quinta-feira, 14 de maio de 2015

Médicos são contras às Clínicas Farmacêuticas e protestam através de seus Conselhos...

12/05/2015
"Clínicas Farmacêuticas despertam protestos das Entidades Médicas

Por Egle Leonardi

Mais de 70% dos brasileiros declaram praticar autoconsumo de medicamentos e quarenta por cento afirmam não saber como consumir um medicamento de forma adequada a fim de assegurar seus efeitos e eficácia com segurança. Esses dados fazem parte de uma pesquisa do ICTQ – Instituto de Pesquisa e Pós-Graduação para o Mercado Farmacêutico em parceria com o Datafolha.

Frente a este cenário lamentável, uma excelente notícia para a sociedade é a abertura de clínicas farmacêutica, com a missão de contribuir com a promoção da saúde pública, resolvendo problemas simples, prescrevendo medicamentos isentos de prescrição médica e protegendo a qualidade de vida da população que, segundo o estudo do ICTQ, não sabe por exemplo, como lidar com os medicamentos.

No entanto, a péssima noticia é que algumas entidades ligadas à área médica são contra essas clínicas e resolveram apresentar denúncias contra elas. Dois casos nos chamam a atenção: um deles é no estado do Rio de Janeiro e outro em Minas Gerais.

O farmacêutico Silvio Antão, que abriu sua clínica farmacêutica na cidade maravilhosa, recebeu uma denúncia do Conselho Regional de Medicina do Rio de Janeiro (Cremerj), alegando que, diante de várias indagações dos médicos afiliados ao órgão, o farmacêutico não poderia prescrever. “A denúncia partiu diretamente do presidente, Pablo Vazquez Queimadelos. Acredito que isso ocorreu por motivos políticos e institucionais. O pior é que ele desconhece a resolução do Conselho Federal de Farmácia (CFF)” relata o farmacêutico denunciado.

Antão conta que a primeira denúncia contra sua clínica ocorreu diretamente ao CRF-RJ e o presidente, Marcus Athila, deu ciência ao assunto, porém pediu ao órgão que identificasse onde estava sendo transgredida a lei, para o qual não houve resposta.

O Cremerj, não satisfeito, deu sequência à denúncia. Antão participou de audiência em março e conta que o juiz entendeu que não há indícios para a denúncia e que ele não infringiu a resolução 586/13 do CFF.

“Cada classe luta pelos próprios interesses. No caso da classe médica, além da vaidade, há o fator econômico. Como somos da classe que mais entende de medicamentos, ganharemos nosso espaço e cada paciente dentro do meu consultório é um paciente a menos em um consultório médico”, polemiza ele.

Antão ressalta que a classe médica sempre teve a certeza de ser onipotente e, com isso, se esqueceu que o principal membro da equipe multidisciplinar é o próprio paciente, já que sem ele não há atendimento. “Temos que redescobrir a humanização do atendimento ao paciente, trazê-lo a acompanhar o tratamento para que tenha maior eficácia. Quem vai prescrever é o que menos importa. O importante é o restabelecimento da saúde do paciente”, fala ele. O farmacêutico declara que recebeu total apoio do Conselho Regional de Farmácia do Estado que, além de defender a sua causa, comprou essa briga com ele.

O caso de Minas Gerais

A outra polêmica recente aconteceu em Belo Horizonte, quando o farmacêutico Henrique Marquez Henriques desenvolveu um projeto de gravar vídeos e criar um canal no YouTube com o intuito de divulgar conhecimento verdadeiro e ético sobre homeopatia, florais e fitoterápicos, além do serviço de prescrição farmacêutica. O projeto é novo, mas já conquistou importante repercussão por muitas pessoas em todo o Brasil. Dentre elas estão clientes, pacientes, leigos, homeopatas e outros profissionais da saúde.

Desta vez, o autor da denúncia foi a Associação Médica Homeopática Brasileira (AMHB), por intermédio do seu presidente, Ariovaldo Ribeiro Filho. A entidade enviou um ofício de denuncia à Associação Brasileira de Farmacêuticos Homeopatas (ABFH). Para a associação, Henriques estava invadindo o espaço do médico homeopata. Porém, felizmente, denúncia não gerou resultados para o reclamante.

“Acredito que a homeopatia não tem dono, não é do médico, não é do farmacêutico, não é do terapeuta e de nenhum outro profissional. A homeopatia é uma ciência universal que pertence a todos. Para exercê-la precisamos seguir as leis vigentes, muito estudo e muita capacitação, respeito, verdade e amor”, defende o farmacêutico.

Para ele, a união e definição de atuação entre todos os homeopatas é uma solução para o caso. Só assim conseguirão auxiliar e atender a todas as demandas da população em relação à homeopatia. “Não há número suficiente de homeopatas no Brasil para atender à população, ou seja, há campo de trabalho para todos. Necessitamos conversar e ajustar os pontos de atrito com urgência, pois a população não pode mais esperar as brigas de egos”, dispara ele, que acrescenta dizendo que o médico enxerga o farmacêutico somente como manipulador de medicamentos, nada mais. “Eu acredito que ele se sente ameaçado com a possibilidade de perder mercado. Resolveremos isso com muito diálogo e fazendo nossa tarefa de farmacêutico prescritor muito bem feita, para sensibilizar a sociedade”.

Já para Antão, ver farmacêuticos caminhando em busca de seus sonhos, saindo de casa para fazer cursos de pós-graduações em prescrição farmacêutica é uma vitória para a categoria. “Tenho certeza de que os colegas não aceitam mais ser simplesmente farmacêuticos burocratas. Quero contribuir com a classe e contar minha história e a forma como luto diariamente para ter meus consultórios lotados e com grande aceitação pela população”, enfatiza o farmacêutico.

