domingo, 27 de março de 2011

Impacto da perda de patentes para os maiores fabricantes de medicamentos do mundo.


Para onde vai a Pfizer?

Os medicamentos de sucesso da maior farmacêutica do mundo estão perdendo suas patentes, sem que exista substitutos no horizonte. O laboratório americano acredita que a saída será investir menos e melhor

Por Carlos Eduardo Valim

Para a Pfizer, a maior empresa farmacêutica do mundo, 2011 será um ano de término e ressurreição. Em novembro deste ano, a fabricante do Lipitor, medicamento para colesterol responsável por US$ 12,5 bilhões de vendas anuais, vai perder a sua patente, nos Estados Unidos – no Brasil, isso já aconteceu. 

No meio de uma onda que varre os direitos de exploração comercial exclusiva de muitas das drogas mais valiosas do mundo, nenhuma outra farmacêutica deverá sofrer tanto. 


A Pfizer perderá, entre 2010 e 2013, patentes de remédios que garantem uma receita anual de US$ 29,2 bilhões, ilustrando uma ameaça que se espalha por todo o setor. É muito dinheiro, mesmo para uma empresa que fatura US$ 60 bilhões por ano. 

As dez farmacêuticas mais afetadas pela tendência devem perder US$ 114 bilhões em patentes, no mesmo período, segundo pesquisa da Tufts University. 

Em mercados competitivos, como o americano, a concorrência com fabricantes de genéricos fez o preço de um medicamento cair até mais de 85%, um ano após o fim da patente. 

"O segmento ainda é lucrativo, mas os investidores avaliam o potencial de crescimento futuro”, afirma Kenneth Kaitin, diretor do Centro para Estudos de Desenvolvimento de Drogas da Tufts. “Por isso, as grandes farmacêuticas, as chamadas Big Pharma, perderam tanto valor de mercado nos últimos anos.”


Novo chefão: Ian Read assumiu comando da empresa em
dezembro. O desafio é lançar mais remédios e gastar menos

Para não desbotar o azul do seu logotipo, a Pfizer precisa se mexer. E com urgência. Por seus prédios no campus de pesquisa e desenvolvimento em Cambridge, nas proximidades de Boston, herdados da compra da concorrente Wyeth, por US$ 68 bilhões, em 2009, há uma série de painéis com a frase “uma nova Pfizer”. 

Mas a primeira mudança prática foi a inesperada substituição, em dezembro do ano passado, do CEO Jeffrey Kindler, com a promoção de Ian Read ao posto. 
O novo comandante chegou prometendo aos investidores que a empresa gastaria menos em pesquisa e desenvolvimento. E mesmo assim criaria mais remédios.

Para entender como Read pretende fazer isso, é preciso conhecer algumas das causas que levaram as grandes farmacêuticas à crise atual. 

 Com a descoberta de remédios de grande capacidade de vendas, como o Viagra e o Lipitor (ambos da Pfizer), as empresas passaram a canalizar recursos quase que exclusivamente para a descoberta do próximo blockbuster. 

A aposta se mostrou errada. As farmacêuticas imaginaram que apenas investir mais em pesquisas traria o retorno esperado. Mas, como o setor começou a migrar de drogas para doenças agudas para as de doenças crônicas, o resultado foi que os custos e o tempo exigidos para o desenvolvimento aumentaram. Um novo medicamento passou a exigir US$ 1,3 bilhão e até 15 anos para chegar ao mercado. 

E pior: o índice de fracassos nas fases finais de desenvolvimento, depois de já terem consumido muitos anos de pesquisas e recursos financeiros, explodiu. 

“Agora não vamos nos focar em inventar novos blockbusters, mas em atender às necessidades dos pacientes e de populações menores com grandes necessidades de novos medicamentos”, afirma Belén Carrillo-Rivas,  diretora de projetos e estratégias de pesquisa e desenvolvimento da Pfizer. 

O laboratório passará a investir em doenças inflamatórias, oncologia, vacinas, doenças genéticas raras e neurológicas. Essa diversificação tem a vantagem de eventualmente diminuir os riscos de apostar exageradamente em uma droga que, no fim, acaba nem chegando ao mercado. 

O laboratório espera que essa outra meta seja atingida por meio da eliminação de equipes internas, que serão substituídas por parcerias com universidades, laboratórios e mesmo com outras empresas. 

