unido) sugere que os gestores reconhecem a necessidade de fingir e frequentemente fingem emoções no trabalho, especialmente ao interagir com seus funcionários.
Embora as pesquisas – e o senso comum – tenham mostrado até agora bons líderes e gestores são autênticos, abertos e honestos, o estudo recente indica que nem sempre é assim.


Para garantir que os funcionários tenham um bom desempenho em seus postos de trabalho, os gestores precisam “fabricar”, “fingir” emoções positivas e encorajadoras, e substituir ou controlar quaisquer pensamentos privados ou negativos.

A pesquisa

A pesquisa de doutorado foi conduzida pela psicóloga Chiara Amati. Ela e sua equipe entrevistaram12 gestores e examinaram outros 30.

“Os gestores relataram se sentirem obrigados a monitorar suas demonstrações públicas de emoções, a fim de gerenciar o desempenho e manter boas relações de trabalho com sua equipe, especialmente em postos mais baixos na hierarquia ou fileiras de poder [pois eles simplesmente não têm a autoridade para impor respeito incondicional]”, explica Chiara.

Outra descoberta do estudo sugere que mulheres gerentes precisam fingir ou controlar suas exposições emocionais mais do que seus colegas do sexo masculino.

“Gerentes mulheres precisam lidar com estereótipos contrastantes no local de trabalho; por um lado, elas são vistas como carinhosas, apoiadoras, não bravas ou agressivas. Por outro lado, manifestações de emoção, como o choro, são muitas vezes vistos como manipuladoras”, disse Chiara.


Um levantamento da Universidade Carlos III de Madrid já havia constatado que as mulheres conduzem cargos de gestão de uma forma mais democrática, permitindo que os funcionários participem na tomada de decisões e estabeleçam canais de comunicação interpessoais. Isso pode ter a ver tanto com a natureza feminina quanto com seu esforço maior para “fingir e controlar” emoções.

Além disso, um outro estudo chegou à conclusão de que a arrogância é a pior característica para um chefe, de modo que controlar emoções negativas ou exposições negativas pode ser muito bom para gestores.

“Nós já sabíamos há algum tempo que o clima emocional no local de trabalho é um fator-chave no bem-estar e desempenho dos empregados. Sabíamos também sobre a necessidade dos gestores de serem inteligentes emocionalmente para serem bem sucedidos. O que nós estabelecemos aqui é o quão importante é o controle da exposição de emoções de gestores ao público”, conclui Chiara.

Uma pesquisa da Universidade de Houston também mostrou que, apesar da autenticidade ser importante para a felicidade, no trabalho a coisa não é bem assim. Apesar de em outros contextos a relação de honestidade acontecer para o melhor, no caso do trabalho não parecia valer a pena “ser inteiramente você mesmo”. Com certeza não é uma boa ideia falar tudo o que você pensa no trabalho, certo? Então, “fingir”, nesse contexto, não precisa ter um aspecto negativo, mas sim pode ser visto como um esforço para o bem-estar coletivo.


“Fingir parece, até certo ponto, ser apenas parte de uma boa gestão de pessoas”, afirma Chiara.[ScienceDaily, BBC]

AbbVie (Abbott) celebra o seu lançamento como uma nova empresa biofarmacêutica.

03/01/2013 - 07:56

A AbbVie assinalou esta quarta-feira o seu lançamento como uma empresa biofarmacêutica independente, com os colaboradores de mais de 40 países e os doentes a juntarem-se aos responsáveis da empresa na primeira abertura de 2013 da Bolsa de Nova Iorque (NYSE), avança a companhia, em comunicado de imprensa.



Com um legado de 125 anos no desenvolvimento de produtos farmacêuticos, a AbbVie alia o empenho e a paixão de uma biotecnológica de excelência à competência e estrutura de um líder consagrado na indústria farmacêutica. Enquanto empresa global ao serviço de doentes em mais de 170 países, a AbbVie lança-se no mercado com uma estimativa de volume de negócios anual de 18 mil milhões de dólares e um forte empenho na valorização do investimento dos accionistas através do potencial de crescimento a longo prazo e da continuação da histórica atribuição de dividendos aos accionistas.