Exemplo ímpar

Fundamental também ressaltar o lançamento, em Curitiba, do Projeto de Cuidado Farmacêutico na Atenção Básica, que  faz parte do Programa Nacional de Qualificação da Assistência Farmacêutica no âmbito do Sistema Único de Saúde (QualifarSUS), do Governo Federal.

Com o objetivo de aplicar no SUS o conceito de clínica farmacêutica, o Ministério da Saúde identificou na rede municipal de saúde de Curitiba um polo para a implementação do projeto piloto que deverá ser estendido a outros municípios brasileiros. O projeto recebeu investimento em torno de R$ 400 mil. A experiência foi financiada por meio do projeto Qualisus Rede – cooperação entre o Banco Mundial e o Mistério da Saúde, que tem como proposta de intervenção apoiar a organização de redes de atenção à saúde no Brasil."

quarta-feira, 13 de maio de 2015

Parceria em torno de um grande negócio: Gestão de Suprimentos e Rastreabilidade de medicamentos.


Imagem ilustrativa 
R&B e NeoGrid: juntas no controle de remédios

Leandro Souza // terça, 12/05/2015 14:58

A NeoGrid, desenvolvedora de softwares de gestão para cadeia de suprimentos, e a R&B - Rastreabilidade Brasil, empresa de tecnologias para rastreabilidade de medicamentos, firmaram uma parceria para atuar em conjunto no segmento de saúde.

Segundo os termos do negócio, cujos valores não foram divulgados, a NeoGrid receberá 15% de participação na companhia. Na parte operacional, a união das duas companhias contribuirá na troca de dados entre laboratórios, distribuidores, operadores logísticos, hospitais, clínicas e farmácias atendidas pelas empresas.

A iniciativa possibilitará identificar e rastrear, da produção ao consumo e em tempo real, o trajeto de medicamentos dentro da extensa rede de distribuição do sistema da NeoGrid, que cobre 70% das vendas do varejo farmacêutico brasileiro.

"A tecnologia trará grandes benefícios aos consumidores ao validar a procedência dos produtos adquiridos e ao evitar roubos e fraudes. Os benefícios também se estendem à indústria farmacêutica, a qual passará a ter visibilidade total do percurso de seus produtos na cadeia logística", afirmou a NeoGrid em nota.

Segundo Moacir Cardoso, CEO da NeoGrid, estimativa é de que mais de 50 mil empresas do setor sejam integradas com essa solução, que é obrigatória segundo a resolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Publicada no Diário Oficial em dezembro de 2013, a lei 11.903/2009 estabelece o Sistema Nacional de Controle de Medicamentos e exige que, até o fim de 2015, os integrantes da cadeia farmacêutica apresentem um projeto piloto para a Anvisa, sendo que o prazo final para adequação ao sistema é dezembro de 2016.

“A parceria entre R&B e NeoGrid permitirá oferecer soluções ainda mais inovadoras e colaborativas aos nossos clientes, de forma que possam estar devidamente adequados à regulamentação governamental de rastreabilidade de medicamentos”, afirma o CEO da R&B, Amilcar Lopes.

Segundo dados do mercado, cerca de 500 empresas farmacêuticas terão que se enquadrar no novo sistema, assim como cerca de 60 mil drogarias e 7 mil hospitais e clínicas em todo o país. Quanto aos medicamentos, cerca de milhares de produtos devem ser incluídos no sistema.

Só os 18 laboratórios associados à Associação dos Laboratórios Farmacêuticos Oficiais do Brasil (Alfob), uma entidade que reúne empresas públicas como o Instituto Butatan, Tecpar e o Laboratório Farmacéutico do Rio Grande do Sul estimam gastos de R$ 120 milhões com a implementação da rastreabilidade.

Para o sistema de rastreamento de medicamentos, a Anvisa selecionou o padrão de código de barras DataMatrix, da GS1, que utiliza tecnologia bidimensional de dados, contendo informações como número de identificação do produto, lote, validade e número serial.

O sistema manterá o padrão tradicional de identificação de produtos, o GTIN, determinação já estabelecida pela Anvisa desde 1999, mas agora aliada à nova codificação, com dados adicionais.

Além da NeoGrid, outras empresas nacionais de Ti também se apresentam com soluções destinadas à esta demana. Uma delas foi a Stefanini, que lançou no ano passado, em conjunto com a PTInovação, uma plataforma de controle de cadeia para grande quantidade de ativos (medicamentos) em tempo real.


segunda-feira, 11 de maio de 2015

Russia buscando ser autossuficiente em vacinas...

Imagem apenas ilustrativa
Até 2020, a Rússia passará a produzir as suas próprias vacinas. Muito a esperar?

11.05.2015

A indústria biofarmacêutica russa está se preparando para substituir os medicamentos biológicos e vacinas importados, que com a atual situação econômica, tornaram-se uma questão de segurança nacional. O surgimento dos produtos biofarmacêuticos e a ampla aplicação da biotecnologia na medicina já são previstos por cientistas de todo o mundo. No entanto, a química ficou em segundo plano.

Tradução de Mariana Villanova

Até muito pouco tempo os medicamentos russos eram considerados um contrassenso, e o máximo que a farmácia russa era capaz de produzir eram análogos de fármacos estrangeiros que perdiam a proteção patentária, chamados genéricos. Hoje, segundo a chefe do Ministério da Saúde Veronica Skvorsova, a Rússia desenvolveu vacinas contra a gripe exclusivas e inovadoras, acompanhando a produção de empresas farmacêuticas estrangeiras.