É uma estratégia de compartilhamento dos gastos em desenvolvimento, mas também do potencial de receitas futuras. A Pfizer também já fechou parcerias com a Glaxo, para pesquisas em HIV, e com a Ely Lilly e a Merck, para criar um grupo de pesquisas de câncer na Ásia. Ambos os acordos seriam impensáveis há alguns anos. 

Em 2011, a Pfizer vai investir US$ 7 bilhões em pesquisa e desenvolvimento, 25% menos do que o ano passado. É uma nova cultura. Antes, grandes farmacêuticas preferiam falhar sozinhas do que ter de repartir o ganho de suas descobertas. Agora, elas estão proibidas de pensar assim, sob o risco de se tornarem carta fora do baralho na nova configuração do setor.

segunda-feira, 21 de março de 2011

A falta de medicamentos para hipertensão e diabetes do programa do Governo de distribuição gratuita em farmácias privadas, pode ter mascarado os resultados apurados até agora.

Nota de C&T
Assunto de referência: Ministro afirma que acordo com a Indústria deve sair em abril.
O Ministro Alexandre Padilha  afirmou que a distribuição gratuita de remédios para hipertensão e diabetes aumentou mais de 50%. Acredito que o Ministro não está informado da grande falta dos produtos em inúmeros pontos de distribuição, sem contar com a exclusividade de fabricantes que muitos médicos não recomendam aos seus pacientes.
A demanda reprimida é enorme, este aumento certamente seria muito maior do que o Ministro afirma se não fosse o grande número de faltas. A Metformina, por exemplo, só existe de um fornecedor na Rede Pague Menos e tem pacientes que prefere comprar de outro fornecedor.
Muito estranha esta exclusividade de marca em pontos de distribuição privados. O mercado de medicamentos é cruel e ninguém que perder a oportunidade de tirar proveitos de situações semelhantes.
Nota postada por Teófilo Fernandes


Ministro afirma que acordo com a Indústria deve sair em abril.
DE SÃO PAULO - Em seminário realizado ontem, em São Paulo, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, fez um balanço do programa Saúde Não Tem Preço e apontou novos projetos na área.

No primeiro mês do programa, que oferece gratuitamente remédios para hipertensão e diabetes, a distribuição desses produtos aumentou mais de 50%, segundo o ministério.

Padilha também falou sobre ações para prevenção de doenças, como o acordo com a indústria de alimentos para reduzir o sódio na comida, que deve ser firmado em abril. Há planos para a redução de gorduras nos produtos.
"Estamos nos antecipando a um risco real de o Brasil ter, nos próximos anos, uma epidemia de obesidade."

No evento, o ministro afirmou que um novo contrato entre o ministério e a Anvisa vai garantir registro mais rápido para produtos de interesse da saúde pública.
Fonte: http://www.grupemef.com.br/noticias_completa.php?not_id=756

Fraldas descartáveis poderão ser um problema no futuro, mas há solução para preservar o meio-ambiente deste risco, basta querer.


