sexta-feira, 4 de março de 2011

A cura da Sífilis, uma notícia que mudou a história da humanidade há mais de um século.

1910: Anunciada a cura da sífilis
 No dia 3 de março de 1910, foi anunciado o sucesso de um novo medicamento contra a sífilis, descoberto pelo sorologista Paul Ehrlich. O Salvarsan combate a doença que matara milhares de europeus durante séculos.
Ninguém quis acreditar quando o psiquiatra Konrad Alt anunciou à Associação de Medicina de Magdeburg, no dia 3 de março de 1910, que o tratamento de 27 pacientes de sífilis com um novo medicamento havia obtido êxito.
O novo antídoto contra a epidemia popular se chamava Salvarsan, e foi a sensação da época. Para se imaginar a euforia provocada pela notícia, pode-se pensar no que representaria o anúncio da cura da aids hoje.
A pessoa por trás do grande feito foi o sorologista Paul Ehrlich, de Frankfurt, que necessitou de dinheiro, paciência, talento e sorte para realizar seus experimentos.
Origem da doença
A sífilis foi trazida para a Europa com a expedição de Cristóvão Colombo ao retornar da América do Sul. Em 1495, houve a primeira epidemia entre soldados e marinheiros em Nápoles, na Itália, e a partir de então milhares de pessoas morreram vítimas da "doença do amor" ou "lues", alguns dos nomes comumente dados à sífilis.
Segundo um historiador de Düsseldorf, estima-se que um terço da população europeia tenha sido dizimada pela epidemia. "Havia, naquela época, duas doenças populares, a tuberculose e a sífilis. A sífilis era a mais temida."
Veneno contra veneno
A doença não escolhia classe social para fazer suas vítimas. Grandes personalidades como Beethoven, Schubert, Schiller, Schopenhauer, ETA Hoffmann e Nietzsche sofreram de sífilis, mal que podia levar à cegueira, à surdez, à loucura e frequentemente à morte, se não diagnosticado e tratado a tempo.
A descoberta de Ehrlich deu um novo rumo à história. A substância básica da sua pílula mágica era o arsênico. O nome, Salvarsan, vem das palavras latinas salve, que significa saudável, e arsen, o arsênico. Durante 400 anos, havia sido usado o mercúrio para o tratamento da sífilis, com sucesso duvidoso, devido à toxicidade da substância. Do arsênico também se tinha medo, pois uma dosagem alta demais é fatal.
O agente causador da sífilis é a bactéria treponema pallidum, descoberta em 1905 por Fritz Richard Schaudinn e Paul Erich Hoffmann. Ela é quase invisível ao microscópio e por isso só foi descoberta tão tardiamente, bem mais tarde do que os microorganismos causadores da tuberculose, malária e difteria.
Paul Ehrlich desenvolveu o Salvarsan o medicamento em 1907 – mais de dois anos antes de a novidade ser apresentada em Magdeburg por seu colega Alt – depois de anos analisando preparados, mudando componentes, buscando encontrar alguma substância que combatesse o agente, sem prejudicar o organismo. E assim foi criado o Salvarsan 606, o 606º experimento. O restante do processo ainda demoraria anos. Ehrlich somente queria lançar o medicamento no mercado após havê-lo testado-lo em seres humanos.
A "guerra do Salvarsan"
Houve uma grande pressão da mídia em favor da liberação do medicamento e, em consequência, processos que forçaram Ehrlich a colocar a substância à disposição do público. Ainda assim, ele recebeu em 1908 o Prêmio Nobel da Medicina.
1910 foi o ano decisivo. O medicamento tornou-se uma verdadeira fábrica de dinheiro. A industrialização foi feita pela detentora da patente, a Hoechst. Mas para Ehrlich a história ainda não terminara. Iniciou-se a chamada "guerra do Salvarsan", com inúmeras acusações de efeitos colaterais, que na maioria dos casos eram resultados de aplicação imprópria.
Na Alemanha havia então forte movimento antissemita, que organizou uma campanha contra o sorologista, que era judeu. E havia também os religiosos fanáticos, para quem a sífilis era o castigo merecido para o pecado a luxúria: portanto não deveria haver cura.
Para os editores de um livreto cristão, todos os possíveis medicamentos eram um escândalo, pois ainda contribuíam para sossegar a consciência e deixar de lado as medidas de precaução dos libertinos.
Paul Ehrlich morreu em 1915. Aos poucos, o escândalo em torno do Salvarsan se acalmou e o medicamento fez sucesso em todo o mundo. A história da pílula mágica de Ehrlich terminou com o aparecimento dos antibióticos modernos.
Ramón Garcia-Ziemsen (cv)

O mercado varejista de medicamentos fica a cada dia mais desejado por grandes grupos.