As empresas biofarmacêuticas russas anunciaram que até o ano de 2020 serão capazes de atender a todo o calendário de vacinação nacional com vacinas russas, e, um pouco mais tarde, suprir toda a lista de medicamentos essenciais e vitais com medicamentos nacionais. Isso significa que as bases de pesquisa e produção de empresas farmacêuticas russas passarão para um novo nível, incluindo a realização de pesquisas abrangentes e produção de produtos próprios, em conformidade com as normas internacionais de padrão de qualidade GMP (Good Manufacturing Practice).

A primeira, e até agora única, vacina russa, produzida no âmbito do ciclo completo de produção de acordo com a GMP, é a vacina "Ultriks", produzida pela empresa biofarmacêutica e complexo de pesquisa e produção "Fort", fundada há um ano na região de Ryazan.

Hoje na Rússia é realizado o mais rápido e eficiente sistema de teste para a detecção de Ebola e outras doenças perigosas. A primeira vacina contra a febre hemorrágica Ebola no Instituto de Pesquisa da Gripe  em São Petersburgo foi produzida em dezembro do ano passado, as outras três vacinas estão atualmente em ensaios clínicos.

O surgimento de produtos biofarmacêuticos e a ampla aplicação da biotecnologia na medicina já preveem cientistas de todo o mundo, inclusive os russos. "A farmacologia química está esgotado seus recursos - disse o diretor geral da empresa Fort, doutor em Ciências Biológicas, Anton Katlinskyi, a jornalistas durante uma mesa-redonda realizada recentemente na Academia Russa de Ciências. Há 15-20 anos, as preparações de síntese química reinaram no mercado farmacêutico, mas agora a indústria está em estagnação: não há ultimamente excelentes descobertas e inovações. A maioria dos fármacos que podem ser encontrados hoje nas farmácias encarnam as realizações científicas de 50-60 anos atrás."

A tendência global da farmacologia química, de acordo com o especialista, pode ser expressa da seguinte maneira: "o mínimo de marcas campeãs de venda e o máximo de medicamento genérico". Enquanto isso os medicamentos mais recentes e mais eficazes no tratamento e prevenção de doenças virais, doenças hematológicas e oncológicas são encontrados no campo da biotecnologia.

Agora na Rússia estão sendo formuladas novas produções farmacêuticas e agrupamentos biotecnológicos inteiros, sobre os quais são feitas pesquisas para o desenvolvimento de medicamentos biológicos em nível mundial. Os cientistas do país acreditam que o futuro da farmacologia é em biotecnologia, na qual a fonte da substância ativa é o próprio corpo humano. "A taxa em medicina depende de abordagem personalizada. Acredito que nos próximos 10 anos, os médicos mudarão para um sistema em que cada tarefa será feita com base nos testes genéticos do paciente", diz Anton Katlinskyi.

No entanto, apenas a produção de novos fármacos pode não ser suficiente, se não houver mudanças de comportamento dos russos quanto a sua saúde e prevenção de doenças. Especificamente, na opinião pública, a gripe e as infecções das vias respiratórias superiores (IVRS) ainda estão longe de ser consideradas as doenças mais perigosas, em comparação com o altamente "divulgado" vírus Ebola e as "famosas" versões de gripe aviária ou suína. No entanto, de acordo com o Instituto de Pesquisa da Gripe, todos os anos na Rússia, as gripes e as IVRS acometem até 8% da população, ou 30 milhões de pessoas. De acordo com as estatísticas, cerca de 1.000 pessoas acometidas morrem de complicações causadas pela gripe. E não devemos esquecer que nas estatísticas, como se sabe, pode haver desvios -não é em todos os casos que os médicos estabelecem a causa exata da morte, pois, para isso são necessárias pesquisas laboratoriais significativas. Isso significa que, na verdade, o número de mortes pode ser ainda maior.

Os fabricantes nacionais estão prontos para prover aos russos vacinas nacionais. Por exemplo, apenas uma empresa estava disposta a fabricar até 40 milhões de doses de vacina contra a gripe sazonal. Além disso, a empresa na região de Ryazan está pronta para fornecer vacinas a todo o país em caso de pandemia de gripe - suas instalações viabilizam a produção de 120 milhões de doses de vacina contra  pandemia.

Infelizmente, com as medidas destinadas a impedir a gripe, os médicos muitas vezes se deparam com o preconceito dos russos contra a vacinação. Os especialistas reconhecem que a vacinação não garante  100% que o indivíduo não ficará doente, mas o risco pode ser minimizado. Além disso, a criação de estratos imunes suficientes na população evita a propagação da infecção. Portanto, a vacinação continua sendo uma das maneiras mais efetivas para combater o vírus da gripe. Tantos os médicos quanto os seus pacientes estão otimistas com o fato de que em breve poderão ser produzidos melhores medicamentos de fabricação russa.

Anatolyi Sterhov
Especialista-Chefe do Instituto de Especialização Regional
  
Alexandra Grigoreva (MedPulse.ru): "Tudo isso seria ótimo. Só que surgem algumas dúvidas. Como teremos medicamentos inovadores se, em média, gigantes farmacêuticas mundiais levam de 5 a 10 anos para desenvolvê-los? E em termos financeiros, isso custa 1,5 bilhões de dólares... e os testes clínicos levam pelo menos cinco anos. Depois de todos os esforços e investimentos, o máximo que podemos esperar é que, em vinte anos de uso, quando estiver terminando a patente, tenhamos alguma coisa. Portanto, o máximo que nos espera são os genéricos e os produtos desenvolvidos de acordo com as normas europeias, em que poderemos contar com a qualidade adequada dos medicamentos antigos. Barato (nem caro) ninguém vende uma criação de medicamento. Trata-se mesmo de apenas algumas vacinas? E em estoque, haverá varinha mágica?
Para cultivar um jardim e fazer a colheita são necessários pelo menos cinco anos. Com medicamentos é necessário muito mais tempo para tudo.
Para resumir, espera-se que as conversas sussurradas sobre a substituição de importados no domínio dos medicamentos e dispositivos médicos não se tornem um habitual otimismo superficial... É  esperar para ver."