Bebe Verde
Os dados variam de um site a outro, mas os números são sempre impressionantes.
As fraldas descartáveis já fazem parte da rotina de mães e bebês há muito tempo.
Inventadas lá por volta dos anos 40, na Suécia, foram uma resposta à escassez dos tecidos de algodão em virtude da Guerra.
Na mesma época, uma dona de casa americana reaproveitou os restos da cortina de plástico do box e cortou  uma capa para proteger a fralda dos vazamentos.
Juntaram-se os dois inventos e a fralda descartável nasceu.
Saudada com entusiasmos por mães ocupadas com coisas mais essenciais que tanque e sabão, invadiram o mercado rapidamente, nos países desenvolvidos.
No Brasil se popularizaram mais tarde, por conta da pouca oferta e dos preços altos.
Houve época em que se comprava fraldas no Paraguai, imaginem só!
Indiscutivelmente práticas, confortáveis para o bebê e muito cheirosinhas, as fraldas descartáveis são mais um grave problema de descarte nos lixões das cidades.
Não parece, mas os números confirmam o tamanho do impacto:
De acordo com o site BabySlings:
Uma criança usa aproximadamente 5.500 fraldas nos primeiros seus 2 anos de vida
É preciso abater 5 árvores para produzir 5.500 fraldas.
1 bilhão de árvores são abatidas, no mundo, para a produção de fraldas.
2% de todo lixo recolhido corresponde a fraldas.
Fraldas levam 450 anos para se decompor.
Só esses dados já são suficientes para se ponderar a respeito da  escolha por  fraldas descartáveis em vez das tradicionais, de pano, porém há ainda o risco de contaminação proveniente dos detritos de fezes humanas que escoarão pelo solo, já que poucos são os pais ou cuidadores de bebês que despejam os detritos no vaso sanitário antes de jogar a fralda fora.
Alguns ambientalistas alertam para o fato de que os detritos dos bebês carregam também resíduos de vacinas com vírus vivo, habituais na rotina de prevenção de doenças infantis.
Como a fralda é jogada no lixo doméstico ela vai parar no lixão mesmo.
Na Inglaterra a empresa Knowaste se especializou em reciclar fraldas infantis e de idosos e também os absorventes femininos. Segundo o site da empresa, ela é  pioneira em reciclagem desses produtos impedindo que sejam jogados nos lixões ou incinerados, o que também causaria graves danos ao ambiente. Os resíduos são transformados em plástico e em energia limpa.
No Brasil, enquanto a indústria não nos oferece algo do gênero, poderíamos, quem sabe, pensar em fraldas de pano em substituição, ao menos parcialmente, das descartáveis?
A esse respeito, vale a pena ler a colunaSalve Jorge da Ana Carolina Carvalho que, grávida do primeiro filho, vai reportando suas descobertas de artigos ecológicos para bebês.
Não é fácil, na vida atribulada que levamos, abrir mão da praticidade que todo o artigo descartável nos traz. Posso bem imaginar  a situação de famílias com 2 ou 3 crianças ainda na fase incontinente, em que mãe e pai trabalham fora. Pensar em gastar horas  e horas ocupando-se da limpeza e higienização das fraldas de pano parece loucura, porém, visto sob outro ângulo, estamos ou não preocupados com o planeta que vamos entregar aos nossos filhos?
Vamos seguir contribuindo para a contaminação dos lençóis freáticos, para o acumulo de plástico não degradável nos lixões, para aquela massa de algodão compactado que passará anos até ser decomposta?
A mesma geração de jovens mães que hoje em dia planeja seu parto de cócoras, na água ou em casa, com parteira, deve seguramente se colocar o problema. Há esperança de que essas futuras mamães já estejam dispostas a criar os seus bebês verdes em um mundo mais limpo.
Por Gianna Xavier
Mulheresnopoder Meio Ambiente: Toda sexta uma coluna dedicada ao tema.

Amigos de Cuiabá, vamos ajudar nossa irmã Adrielly. Contatem a Cruz Vermelha, na avenida Rubens de Mendonça (do CPA), ao lado do Comando Geral da PM. Telefone: 3641-2629.


Família de deficiente quer ajuda
ALECY ALVES
Da Reportagem

A pequena Adrielly Conceição Melo, de 9 anos, está precisando de ajuda com urgência. Deficiente mental, a menina apresenta altos níveis de desnutrição por causa da dificuldade de se alimentar via oral.

Na tentativa de suprir a carência de nutrientes em seu organismo, um médico lhe receitou o leite especial Nutren Júnior, uma espécie de suplemento alimentar. Acontece que os pais de Adrielly, Justina Conceição Melo e Josino Cruz Melo, não podem pagar pouco mais de R$ 40 por cada lata do produto, com 400 gramas.

Para atender as necessidades da filha seriam necessários mais de R$ 200 ao mês somente para esse suplemento. Ela também precisa de fraldas descartáveis, cerca de 120 ao mês. Adrielly terá de fazer, o mais rápido possível, uma consulta com pediatra e exames, já indicados por um clínico geral, para verificar a suspeita de refluxo (doença do sistema gastroesofágico).

O pai disse que até mês passado morava com a mulher e outros quatro filhos em um sítio na região de Rosário Oeste, mas não tem profissão definida, vive de “bicos”. Em Cuiabá, o máximo que tem conseguido é trabalhar uma vez o outra como auxiliar de pedreiro.