Ideia é formar uma só companhia
O BTG Pactual planeja para breve a abertura de capital de seu braço de farmácias. Hoje, esse segmento de seus negócios está estruturado em uma holding, a Brazil Pharma. Embaixo dela, estão atualmente quatro redes: Farmais, Rosário, Guararapes e Mais Econômica.
Segundo reportagem do Valor Econômico, a ideia do BTG é formatar uma operação semelhante àquela realizada pela Brasil Brokers e pela Brasil Insurance. A primeira reuniu diversas imobiliárias e a segunda, várias seguradoras.
Saíram para a operação divulgando balanços independentes de cada uma das empresas. E ambas só passaram a existir como uma só companhia após a conclusão da oferta pública inicial, quando passaram a consolidar os resultados de todas.
A ideia do BTG é sair com uma operação semelhante. Apresentará aos investidores as informações em separado de cada rede e, no momento da realização da oferta inicial, todas passarão a operar unidas em uma nova empresa, que poderá continuar com o nome Brazil Pharma.
Fonte: http://www.guiadafarmacia.com.br/noticias/btg-prepara-oferta-de-rede-de-farmacias

Hemobrás - o Nordeste terá a maior Fábrica de Hemoderivados da America Latina e a primeira no Brasil neste segmento.


Hemobrás conclui licitação para a segunda etapa da fábrica de hemoderivados
A construção, cuja licitação foi aberta em dezembro de 2010, envolve 12 blocos industriais que somam 45 mil dos 48 mil metros quadrados da área construída prevista.
A Empresa Brasileira de Hemoderivados e Biotecnologia (Hemobrás), estatal vinculada ao Ministério da Saúde, concluiu a licitação para a segunda etapa das obras da fábrica em Goiana-PE. O vencedor do certame foi o Consórcio Mendes Júnior-TEP-Squadro, formado pelas empresas Mendes Júnior Trading e Engenharia S.A, Tecnologia em Projetos de Engenharia S.A. e Construtora & Incorporadora Squadro Ltda. O concorrente apresentou o menor preço para o serviço: R$ 278.363.583,22, valor que ficou R$ 3,8 milhões abaixo da estimativa inicial, de R$ 282.202.739,24. A assinatura do contrato foi realizada na última sexta-feira (25/2), no escritório da Hemobrás no Recife. Com o término da licitação, a parte civil do parque fabril está encaminhada. Resta a compra dos equipamentos, prevista para este ano.
A segunda etapa da obra deve começar ainda neste semestre. A construção, cuja licitação foi aberta em dezembro de 2010, engloba 12 blocos industriais, que, juntos, somam 45 mil dos 48 mil metros quadrados de área construída da fábrica, situada num terreno de 25 hectares no Polo Farmacoquímico de Pernambuco.
Entre os prédios que serão erguidos, estão dois dos principais blocos: o B02, considerado o coração da planta industrial, que será instalado numa área de 13 mil metros quadrados - onde ocorrerá o fracionamento do plasma sanguíneo e sua transformação em medicamentos; e o B03, espaço de 10,7 mil metros quadrados destinado ao envase dos produtos.
Também estão incluídos os blocos B04 (prédio de empacotamento), B05 (estocagem de produto acabado e almoxarifado), B06 (laboratório de controle de qualidade), B10 (caldeiras para a produção de vapor), B11 (estocagem dos produtos químicos), B12 (prédio de manutenção da planta industrial), B13 (estocagem de resíduos sólidos), B16 (estocagem de etanol), B18 (subestação elétrica de 69kV), B19 (paineis elétricos e transformadores), B20 (tanque intermediário de etanol), P01 (portaria), R15 Pipe Rack (estrutura metálica para suporte de tubulação) e Pipe Rack (B02-B06). O serviço contempla, ainda, a construção do prédio da caixa d’água elevada, com capacidade para 500 mil litros; passarelas cobertas e áreas pavimentadas intermediárias entre as edificações B01, B02, B03, B04, B05, além do pátio de manobras do Bloco B05, com 2,5 mil metros quadrados, com capacidade para cinco caminhões.
A fábrica deve estar em plena operação em 2014. Todo o empreendimento, incluindo obras, instalações e montagens de máquinas e equipamentos, está orçado em R$ 540 milhões.
Primeira Etapa - A primeira etapa das obras da fábrica começou em junho de 2010 e está pleno em andamento com a construção de B-01, bloco de 2,7 mil metros quadrados que abrigará a câmara fria a 35º C negativos, onde ocorrerá a recepção, a triagem e a estocagem do plasma para a produção dos medicamentos; e B17, prédio de 154 metros quadrados no qual ficarão os geradores responsáveis pela segurança no fornecimento de energia elétrica da fábrica. Esta primeira etapa foi licitada por R$ 27,4 milhões.
Atualmente, B-01 se encontra em sua altura máxima de 19 metros, o equivalente a um prédio de seis andares. Agora, estão sendo construídas as escadas de acesso aos primeiro e segundo pisos, bem como está sendo feita toda a parte de alvenaria para o fechamento das paredes. O mesmo procedimento passará a ser feito em B-17, cuja concretagem já foi totalmente concluída. Essa primeira etapa da obra da fábrica deve ser concluída no fim do primeiro semestre deste ano.
As obras de B01 e B17 já empregam mais de 140 trabalhadores, entre armadores, pedreiros, serventes de pedreiro, carpinteiros, eletricistas, técnicos de segurança do trabalho e enfermeira do trabalho. Todos moradores de Goiana-PE. A expectativa é que 1 mil trabalhadores atuem no canteiro de obras no auge da construção da fábrica, o que deve ocorrer até o fim deste ano. Quando estiver operando, em 2014, a fábrica deve gerar 360 empregos diretos e 2.720 indiretos.
SOBRE A FÁBRICA – A planta industrial da Hemobrás é a âncora no Polo Farmacoquímico de Pernambuco. Trata-se da primeira fábrica de hemoderivados do Brasil e a maior da América Latina neste segmento, com capacidade de processar 500 mil litros de plasma por ano. Atualmente, as redes pública e privada de saúde do País despendem R$ 800 milhões por ano para importar esses medicamentos.
A Hemobrás produzirá seis tipos de hemoderivados: albumina, imunoglobulina, fatores de coagulação VIII e IX, complexo protrombínico e fator de von Willebrand. Esses medicamentos serão repassados ao Sistema Único de Saúde (SUS) para o tratamento gratuito de pacientes com hemofilias A e B, câncer, cirrose, aids, queimaduras de terceiro grau, pacientes em terapia intensiva, doença de von Willebrand, deficiências imunológicas, doenças autoimunes e infecciosas. [ www.hemobras.gov.br]. |MS.