Fonte: MedPulse.Ru 



Uso indiscriminado de antibióticos por produtores de carnes pode está levando a humanidade a um grande risco.


Nota de C&T: Esse é apenas um alerta sobre a falta de responsabilidade e respeito dos materialistas com a vida do ser humano. Fazem de tudo por dinheiro, é a politica do fazer mais com menos não se importando com os meios e suas sequelas.
Eu particularmente já assinei, se essas petições fazem algum efeito positivo eu não tenho tanta certeza assim, mas é melhor tentar do que ficar parado se posso fazer alguma coisa.

Para assinar essa petição basta acessar o link abaixo. 
https://secure.avaaz.org/po/antibiotics_factory_farms_loc/?bhANejb&v=58084

"Parem a crueldade contra animais e salvem vidas

Fazendas pecuárias cruéis estão entupindo animais saudáveis de antibióticos para produzir mais carne de forma mais rápida e barata. Esta crueldade insana também está gerando superbactérias resistentes a remédios e que podem nos matar!

Vários países europeus já reduziram drasticamente o uso de antibióticos. Agora os ministros da União Europeia estão negociando leis para fazer o mesmo em todo o continente.

A importância de reduzir a crueldade contra os animais ao mesmo tempo em que se poupa vidas humanas é algo tão óbvio que até mesmo o McDonalds prometeu que pararia de vender frangos que fossem criados com alguns dos antibióticos nos Estados Unidos. Entretanto, o lobby das indústrias farmacêutica e agropecuária trabalha a todo vapor para deter as novas leis europeias.

Dentre os ministros da União Europeia que se reunirão amanhã, muitos ainda não decidiram que posição tomar. Vamos fazer uma campanha com milhões de assinaturas pedindo a proibição do uso cruel, letal e abusivo de antibióticos na pecuária industrial e entregar a petição para cada um deles. Assim que vencermos na Europa, vamos levar a causa ao redor do mundo. Assine agora e compartilhe com todo mundo."




Fonte: https://secure.avaaz.org/po/antibiotics_factory_farms_loc/?bhANejb&v=58084

quinta-feira, 7 de maio de 2015

Chiesi Farmacêutica, uma empresa que vem fazendo mais e melhor nesse bilionário mercado da saúde.

Grupo Chiesi Farmacêutica cresce 8,4% em 2014


O Grupo Chiesi Farmacêutica, uma companhia internacional sediada em Parma, Itália, fechou 2014 com um turnover de €1.342 milhões, com alta de 8.4% em comparação ao ano anterior – algo em torno de dois pontos percentuais acima da média global.

Já o EBITDA (sigla para lucro antes dos juros, impostos, depreciação e amortização) atingiu a marca de €363 milhões, equivalente a 27,1% das vendas e acima do ano anterior, mesmo com o alto investimento em P&D, que somou um recorde de €237 milhões, ou 17,6% das vendas. Com isso, o grupo passou da 50ª para a 46ª posição no ranking global de inovação no setor farmacêutico.

“Nosso compromisso crescente com P&D representa uma premissa chave aos esforços da empresa em desenvolver novos produtos em todas as áreas terapêuticas em que atua”, comenta Alberto Chiesi, presidente da companhia. Ele diz ainda que o fomento à inovação forma a base para o grupo consolidar sua liderança nas áreas terapêuticas tradicionais, como doenças respiratórias e neonatologia, “continuando a desenvolver sua expertise no tratamento de doenças raras e terapias avançadas”, completa.

Além dos €237 milhões investidos em P&D, o grupo destinou €87 milhões em novas plantas industriais e €89 milhões para a aquisição total do capital da Chiesi USA, gerando resultados significativos: impulso forte ao desenvolvimento de novos produtos; aumento na capacidade de produção do Foster Nexthaler (planta de Blois) e Curosurf (plantas de Modena e Parma), necessárias para atender o aumento da demanda, além de um afiliado em operação total no maior mercado farmacêutico do mundo.

A presença global do grupo também cresceu consideravelmente. Isso fica evidente ao destacar o salto das vendas, no qual 77% dos seus resultados foram originado fora do mercado doméstico da companhia. “2014 foi definitivamente um ano excepcional em termos de resultados financeiros”, acrescenta Ugo Di Francesco, CEO da Chiesi.

Para Francesco, esse crescimento é ainda mais louvável já que todas as áreas geográficas contribuíram para isso: região Central e Norte da Europa (crescimento de 12%), Mercados emergentes (alta de 9.2%), Sul da Europa (cresceu 4.6%) e EUA (cresceram 8.4%).