“Hoje, a AbbVie entra no mercado com um portefólio impressionante, uma gama sólida de produtos em desenvolvimento e colaboradores empenhados, que irão trabalhar em prol dos doentes e do crescimento,” afirmou Richard A. Gonzalez, presidente do Conselho de Administração e CEO (Chief Executive Officer) da AbbVie. “Com estas mais-valias e com a concentração total na inovação, pretendemos criar um valor acrescido significativo para os nossos accionistas”.


Uma actividade bem gerida e um portefólio de produtos forte


A AbbVie lança-se no mercado com uma equipa de líderes experientes, que sabem gerir a empresa visando alcançar um crescimento sustentado e produtivo, e com capacidades comprovadas na comercialização de inovações científicas para os doentes. Enquanto biofarmacêutica, a AbbVie adoptou um modelo de negócio simplificado e direccionado, assente num vasto portefólio de medicamentos de excelência, que irão permitir à empresa investir nas terapêuticas do futuro.


O crescimento sustentado da AbbVie será alimentado por um interessante portefólio de produtos em desenvolvimento em mais de 20 programas de ensaios clínicos em fase final e intermédia – bem como por novos avanços direccionados para algumas patologias, entre as quais hepatite C, artrite reumatóide, psoríase, esclerose múltipla, doença de Alzheimer, doença de Parkinson, espondiloartropatias, mieloma múltiplo e endometriose. A AbbVie triplicou o número de moléculas desenvolvidas nos últimos anos.


Com estes e outros produtos em desenvolvimento, a AbbVie está a desenvolver rapidamente terapêuticas com um forte desempenho clínico, com benefícios para os doentes e economicamente competitivas na área da saúde.


Abordagem da AbbVie à inovação


Realizar novas descobertas e desenvolvê-las para a criação de medicamentos eficazes é a base da missão e da área de actuação da empresa. Para alcançar estes objectivos, a investigação e desenvolvimento (I&D) realizada pela AbbVie é pautada por uma abordagem centrada no doente, que começa por um conhecimento profundo das doenças graves nas quais a empresa se centra, bem como por uma avaliação cuidadosa às actuais necessidades dos doentes, pagadores e entidades reguladoras em todo o mundo. Os cientistas e médicos da empresa concentram o seu trabalho em alvos que apresentam maior potencial de virem a transformar de forma fundamental no futuro, o tratamento das doenças.


A AbbVie está empenhada numa abordagem ágil e colaborativa à inovação, em todas as unidades de I&D e fabrico a nível mundial. Os cientistas da empresa dispõem de tecnologias e métodos patenteados para ajudar a transitar mais rapidamente os compostos mais promissores do laboratório para os ensaios clínicos. A investigação desenvolvida pela AbbVie funciona com um modelo colaborativo, que procura aumentar o pipeline dentro e fora da empresa.


Objectivos centrados nos doentes


A AbbVie está empenhada no desenvolvimento de produtos farmacêuticos de especialidade destinados ao tratamento de problemas de saúde mais complexos e de difícil resolução, particularmente doenças crónicas, que representam agora 75% dos custos totais com a saúde. Ao desenvolver novos tratamentos especializados, que melhoram os resultados observados nos doentes, a AbbVie e os seus colaboradores estão a ajudar a reduzir o impacto a longo prazo destas patologias ao nível da saúde e da economia.


Colaboradores dedicados, para construir o futuro


Os 21 mil colaboradores da AbbVie em todo o mundo estão empenhados em responder às necessidades dos doentes. Têm liberdade, competência e capacidade para inovar e descobrir soluções para as necessidades mais urgentes da saúde a nível mundial.


“Na AbbVie, estamos empenhados em levar mais longe os 125 anos de experiência do Abbott e em responder a alguns dos problemas de saúde mais graves a nível mundial,” afirmou Gonzalez. “Pretendemos que o futuro legado da AbbVie esteja assente na descoberta de tratamentos para patologias que se julgavam serem intratáveis, e na resolução de problemas outrora considerados irresolúveis.”