quinta-feira, 3 de março de 2011

Glivec passará a ser comprado pelo SUS de forma centralizada. Um perigo...


A partir de abril o Ministério da Saúde centraliza a compra do Glivec
A Secretaria de Atenção à Saúde (SAS) do Ministério da Saúde informa que a partir do mês de abril de 2011 a compra do produto farmacêutico Glivec, cujo princípio é o Mesilato de Imatinibe, será feita de forma centralizada pelo Ministério da Saúde, diferentemente do que vem ocorrendo.

Para que haja um processo de adaptação, de 01 de janeiro a 31 de março a empresa responsável pelo produto venderá diretamente para as secretarias de saúde, hospitais públicos, filantrópicos e privados, integrantes do Sistema Único de Saúde e habilitados na alta complexidade em oncologia. Segundo Ofício da SAS, o referido produto deve ser vendido ao preço máximo de R$ 20,60 por comprimido de 100mg, e R$ 82,40 por comprimido de 400mg de Mesilato de Imatinibe.

A partir do primeiro dia do mês de abril a compra será feita apenas pelo Ministério da Saúde, por meio do Departamento de Assistência Farmacêutica e Insumos Estratégicos, que vai distribuir o medicamento para as Secretarias Estaduais de Saúde, conforme acordado com o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), em dezembro de 2010.

O medicamento Mesilato de Imatinibe é usado para o tratamento de Tumor do Estroma Gastrointestinal (GIST) e Leucemia Mielóide Crônica (LMC) atendidos pelo Sistema Único de Saúde. O Mesilato de Imatinibe não foi incorporado no Componente Especializado da Assistência Farmacêutica (CEAF), porém, permanece incluído na Política de Atenção Oncológica.