No Brasil, a Chiesi acompanhou a tendência de crescimento Global. “Fechamos o ano de 2014 com um excelente crescimento de 12%. No mercado ético, segundo os dados da consultaria IMS, fomos a 5º empresa de pesquisa que mais cresceu no Brasil, com taxa de 16%. Estamos alinhado com a nossa visão estratégica de dobrar as nossas vendas em cinco anos”, destaca o Gerente Geral da Chiesi no Brasil José Fernando Almeida.


sexta-feira, 1 de maio de 2015

Governo loteando cargos e colocando a meritocracia em segundo plano

Nota de C&T:
Nada contra a competência dos indicados, mas esse poder absoluto do Estado de ter que ser indicação para cargos de diretoria de um(a) Presidente é desnecessário. É prova do loteamento do poder, é vincular o cargo de cada um dos indicados a interesses políticos, tornando-se mais grave quando precisa do crivo do Congresso Nacional que não atualmente uma instituição formada em sua maioria por pessoas sérias.
Essas agências espalhadas pelo Brasil são o pulmão da incompetência administrativa operante no Brasil.



Dilma indica nomes para diretoria da Anvisa e ANS

Paulo Victor Chagas – Repórter da Agência Brasil Edição: Denise Griesinger

"A presidenta Dilma Rousseff indicou três pessoas para ocupar cargos de direção na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e na Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). O encaminhamento dos nomes está publicado na edição desta terça-feira (28) do Diário Oficial da União.

Dilma indicou Karla Santa Cruz Coelho, para ser diretora da ANS e Jarbas Barbosa da Silva Júnior e Fernando Mendes Garcia Neto, para ocuparem diretorias da Anvisa. Os nomes, no entanto, precisam ser apreciados pelos senadores.

Indicada para a diretoria da ANS, Karla Santa Cruz trabalha na agência desde 2001, tendo ocupado cargos de gestão na área de saúde suplementar. Ela é doutora pelo Instituto de Medicina Social da Universidade do Estado do Rio de Janeiro na área de epidemiologia em Saúde Coletiva.

Jarbas Barbosa foi secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde entre 2011 e janeiro de 2015. Doutor em saúde coletiva pela Universidade Estadual de Campinas, ele atualmente é secretário de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos da pasta. Fernando Mendes ocupa um cargo na diretoria de Coordenação e Articulação do Sistema Nacional de Vigilância Sanitária da Anvisa. Mendes também chefiou, em 2011, a Subsecretaria de Planejamento, Orçamento e Administração do Ministério da Agricultura.

A presidenta também enviou ao Senado o nome de Delcídio do Amaral (PT-MS) para ocupar a liderança do governo na Casa. A liderança está vaga desde que Eduardo Braga assumiu o Ministério de Minas e Energia do governo Dilma, no dia 1º de janeiro."

Fonte: http://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2015-04/dilma-indica-nomes-para-diretoria-da-anvisa-e-ans 

Muitos jovens não sonham em alcançarem a melhor idade, mas se tornam escravos das aparências desde a mocidade.

A triste geração que virou escrava da própria carreira


RUTH MANUS
29 Abril 2015 | 11:11

“E a juventude vai escoando entre os dedos.

Era uma vez uma geração que se achava muito livre.

Tinha pena dos avós, que casaram cedo e nunca viajaram para a Europa.

Tinha pena dos pais, que tiveram que camelar em empreguinhos ingratos e suar muitas camisas para pagar o aluguel, a escola e as viagens em família para pousadas no interior.

Tinha pena de todos os que não falavam inglês fluentemente.

Era uma vez uma geração que crescia quase bilíngue. Depois vinham noções de francês, italiano, espanhol, alemão, mandarim.

Frequentou as melhores escolas.

Entrou nas melhores faculdades.

Passou no processo seletivo dos melhores estágios.

Foram efetivados. Ficaram orgulhosos, com razão.

E veio pós, especialização, mestrado, MBA. Os diplomas foram subindo pelas paredes.

Era uma vez uma geração que aos 20 ganhava o que não precisava. Aos 25 ganhava o que os pais ganharam aos 45. Aos 30 ganhava o que os pais ganharam na vida toda. Aos 35 ganhava o que os pais nunca sonharam ganhar.

Ninguém podia os deter. A experiência crescia diariamente, a carreira era meteórica, a conta bancária estava cada dia mais bonita.

O problema era que o auge estava cada vez mais longe. A meta estava cada vez mais distante. Algo como o burro que persegue a cenoura ou o cão que corre atrás do próprio rabo.

O problema era uma nebulosa na qual já não se podia distinguir o que era meta, o que era sonho, o que era gana, o que era ambição, o que era ganância, o que necessário e o que era vício.

O dinheiro que estava na conta dava para muitas viagens. Dava para visitar aquele amigo querido que estava em Barcelona. Dava para realizar o sonho de conhecer a Tailândia. Dava para voar bem alto.

Mas, sabe como é, né? Prioridades. Acabavam sempre ficando ao invés de sempre ir.

Essa geração tentava se convencer de que podia comprar saúde em caixinhas. Chegava a acreditar que uma hora de corrida podia mesmo compensar todo o dano que fazia diariamente ao próprio corpo.

Aos 20: ibuprofeno. Aos 25: omeprazol. Aos 30: rivotril. Aos 35: stent.
Uma estranha geração que tomava café para ficar acordada e comprimidos para dormir.

Oscilavam entre o sim e o não. Você dá conta? Sim. Cumpre o prazo? Sim. Chega mais cedo? Sim. Sai mais tarde? Sim. Quer se destacar na equipe? Sim. Mas para a vida, costumava ser não.

Aos 20 eles não conseguiram estudar para as provas da faculdade porque o estágio demandava muito.

Aos 25 eles não foram morar fora porque havia uma perspectiva muito boa de promoção na empresa.

Aos 30 eles não foram no aniversário de um velho amigo porque ficaram até as 2 da manhã no escritório.