Já a mãe, dona Justina, se dedica exclusivamente aos cuidados de Adrielly e dos outros quatro filhos. Justina contou que teve complicações no parto e a filha passou da hora de nascer. Sem oxigênio no cérebro, a pequena não se desenvolveu, continua sendo um bebê. Ela não fala, não anda e precisa ser alimentada cotidianamente pela mãe.

Longe da assistência médica e social necessária no sítio onde moravam, Justina e Josino chegaram a se mudar para a cidade de Rosário Oeste. Lá, também não tinham o atendimento médico especializado, o que motivou a mudança para Cuiabá.

Justina recordou que todas as vezes que precisam de uma consulta médica especializada, com pediatra e neurologista, por exemplo, viajavam a Cuiabá. Aqui, sem casa para morar, o casal e os cinco filhos estavam morando na casa dos pais de Josino, na localidade de Barreiro Branco, uma área de sítios a poucos quilômetros do bairro Jardim Vitória.

Ontem pela manhã, a presidente da Cruz Vermelha, Ester Bezerra Silva Santos, e voluntários da entidade fizeram uma visita à família de Adrielly levando alimentos básicos como arroz, feijão, macarrão e leite comum.

Ester explicou que a família já está sendo acompanhada pela Cruz Vermelha. A instituição, disse a presidente, pode oferecer alimentos básicos, mas não dispõe do leite especial prescrito pelo médico e não tem como fornecer, de maneira permanente, a quantidade necessária de fraldas. Portanto, precisa de doações para melhorar essa assistência.

Sobre os exames e a consulta médica, Ester disse que estão tentando viabilizar. A ideia, informou, é atender essa família emergencialmente enquanto adotam outras providências para que a menina comece a ser assistida dentro dos sistemas públicos de saúde e assistência social.

Ajuda para Adrielly e sua família pode ser direcionada a Cruz Vermelha, na avenida Rubens de Mendonça (do CPA), ao lado do Comando Geral da PM. Telefone: 3641-2629.

Fonte: http://www.diariodecuiaba.com.br/detalhe.php?cod=389935

Famosa marca de fraldas descartáveis é alvo de muitas críticas por apresentarem falhas sérias em seu uso.


Domingo, 20 de Março de 2011 - 17:42
Guarulhos – SP

Velcro da fralda
" Quero registrar uma reclamação sobre as fraldas pompom, pois ganhei vários pacotes de fraldas de muitas marcas, no meu chá de bebe, e só tive problemas com as fraldas pompom, pois dois pacotes que ganhei nao estou conseguindo usar, pois o velcro está grudado na fralda e quando desgrudo o pedaço de velcro desgruda ficando inutilizavel, fiquei muito nervosa, pois estava no meio da troca quando percebi o que ia acontecer, peguei outra fralda o mesmo aconteceu, precisei chamar meu marido para pegar outro pacote, de outra marca, para poder terminar a troca. Estou muito decepcionada, minna filha tem 7 meses, ainda usará muita fralda, mas não será da marca pompom. Obrigada. Karina Santos ."
Vejam no link abaixo outras reclamações sobre o mesmo produto. São várias, imaginem no mercado como um todo!

domingo, 20 de março de 2011

A importância do Zinco para a saúde humana.