Para facilitar a logística de distribuição, o diretor do DAF, José Miguel do Nascimento Junior, informa que a licitação será assinada até o final da próxima semana, e os medicamentos serão encaminhados aos almoxarifados das SES ainda no mês de março, no modelo empregado para os medicamentos centralizados do CEAF, que devem fazer a distribuição aos hospitais credenciadas no SUS e obrigatoriamente habilitados na alta complexidade em Oncologia como Unidade de Assistência de Alta Complexidade em Oncologia ou Centros de Alta Complexidade em Oncologia (CACON).


Daiichi Sankyo - Indústria Farmacêutica (Japonesa+Indiana) também acreditam no mercado mundial de tratamento do Câncer comprando a Plexxikon.


Daiichi Sankyo paga 678 milhões de euros pela Plexxikon

A Daiichi Sankyo, terceira maior farmacêutica japonesa, acordou a compra da Plexxikon por uma verba que pode ascender aos 935 milhões de dólares (678,3 milhões de euros), acelerando a sua expansão no sector dos medicamentos contra o cancro, avança o jornal económico OJE.

No âmbito da transacção, os accionistas da norte-americana Plexxikon vão receber um pagamento imediato de cerca de 805 milhões de dólares (584 milhões de euros) e até 130 milhões de dólares (94,3 milhões de euros) quando o seu medicamento mais avançado, o PLX4032 para o tratamento do melanoma, chegar ao mercado, informou a Daiichi Sankyo, em comunicado citado pela agência Bloomberg.

Acresce que a aquisição será financiada com fundos próprios, concretizou a companhia nipónica. Por outro lado, a compra da Plexxikon pode permitir à Daiichi Sankyo entrar no mercado de medicamentos contra o cancro dos EUA já no próximo ano, sublinha a propósito Atsushi Seki, analista de mercados do Barclays, em declarações reproduzidas pela agência de informação financeira

Bayer investe em novas esperanças terapêuticas para pacientes com câncer de mama.


Bayer inicia ensaio de fase III com o Nexavar®
A Bayer e a Onyx Pharmaceuticals começaram a recrutar doentes com cancro da mama para iniciar a terceira e última fase dos testes com o Nexavar®, um fármaco fundamental da pipeline de ambas farmacêuticas, avança a agência Reuters, citada pelo POP - Portal de Oncologia Português.

O ensaio de fase III denominado RESILIENCE vai comparar mulheres que recebem o medicamento oncológico Nexavar®, em combinação com a quimioterapia padrão Xeloda®, a um grupo de controlo que recebe o Xeloda® e um placebo.

Os participantes do ensaio têm cancro da mama que já começou a disseminar para outras partes do corpo.

Em Julho de 2009, a Bayer e a parceira Onyx disseram que, num estudo de fase II, o Nexavar® mostrou-se promissor no tratamento de tumores da mama, a segunda forma mais comum de cancro.

O Xeloda® é vendido pela suíça Roche Holding.

O Nexavar®, que já foi aprovado para o tratamento de tumores do rim e do fígado na Europa, Ásia e América do Norte, é um dos novos medicamentos mais promissores da Bayer. A companhia espera que o fármaco obtenha vendas combinadas anuais de mais de 2 mil milhões de euros.

quarta-feira, 2 de março de 2011

Indústria Farmacêutica Nacional não para de lançar novos produtos.