Aos 35 eles não viram o filho andar pela primeira vez. Quando chegavam, ele já tinha dormido, quando saíam ele não tinha acordado.

Às vezes, choravam no carro e, descuidadamente começavam a se perguntar se a vida dos pais e dos avós tinha sido mesmo tão ruim como parecia.
Por um instante, chegavam a pensar que talvez uma casinha pequena, um carro popular dividido entre o casal e férias em um hotel fazenda pudessem fazer algum sentido.

Mas não dava mais tempo. Já eram escravos do câmbio automático, do vinho francês, dos resorts, das imagens, das expectativas da empresa, dos olhares curiosos dos “amigos”.

Era uma vez uma geração que se achava muito livre. Afinal tinha conhecimento, tinha poder, tinha os melhores cargos, tinha dinheiro.
Só não tinha controle do próprio tempo.

Só não via que os dias estavam passando.

Só não percebia que a juventude estava escoando entre os dedos e que os bônus do final do ano não comprariam os anos de volta.”



quinta-feira, 23 de abril de 2015

Quando as Instituições perdem o seu respeito. Juiz aposentado devolve sua Medalha da Inconfidência, título conferido pelo Executivo mineiro.

"Juiz aposentado se recusa a dividir título mineiro com João Pedro Stédile

MURILO RAMOS E TERESA PEROSA
22/04/2015

O magistrado mineiro Mozart Hamilton Buenopublicou ontem (21) uma carta aberta ao governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel, informando que devolveria sua Medalha da Inconfidência, título conferido pelo Executivo mineiro. O ato foi motivado pela entrega da mesma honraria ao dirigente do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra(MST), João Pedro Stédile, em cerimônia durante o Dia de Tiradentes. “Devolvi por não concordar com o critério atual de oferecimento das homenagens, não direcionado a merecedores, mas a partidários do governo”, diz Bueno. “Discordo que o título seja entregue a um homem que não fez nada por Minas, nem pelo Brasil”, afirma. Juiz em Rondônia e aposentado desde 1994, Hamilton Bueno recebeu a honraria em 1982, depois de sete anos a frente do Colégio Tiradentes da Policia Militar. Recebeu o título do então dirigente mineiro, Francelino Pereira, governador biônico do estado ao final do regime militar. Na carta, Bueno diz: “Não me julgo superior a esse senhor Stédile, mas a minha modesta biografia, a minha devoção ao meu Estado natal, - berço e sacrário da nossa liberdade - recomendam-me não aceitar esse nivelamento, razão pela qual e por imperativo da minha formação cívica, renuncio ao galardão, com pesar, é verdade, mas convicto de que faço o que dita minha consciência.” Hoje morando em Brasília, Hamilton Bueno prometeu enviar a medalha ao Palácio Tiradentes por correio até amanhã (23).
Leia a íntegra da carta abaixo.

Excelentíssimo Senhor
Fernando Pimentel
DD. Governador do Estado de Minas Gerais
“Minas Gerais não aceita a paz morna da submissão”
(Governador Itamar Franco)

Senhor Governador.
No ano de l982 fui agraciado pelo Governo do meu estado com a Medalha da Inconfidência.
Era então, Diretor do Colégio Tiradentes da Policia Militar sediado em Barbacena e Comandante Geral da mesma Corporação o Coronel PM Jair Cançado Coutinho sendo Governador do Estado o Dr. Francelino Pereira dos Santos.
Por indicação daquele Comandante fui agraciado pelo Governador com esta comenda pelos “relevantes serviços prestados” à gloriosa Polícia Militar e ao seu sistema de ensino.
Não sei se tão relevantes foram esses serviços, mas afirmo que durante os sete anos em que dirigi o referido Colégio entreguei-me de corpo de alma à missão e o fiz despontar, coadjuvado por excelente equipe de Especialistas, Professores e Corpo Administrativo, como Padrão em Minas Gerais, segundo avaliação da Secretaria de Educação, e, sem qualquer dúvida, o melhor de Barbacena.
Cheguei à direção daquele Colégio através de uma caminhada pelas fileiras da Corporação, na qual me alistei, em 1.954, com treze anos de idade, como aluno da Escola de Formação Musical do 9º Batalhão, escola essa criada pelo Governador Juscelino Kubitscheck. Nessa caminhada e graças à PMMG logrei alcançar dois cursos superiores, conquistar o primeiro lugar no Estado no Concurso Público para a Cadeira de História, patrocinado pela Corporação e, em seguida, ser nomeado Diretor do referido estabelecimento.
Com dedicação e apoio do saudoso Coronel Walter Rachid Bittar, Chefe do Estado Maior da PMMG e do não menos saudoso Dr. Chrispim Jacques Bias Fortes Secretário de Obras do Estado, edificamos o novo prédio do Educandário, remodelamos a sua administração e implantamos o Serviço de Supervisão Pedagógica.
Foram vinte e oito (28) anos vividos no seio da Corporação, da qual me desliguei para encetar carreira na Magistratura do Estado de Rondônia.
Reconheço, sinceramente, que a comenda a mim conferida, ultrapassa, e muito, os meus méritos, se é que os tenho, mas a recebi com orgulho e a consciência tranquila de quem tudo fez em prol da educação mineira e em especial da juventude barbacenense.
Hoje, assisto no noticiário haver Vossa Excelência conferido igual comenda a um tal Stédile, de quem ouço falar como invasor de propriedades alheias, de incentivador da desobediência civil, da liderança de insurrectos e como comandante de um exército ilegal e nocivo à segurança nacional.
Respeito a escolha de Vossa Excelência por essa atitude, mas me recuso ao nivelamento a que estão submetidos os nomes de grandes brasileiros que também foram distinguidos pelos governadores que lhe antecederam.
No Brasil atual em que a corrupção endêmica é a tônica do noticiário, em que a mediocridade se sobrepõe à criatividade; a esperteza à honestidade, a incompetência à capacidade e o corporativismo partidário aos interesses maiores na nação, sinto quão imerecida se apresenta essa condecoração, eis que grandes nomes do cenário nacional, em todas as áreas da atividade, são ignorados neste momento pelos governantes de plantão.
Prefiro tê-la merecido sem ostentá-la que dividi-la com quem nada fez em prol do Brasil, da ordem pública e muito menos por Minas Gerais onde é ilustre desconhecido.
Nesta oportunidade peço desculpas ao ilustre Coronel PM Jair Cançado Coutinho e ao Governador Francelino Pereira dos Santos por esta atitude, afirmando, contudo que maior que a comenda que me concederam é a gratidão que por eles guardo no recôndito do meu coração.
Não me julgo superior a esse senhor Stédile, mas a minha modesta biografia, a minha devoção ao meu Estado natal, -berço e sacrário da nossa liberdade- recomendam-me não aceitar esse nivelamento, razão pela qual e por imperativo da minha formação cívica, renuncio ao galardão, com pesar, é verdade, mas convicto de que faço o que dita minha consciência.
A medalha, a passadeira e o respectivo Diploma seguem endereçadas ao Cerimonial do seu governo, via SEDEX com aviso de recebimento.