Chegou à vez do Zinco! – Conheça os benefícios desse suplemento
Pesquisas feitas há um mês mostraram que um comprimido, tablete ou xarope de zinco tomado em até 24 horas depois do primeiro espirro poderia aliviar os sintomas e diminuir a duração da gripe. E alimentos tidos como afrodisíacos como ostras e chocolate tiveram seu alto nível de zinco enfatizado.
O Zinco é um mineral importante, sendo essencial para que inúmeras reações químicas ocorram no organismo. Ele está presente em mais de 300 enzimas, intervém no funcionamento de certos hormônios, é indispensável à síntese de proteínas, à reprodução e ao funcionamento normal do sistema imune.
Segundo a nutricionista Thais Souza, da Rede Mundo Verde, o zinco é necessário para a diferenciação das células do sistema imunológico, diferencia os linfócitos que percebem o invasor em células que o atacam e eliminam.
A deficiência de zinco está associada a uma maior susceptibilidade às infecções virais, uma vez que o zinco interfere na síntese das imunoglobulinas e na manutenção da função imune.
De acordo com a especialista, o zinco desempenha importante papel na reprodução, necessário para ovulação, produção e maturação do esperma e fertilização. A deficiência de zinco pode levar a diminuição do desejo sexual em mulheres e impotência nos homens.
A deficiência de zinco também é prejudicial para o paladar e digestão que acarreta redução da percepção do gosto (hipogeusia), com isso ocorre redução do apetite e a ingestão alimentar será prejudicada. O zinco apresenta ainda importante ação no processo digestório, pois auxilia na produção de ácido clorídrico, além de formar várias enzimas envolvidas na digestão dos alimentos.
O zinco participa da formação de uma enzima cujo desequilíbrio pode ocasionar distúrbios de atenção. Podem ser observados sintomas como: diminuição de memória, concentração e convulsões. Em casos mais graves de deficiência podem ocorrer distúrbios de comportamento. “ O zinco é fundamental para o adequado crescimento e desenvolvimento de crianças, sua deficiência pode acarretar diminuição da atividade motora, do desenvolvimento cognitivo e da massa óssea”, afirma Thais.
Os alimentos fontes de zinco são Grão de bico e leguminosas (ervilha, lentilha, feijões), semente de abóbora, cereais integrais, oleaginosas como a castanha do Brasil, de caju e amêndoas, gergelim e o tahine que é a pasta de gergelim prensado.
O poder do zinco para a saúde.: Zinco e osteoporose- O zinco promove aumento da atividade da vitamina D e é essencial para a formação óssea. A deficiência de zinco durante o crescimento pode prejudicar o acúmulo de massa óssea, também aumenta o risco de desenvolvimento de osteoporose, pois pode levar a queda significativa da massa óssea.
Zinco e diabetes- O zinco é um componente da insulina, atua como regulador da atividade da mesma. O zinco estimula a insulina a se ligar em receptores das membranas celulares, o que promove a entrada da glicose na célula.
Zinco, pele e unhas- Nutriente necessário para a cicatrização e produção de colágeno, proteína que dá sustentação a pele, está relacionado à manutenção de uma pele saudável. Sua deficiência pode ocasionar lesões na pele, má cicatrização, acne, manchas brancas nas unhas, entre outros problemas. Além disso, apresenta ação antioxidante, por isso está relacionado à prevenção do envelhecimento precoce da pele.
Fonte: http://www.revistafator.com.br/ver_noticia.php?not=150526

O sucesso de Lucretin é um grande exemplo da capacidade que a Hypermarca tem de transformar marcas pouco rentáveis em marcas de sucesso.