Laboratório Teuto lança cinco novos produtos em apenas um mês
O novo produto com a qualidade Teuto, Epatoliv, além de trazer benefícios para o consumidor é fonte de renda certa para as farmácias
Depois de colocar no mercado quatro novidades, em apenas um mês, o Laboratório Teuto lança mais um produto no mercado. As farmácias de todo o Brasil já receberão, em breve, o Epatoliv, um suplemento vitamínico hepatoprotetor.
O Epatoliv é indicado para auxiliar as funções hepáticas, protegendo as células do fígado e contribuindo para o equilíbrio funcional do mesmo. O mercado de produtos hepatoprotetores tem alcançado um importante espaço no Brasil. Vendendo mais de 470 mil unidades por mês, esses medicamentos já alcançaram a marca de 130 milhões de reais em faturamento.
Apesar de serem vários os produtos que disputam esse imenso mercado, o Epatoliv entra na briga com um diferencial. Como a grande maioria dos hepatoprotetores são medicamentos, não podem ficar ao alcance do consumidor, sendo vendidos somente com a prescrição médica. Como o Epatoliv é um suplemento, pode ficar exposto ao auto-atendimento e no balcão, que facilita a visibilidade e consequentemente a venda do produto. "Estes produtos tem uma enorme rotatividade. Por serem muito procurados trazem um lucro ótimo para a farmácia", explica Rodrigo Macedo, da área de desenvolvimento de produtos e mercado do Laboratório Teuto.
"Em apenas um meses, o Laboratório Teuto, já lançou cinco novos produtos, contando o novo suplemento. Todos os outros têm uma demanda altíssima e com o Epatoliv não será diferente", conta Rodrigo. O suplemento é vendido em displays com 60 frascos de 10ml. Outros pontos positivos da novidade Teuto são: o preço, a qualidade Teuto e os sabores. O Epatoliv está sendo lançado com um valor bastante competitivo, em relação aos produtos similares a ele. Além disso, pode ser encontrado em dois sabores: abacaxi e boldo.
Lançamentos Teuto 2011 - Os cinco produtos lançados pelo Teuto são: Lacto 4, primeiro produto de uma linha de probióticos da empresa. Bio-Soak, solução multiuso para lentes de contato; Fenaflan Patch, uma compressa térmica adesiva e inodora para auxiliar no alívio de dores e rigidez nos músculos e articulações; Epatoliv, suplemento vitamínico hepatoprotetor nos sabores abacaxi e boldo.
MS: Isento de registro de acordo com a RDC 027/2010 | Valor sugerido: R$ 1,26/ Flaconete | Apresentação: Displays com 60 frascos de 10 ml.
Fonte: http://www.revistafator.com.br/ver_noticia.php?not=148481

Indústria farmacêutica - Novartis - lança no Brasil Nicotinell TM para combater o tabagismo.


Novartis lança nova opção de tratamento para combate ao tabagismo no Brasil
São Paulo– Líder de vendas em países da Europa, América Latina e Ásia, NicotinellTM é lançado no Brasil pela Novartis como uma nova opção de tratamento para o combate ao tabagismo. O adesivo, livre de prescrição médica, garante um fluxo constante de nicotina na corrente sanguínea por 24 horas, reduzindo sintomas da abstinência, como irritabilidade, frustração, ansiedade, insônia e dificuldade de concentração³. Durante a manhã, tais sintomas são mais fortes devido ao longo período que o corpo passa sem receber nicotina à noite. A ação de NicotinellTM por 24 horas auxilia o fumante a controlar a vontade de fumar também pela manhã. Único em formato redondo, o medicamento oferece mais aderência por não se soltar facilmente com atritos rotineiros, como trocas de roupa, contribuindo para um melhor aproveitamento do produto. Em estudos, o medicamento demonstrou duplicar as chances dos fumantes pararem de fumar quando comparado ao placebo4.
Além do adesivo, a Novartis lança um site (www.nicotinell.com.br) com informações de apoio para quem deseja parar de fumar, com dicas de alimentação para o período de combate ao vício, curso on-line e teste para identificar o perfil do fumante. Com o lançamento, a empresa amplia o seu portfólio de medicamentos isentos de prescrição (OTC) e marca sua entrada no mercado brasileiro de antitabagismo.
De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS)², o Brasil está entre os 10 países com maior número de fumantes no mundo e contabiliza mais de 200 mil mortes por ano em decorrência do tabagismo. Apesar do alto número, mais de 50% dos fumantes brasileiros deseja se livrar do vício, porém menos de 3% deles alcançam seu objetivo sem tratamento¹, 2. “O quadro do tabagismo no Brasil mostra que ainda há uma grande necessidade de produtos que sejam eficazes no combate a esse vício. O objetivo da Novartis ao entrar nesse setor é oferecer um novo medicamento capaz de ajudar quem deseja parar de fumar e diminuir as dificuldades desse processo”, diz Carlos Andrade, presidente da Novartis OTC Mercosul.
O tabagismo causa sérias consequências à saúde, como desenvolvimento de doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), alto risco de doenças cardiovasculares, câncer de pulmão, menopausa e envelhecimento precoce.
Fonte: http://www.revistafator.com.br/ver_noticia.php?not=148652  

Cadela treinada para detectar baixo nível de glicose (hipoglicemia) em Paciente com Diabetes tipo 1