Atenciosamente.
Brasília, 21 de abril de 2015
MOZART HAMILTON BUENO"

Fonte: http://epoca.globo.com/tempo/expresso/noticia/2015/04/juiz-aposentado-se-recusa-dividir-titulo-mineiro-com-joao-pedro-stedile.html

Teva Pharmaceuticals mostrando para o mundo o poder dos medicamentos genéricos no mercado.

"Teva vira gigante de genéricos com oferta de US$ 40 bi

A oferta da Teva Pharmaceuticals de US$ 40 bilhões pela Mylan coloca em evidência uma empresa que há muito é um pilar da economia israelense e um nome dominante no mercado mundial de medicamentos genéricos de baixo custo. Caso seja bem-sucedido, o negócio vai reforçar sua liderança no mercado de genéricos - versões que são cópias de medicamentos de marca, mais caros - e protegê-la da perda de patente, em breve, de seu medicamento de maiores vendas, o Copaxone, contra a esclerose múltipla. A Agência de Remédios e Alimentos americana (FDA, na sigla em inglês) deu luz verde na semana passada para a primeira versão genérica do Copaxone, que representou 20% da receita da Teva e quase metade do lucro em 2014, o que aumentou a pressão sobre a empresa israelense para encontrar novas fontes de crescimento. Assim como a Teva, a Mylan combina forte presença nos genéricos com seu próprio produto com direitos registrados, de maior margem de lucro - o EpiPen, um tratamento emergencial para reações alérgicas, que também enfrenta a competição de genéricos. Ao combinar-se com a Mylan, a Teva avalia que vai poder gerar economias anuais de custos e impostos de US$ 2 bilhões, que ajudariam as duas empresas a lidar melhor com os desafios pela frente e a desenvolver novos produtos de mais caros. Investidores a vinham pressionando para ser mais agressiva, pois rivais como a Actavis adquiriram operações em fusões e aquisições nos últimos 12 meses. A Teva havia mostrado em março sinais de que entraria na onda de fusões, quando acertou a compra da Auspex Pharmaceuticals, dos EUA, por US$ 3,2 bilhões, no que o executivo-chefe, Erez Vigodam, chamou de "primeiro passo importante" para impulsionar o crescimento. A maior empresa israelense em vendas vinha adotando uma abordagem cautelosa em relação às fusões e aquisições desde que comprou a Cephalon em 2011, por US$ 6,8 bilhões, e não obteve os retornos desejados e ainda ficou carregada de dívidas. Isso também marcou o início de um período turbulento para a Teva, que indicou seu primeiro executivo-chefe não israelense - Jeremy Levin, que era da Bristol-Myers Squibb, dos EUA - para comandar a recuperação. Levin saiu em 2013, após confrontar-se com o conselho de administração sobre a estratégia e depois da renúncia, sob pressão de acionistas ativistas, de Philip Frost, presidente do conselho, que trabalha nos EUA e o havia contratado. A oferta pela Mylan é a primeira grande investida sob a nova liderança de Vigodam e de Yitzhak Peterburg, que sucedeu Frost. A Teva é maior produtora mundial de genéricos, em termos de vendas, que em 2014 somaram US$ 20,3 bilhões. Com 45 mil funcionários no mundo, a maior parte fora de Israel, sua estratégia é muito acompanhada em seu país natal, especialmente em um momento em que o sentimento geral contra as grandes empresas é forte. O país foi assolado por protestos sociais em 2011, alimentados pela irritação com o alto custo de vida. Nas duas eleições mais recentes, os políticos que tentavam ganhar o apoio dos eleitores de classe média prometeram cobrar mais das empresas, inclusive com o combate a brecha nas leis tributárias. Recentes isenções tributárias generosas concedidas à Teva em troca de mais investimentos em Israel estão sob análise minuciosa do governo. A oferta de US$ 40 bilhões - recorde em um país de 8 milhões de pessoas com um pequeno mercado doméstico - é observada de perto em Israel, mas não houve grande reação no país, antes dos feriados de hoje, pelo Dia da Lembrança, e de amanhã, pelo Dia da Independência. A transação, caso seja concretizada, será a maior aquisição internacional em Israel."