Lucretin inova em sua linha e lança produtos inéditos no mercado
Marca de higiene íntima feminina desenvolveu produtos específicos para cada fase da vida da mulher.
A vida de uma mulher é marcada por diversas fases. Na adolescência, as meninas querem balada e agitação. Na vida adulta, estabilidade. Já na gestação, muito carinho e, na maturidade, paz e sossego. Como usar durante toda a vida um único produto com etapas tão específicas e diferentes? A mulher é a mesma, mas as necessidades mudam bastante com o tempo.
O mesmo acontece com a região íntima, que apresenta características diferentes e necessidades especiais em cada uma das etapas da vida, principalmente em função de variações hormonais. Lucretin, marca consagrada em cuidados íntimos femininos, é a única que entendeu que é preciso um produto específico para cada uma dessas fases, incluindo a gestação e a maturidade, com os inéditos Lucretin Gestante e Lucretin Mature.
De acordo com o Dr. Cesar Fernandes, Presidente da SOGESP (Associação de Ginecologia e Obstetrícia do Estado de São Paulo), é importante considerar as variações das características do corpo da mulher, ao longo das diferentes fases da vida, e sua influencia nos produtos para higiene íntima: “A despeito das recomendações para a correta formulação dos produtos de higiene íntima, cabe considerar que existem as peculiaridades de cada etapa da vida feminina que precisam ser consideradas”.
As novidades de Lucretin para cada uma dessas fases - Lucretin Shiny Star – Indicado para a fase da puberdade, quando se inicia a produção de certos hormônios, como o estrogênio. É nesse período que o corpo da adolescente se transforma no da mulher. Na região íntima, é formada a flora vaginal e o pH fica mais ácido. Para essa fase a novidade é Lucretin Shiny Star, com nova fórmula e embalagem para as meninas brilharem até embaixo do chuveiro.
Lucretin Mulher – Na fase adulta a região íntima possui uma flora vaginal totalmente formada, uma espécie de barreira natural contra bactérias e outros elementos patogênicos. É a mulher atingindo a estabilidade. Para esse período foi desenvolvido com exclusividade Lucretin Mulher, com novas embalagens e fórmula com pH ácido que ajuda a preservar as defesas naturais. O produto está disponível em duas fragrâncias: Floral e Chá verde.
Lucretin Gestante – Na gestação os níveis hormonais estão flutuantes e é muito comum o aparecimento de corrimentos, infecções genitais, ardores e aumento do risco de candidíase vulvo-vaginal. Por isso, a higiene íntima correta se torna mais importante ainda. Para essa fase é fundamental evitar ao máximo o aparecimento de alergias, e por isso é indicado o uso de produtos mais suaves. Lucretin Gestante, produto inédito no mercado, não tem conservantes e apresenta fórmula mais suave para a região íntima nessa etapa tão especial.
Lucretin Mature – Já na menopausa, as mudanças hormonais trazem uma diminuição da hidratação e da elasticidade da pele da região genital, que se torna mais propensa à irritação e a infecções, aumentando a necessidade de uma higiene íntima correta. O pH fica próximo de neutro. Para essa fase, Lucretin lança Lucretin Mature, um produto também inédito, com pH neutro e fórmula hidratante.
De acordo com os dados do IBGE, 3% de toda a população brasileira feminina estará no período da gestação apenas em 2011, e 25% desta população estará no período da maturidade em 2011 – passando exatamente pelas fases específicas dos dois lançamentos inéditos de Lucretin: Lucretin Gestante e Lucretin Mature.
A linha é complementada pelos Lenços Umedecidos Lucretin, que trazem praticidade e a possibilidade de uma higiene íntima mais adequada no dia a dia. Com textura exclusiva, máxima absorção e toque extramacio, os Lenços Umedecidos Lucretin agora têm o formato menor e podem ser levados para todos os lugares, com tamanho ideal para carregar na bolsa.
Segundo Gabriela Garcia, Diretora Executiva da Hypermarcas, detentora de Lucretin, os investimentos realizados na linha de produtos da marca estão em conformidade com a expansão do segmento. “Depois de pesquisarmos esta categoria em várias ocasiões e ouvirmos a opinião das consumidoras, percebemos que precisávamos inovar e atender especificamente a cada uma das fases da mulher. Chegamos a um produto inovador e vencedor que atende a cada uma delas.”, conclui a executiva.
Todos os produtos da linha Lucretin podem ser usados diariamente e possuem fórmulas com ácido lático, hipoalergênicas e ginecologicamente testadas, além de fragrâncias suaves e agradáveis, com o melhor custo-benefício da categoria.
Lucretin- Há seis anos no mercado de sabonetes íntimos, a marca Lucretin desenvolveu produtos que cuidam da higiene íntima das mulheres em todas as fases de suas vidas. As fórmulas de seus sabonetes íntimos Lucretin Shiny Star, Mulher, Gestante e Mature contêm ácido lático e cuidam da região íntima de maneira especial em cada fase da vida, em linha com o pH natural, proporcionando uma higiene completa e uma sensação prolongada de frescor e bem-estar. A linha cosmética, composta também por lenços umedecidos para higiene íntima, é hipoalergênica e ginecologicamente testada e pode ser usada diariamente.
Fonte: http://www.revistafator.com.br/ver_noticia.php?not=150601

sexta-feira, 18 de março de 2011

Falta do medicamento ATAZANAVIR, responsabilidade do Governo Federal, é apenas mais um produto que falta para quem precisa.