Cão detecta crises de diabetes
Rebecca Farrar sofre de diabetes tipo um, dos tipos mais graves da doença, o que faz com que corra o risco de entrar em coma após uma crise hipoglicémica. A menina de sete anos não consegue saber quando os níveis de açúcar no seu sangue sobem ou descem e por isso delega essa função na cadela Shirley e no seu extraordinário faro, descreve uma reportagem do The Telegraph.
Quando a cadela nota qualquer alteração nos níveis de Rebecca lambe a dona sem parar em sinal de alerta. Se mesmo assim não houver resposta, a cadela está treinada para ir buscar o kit de medicação de emergência à sala de aula da escola primária onde estuda a menina.
A mãe de Rebecca, Claire, afirma: «A Shirley consegue perceber quando há uma quebra de açúcar durante a noite e, nesse caso, ela acorda a Rebecca lambendo-lhe as pernas e os pés». Se a cadela não conseguir acordar a menina, dirige-se ao quarto dos pais para acordá-los.
A cadela foi treinada durante um ano pela Medical Detection Dogs.
http://sol.sapo.pt/inicio/Vida/Interior.aspx?content_id=12925

Planos de Saúde - lideres no ranking de insatisfação pelos consumidores.

Nota de C&T:
Alguma coisa está errada, não pode um segmento se manter sempre no topo das reclamações pelos consumidores sem apresentar soluções. Está faltando ordem na casa, alguém tem que tomar uma atitude. Quando o assunto envolve saúde e liberdade o tratamento tem que ser diferenciado.
Recomendo aos usuários que se sintam prejudicados, para não abrir mão de seus direitos, recorram à Justiça e ao Ministério Público.

Nota postada por Teófilo Fernandes.

Planos de saúde no topo das reclamações
O balanço do Idec de 2010 contabilizou 11.353 atendimentos, entre orientações sobre ações judiciais e de consumo
O setor de planos de saúde se manteve em primeira posição no ranking dos temas mais reclamados pelos usuários junto ao Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), pelo 11º ano consecutivo.

Em 2010, a novidade nos índices de queixas foi a dos produtos eletroeletrônicos, que vieram logo atrás do primeiro colocado, ultrapassando o setor financeiro e de telecomunicações, que há anos se mantém no topo dos principais problemas de consumo no Brasil.

Para a gerente de relacionamento com o associado do Idec, Karina Alfano, esses índices, que se repetem há anos, refletem, sobretudo, a falha da regulação e fiscalização desses setores, papel que cabe às agências Nacional de Saúde Suplementar (ANS) e Nacional de Telecomunicações (Anatel) e ao Banco Central (BC), respectivamente.

Conforme avaliação do Idec, nos anos anteriores, as principais reclamações em planos de saúde eram referentes a reajustes de mensalidade e a negativas de cobertura.

No ano passado porém, um dos temas que ganhou destaque foi a manutenção de dependentes no plano de saúde após a morte do titular.

Os atendimentos a essa questão foram potencializados pela publicação, no início de novembro, da Súmula 13 da ANS, que garante aos dependentes a possibilidade de permanecer no convênio com os mesmos direitos e, sobretudo, pagando o mesmo valor pela mensalidade. A regra vale para contratos novos e antigos com cláusula de remissão pecuniária.

Eletroeletrônicos
Nos casos dos produtos eletroeletrônicos, as maiores demandas foram sobre prazos de entrega, garantia e dificuldade de troca de artigos com defeito. Já no setor financeiro, o assunto que mais despontou foi cartão de crédito. Também houve procura sobre pacotes de serviços bancários, renegociação de dívidas, e financiamentos de veículos e imóveis, bem como a fusão de bancos, especialmente o caso do Banco do Brasil e da Nossa Caixa, geraram muitos pedidos de orientação em 2010.

Telecomunicações
Outro tema importante foi a ação civil pública contra as operadoras NET, OI e Telefônica e Anatel, que visa garantir a qualidade do serviço conforme a oferta. Os consumidores ainda se queixaram do ponto extra de TV por assinatura, já que a Anatel proibiu a cobrança de mensalidade pelo ponto, mas permitiu a cobrança de aluguel do aparelho. Ou seja, trocou seis por meia dúzia e o consumidor continuou sendo onerado.

Queixas
Setor Variação em 2010
Planos de saúde 14,5%
Produtos 14,3%
Financeiro 14,1%
Telecomunicação 13%
Outros 43,8%