FONTE: TUDO FARMA 

Artigo copiado na íntegra de: http://www.grupemef.com.br/noticias_completa.php?not_id=4862

quarta-feira, 22 de abril de 2015

Sucos Funcionais, Saudáveis ou Detox, são hoje uma realidade na saúde da sociedade brasileira...

Nota de C&T:
Atualmente é muito comum se ler artigos referentes a alimentos funcionais ou alimentos saudáveis, claro, ainda bem, a sociedade começa a entender que a natureza sempre foi a mesma, nos oferece sempre de tudo que precisamos.
Inúmeras indústrias de grande porte estão investindo no segmento alimentos funcionais, isso só mostra o quanto esse segmento é promissor e com isso a sociedade também ganha, não só ingerindo produtos naturais, mas como também alimentos funcionais, aqueles que são direcionados para cada indivíduo de acordo com suas necessidades.
Algumas indústrias estão investindo alto no aparelhamento de laboratórios com o objetivo de desenvolverem produtos naturais ricos em nutrientes de forma concentrada, visando assim um perfil de consumidor, que é maioria, que nem sempre pode preparar seu próprio alimento ou adquiri-lo em cozinhas comerciais, prefere tê-los ao seu alcance de forma prática e instantânea. É possível hoje consumir chás, sucos, bebidas vegetais como o leite de arroz, através de pós solúveis com doses específicas e confiáveis.
Nem todas as indústrias que oferecem alimentos saudáveis ou funcionais são merecedora de credibilidade. A experiência tem nos mostrado isso. Não deixem de ler o artigo abaixo...

"Aprenda a fazer 5 sucos funcionais em casa

Preparadas no liquidificador, as bebidas não devem ser coadas para manter as fibras e tornar a digestão um pouco mais lenta.

A busca por um estilo de vida saudável inclui hábitos como alimentação balanceada, prática de exercícios físicos e noites bem dormidas, a exemplo das celebridades que desfilam beleza diariamente. Um aliado na ingestão das vitaminas necessárias para o bom desempenho do corpo é o suco funcional. Diferentemente do tradicional, ele reúne diversos nutrientes e pode agir nas mais variadas funções, desde melhorar a pele e o cabelo até ajudar na definição muscular e no aumento do desempenho físico.

A nutricionista Danielle Milhão explica a importância do consumo desses alimentos naturais: “Os sucos industrializados não têm quase valor nutricional e costumam ser cheios de conservantes. O ideal é fazer a bebida em casa, com ingredientes frescos, e consumir em até três ou quatro horas depois de batido para não perder as propriedades. Outra dica essencial é não coar o suco, isso vai manter as fibras e, consequentemente, tornar a velocidade de absorção mais lenta e auxiliar na queima de gordura”.
Danielle lembra que as frutas devem ser bem lavadas e as folhas deixadas de molho em solução de água com uma colher de água sanitária para ficarem livres de qualquer impureza. “Também indico os produtos orgânicos para quem tem acesso em feiras e mercados ou pode cultivar em uma horta no quintal de casa. Esses alimentos são livres de agrotóxicos, o que é um grande investimento a longo prazo para a saúde”, completa.

Segundo a profissional, os alimentos não precisam ter baixíssimas quantidades de calorias para fazer bem à saúde: “Alguns sucos e vitaminas funcionais têm uma quantidade boa de calorias, mas ainda assim podem fazer parte do processo de emagrecimento porque deixam a pessoa saciada e bem nutrida. Assim, ela será capaz de manter uma alimentação balanceada sempre”.
Receitas
A nutricionista preparou cinco receitas de sucos e shakes funcionais com diferentes benefícios para o corpo. Ela ressalta que as bebidas devem ser batidas no liquidificador e que a quantidade de água varia de acordo com a preferência por mais ou menos consistência. Um produto especial para esse preparo é o novo liquidificador Philips Walita com frasco Duravita, que é ultrarresistente e não deixa cheiro. O produto também conta com um filtro que auxilia a coar o suco. “Quem gosta com textura de smoothie pode colocar cerca de 150 ml de água. Aqueles que preferem mais líquido, como suco, podem colocar cerca de 250/300 ml”, esclarece.


Energia Rápida
- 1 banana (70 g)
- 5 morangos
- 1 colher de sopa de quinoa ou amaranto (10 g)
- 4 cubos de gelo
- Água

Saciedade
- Suco de 3 laranjas
- 1 folha grande de couve ou 2 pequenas
- 1 rodela de limão com casca
- 1 colher de sopa de macadâmia picada (10 g)
- 1 colher-medida de whey protein (suplemento proteico em pó) de baunilha (20 g)

Desempenho
- 3 colheres de sopa de aveia (30 g)
- 1 colher de chá de canela em pó (5 g)
- 1 colher de sopa de mel (10 g)
- 1 maçã (150 g)
- 1 colher de sopa de amêndoas picadas (10 g)
- 200 ml de leite semidesnatado

Beleza da pele e do cabelo
- 10 amoras
- 10 mirtilos
- 1 fatia de abacaxi
- 1 fatia de mamão com sementes
- 1 colher de sopa de farinha de linhaça (10 g)
- 1 colher de chá de essência de baunilha
- 4 cubos de gelo
- água

Definição muscular
- 100 ml de clara de ovo
- 1 banana (70 g)
- 1 colher de sopa de pasta de amendoim sem açúcar (10 g)
- 1 colher de sopa de cacau em pó (10 g)
- 1 colher de sopa de mel (10 g)
- 4 cubos de gelo
- Água"