A partir desta quarta-feira, a AbbVie será transaccionada na NYSE e Euronext Exchange, sob o ticker "ABBV".
Fonte: http://www.rcmpharma.com/actualidade/industria-farmaceutica/03-01-13/abbvie-celebra-o-seu-lancamento-como-uma-nova-empresa-bi

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Eli Lilly é suspeita de corrupção em quatro países

02/01/2013 - 09:49

A Securities and Exchange Commission (SEC), órgão regulador do mercado de capitais dos EUA, acusou a farmacêutica Eli Lilly de ter violado a legislação norte-americana contra práticas de corrupção no exterior (FCPA, na sigla em inglês), avança o Valor Econômico.

Segundo a SEC, para “ganhar milhões de dólares”, subsidiárias da empresa fizeram pagamentos “impróprios” a funcionários de governos na Rússia, Brasil, China e Polónia.

Para fechar um acordo e pôr fim à investigação, a Eli Lilly aceitou pagar 29 milhões de dólares à SEC. Para tanto, não admite nem nega as acusações. O acordo precisa de ser aprovado pela Justiça.

No Brasil, segundo a SEC, uma subsidiária da farmacêutica teria permitido que distribuidores pagassem uma propina a funcionários da área de saúde do governo - sem especificar qual - para facilitar vendas de 1,2 milhões de dólares em medicamentos.

O caso principal, segundo a SEC, teria ocorrido na Rússia. A subsidiária da Eli Lilly naquele país teria pago a entidades offshore por “serviços de marketing” para induzir distribuidores de fármacos e entidades governamentais a comprar produtos da empresa.

Segundo a SEC, 2 milhões de dólares teriam sido pagos a uma empresa offshore controlada por um funcionário do governo e outros 5,2 milhões a empresas cujos donos eram próximos de membros do parlamento da Rússia.

A SEC diz que a companhia tinha conhecimento sobre os pagamentos, mas não teria levado a fundo investigações para identificar se eles violavam as leis americanas contra corrupção no exterior.

“Quando uma controladora percebe sinais de um esquema de suborno envolvendo uma subsidiária, deve tomar medidas imediatas para assegurar que a FCPA não está sendo violada”, disse Antonia Chion, directora-adjunta da divisão de fiscalização da SEC

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Antibióticos não funcionam contra tosse, diz estudo

Antibióticos são ineficazes para tratar pacientes com tosse persistente causada por infecções pulmonares, segundo um estudo publicado pela revista especializada Lancet, noticia o DiárioDigital

O estudo, realizado com mais de 2.000 pacientes de 12 países europeus, verificou que a duração e a gravidade dos sintomas nos que foram tratados com antibióticos não foi diferente dos que foram tratados com placebos.


Mas especialistas advertem que em casos de suspeita de pneumonia, os antibióticos devem, ainda assim, ser usados, devido à gravidade da doença.
A pesquisa, realizada entre Novembro de 2007 e Abril de 2010 em países como a Bélgica, Grã-Bretanha, França e Alemanha, contou com a participação de 2.061 pacientes que apresentavam uma tosse persistente por mais de 28 dias, com suspeita de infecções pulmonares, como bronquite.


Os participantes preencheram um «diário da doença» ao longo do tratamento e classificaram a gravidade dos seus sintomas, que incluíam tosse, falta de ar, dores no peito e narizes entupidos.
Paul Little, da Universidade de Southampton, que liderou a pesquisa, afirmou: «a receita do antibiótico amoxicilina no tratamento de infecções respiratórias em pacientes em que não há suspeitas de pneumonia não deve contribuir para a melhoria do paciente e pode até provocar danos».


De acordo com o pesquisador, «a prescrição médica excessiva de antibióticos, especialmente quando eles são ineficazes, pode fazer com que estes pacientes desenvolvam resistência e sofram efeitos colaterais, como diarreia, alergias e vómitos».


«As nossas conclusões mostram que as pessoas estão melhores quando não tomam nada. Mas como um pequeno número de pacientes irá beneficiar dos efeitos dos antibióticos, o nosso desafio continua a ser identificar esses indivíduos», afirma.


Michael Moore, do Colégio Real de Clínicos Gerais da Grã-Bretanha e co-autor do estudo, afirmou que «é importante que clínicos gerais tenham conhecimento claro sobre quando podem ou não prescrever antibióticos para pacientes de modo a reduzir o aparecimento da resistência bacteriana».

Fonte: http://www.rcmpharma.com/actualidade/saude/28-12-12/antibioticos-nao-funcionam-contra-tosse-diz-estudo