Falta de medicamento para combater vírus da aids preocupa ONGs em SP
Elaine Patricia Cruz
Repórter da Agência Brasil
São Paulo – O medicamento atazanavir, usado por pacientes portadores do vírus HIV, está em falta em diversos pontos do país. O problema foi reconhecido hoje (17) pelo ministro da Saúde Alexandre Padilha e começa a preocupar pacientes com a doença e organizações não governamentais (ONG) voltadas ao trabalho de combate à aids.
“É [um problema] seríssimo. A gente tem que fazer a adesão à medicação. Uma vez que fazemos essa adesão, e fazemos uso da medicação, temos o direito de pedir essa medicação porque é isso que faz me manter vivo, estar em pé, trabalhando e ter uma vida normal”, disse Aguinaldo José Gomes, secretário de um departamento jurídico e soropositivo há 20 anos.
Desde 1996, por garantia da Lei 9.313, o tratamento da aids é assegurado pelo Sistema Único de Saúde (SUS) a qualquer cidadão com a doença. Segundo o presidente do Fórum de Organizações Não Governamentais de Aids do estado de São Paulo, Rodrigo Pinheiro, existem cerca de 600 mil portadores de HIV em todo o Brasil e, desse total, 200 mil fazem uso de antirretrovirais.
De acordo com o Ministério da Saúde, o atazanavir é um inibidor de protease, enzima importante para a maturação do vírus, e indicado no Brasil como uma das alternativas para estruturar o tratamento antirretroviral, apresentado tanto em cápsulas de 200 miligramas (mg) quanto em cápsulas de 300 mg. O que está em falta é o de 300 mg. O atazanavir é utilizado por 33 mil pacientes.
Segundo o médico infectologista Jean Gorinchteyn, do Hospital Emílio Ribas de São Paulo, não há problemas na substituição do medicamento. “O mais importante é que essa substituição ocorra de uma forma breve, sem que ocorra a interrupção dessa medicação. Tem que acontecer com substituições de medicações da mesma classe”, disse.
De acordo com o médico, normalmente os pacientes toleram bem a substituição da droga, mas há pessoas que têm resistência a determinadas medicações e, para evitar essas situações, todas as farmácias têm estoques mínimos para contemplar atender a esses pacientes.
Aguinaldo José Gomes afirmou ainda que o desabastecimento também pode provocar um problema de ordem psicológica nos pacientes. “Psicologicamente, isso é extremamente ruim porque esse paciente está muito adaptado. Então, quando isso acontece, a sensação que ele tem é de descontinuidade quando, na verdade, isso é uma inverdade, ele vai continuar a medicação”, afirmou o médico.
O problema no abastecimento do atazanavir, de acordo com o presidente do fórum, foi notado no mês passado. Uma nota técnica emitida pelo Ministério da Saúde na última segunda-feira (14) recomenda que o medicamento seja fracionado nos locais onde ele ainda estiver disponível ou substituído temporariamente por outro caso fosse observada sua falta completa. A nota técnica também informa que a previsão é que o fornecimento do atazanavir esteja regularizado até a última semana deste mês.
“A maior preocupação que temos quando falta um antirretroviral é a questão da adesão. Hoje, as pessoas que começam a fazer uso do medicamento precisam tomar esse medicamento de forma contínua, todos os dias. E quando falta esse medicamento ou quando se fraciona, isso prejudica muito a questão da adesão”, disse Pinheiro.
De acordo com ele, os problemas no abastecimento de medicamentos são recorrentes. No mês passado, segundo Pinheiro, houve falta do saquinavir. “Todo ano ocorrem problemas graves de desabastecimento. E falta transparência: não sabemos o verdadeiro motivo dessa falta”, afirmou.
Para Pinheiro, o problema do desabastecimento poderia ser solucionado se houvesse estoques reguladores de, pelo menos, três meses. “Se tivesse um estoque, poderia se suprir essa questão de abastecimento”, disse. Ao participar do Fórum ONGs de Aids em São Paulo, em janeiro deste ano, o ministro da Saúde Alexandre Padilha cogitou essa hipótese de formar um estoque regulador.
Para pacientes com HIV, a recomendação do médico é que eles não fiquem sem medicamento, e que procurem seus médicos ou unidades de saúde num prazo de 15 antes que os remédios acabem. “À medida que o paciente fica sem a medicação, ele vai precisar de um hiato de dois a três dias que, para ele, poderia acarretar prejuízo”, alertou.
A fabricante do medicamento, a Bristol-Myers Squibb, informou, por meio de nota, que está “trabalhando com o Programa Nacional de DST/Aids para garantir que o Reyataz [atazanavir] seja distribuído aos pacientes o mais rápido possível”. Segundo o laboratório, uma nova remessa do remédio deve chegar ainda hoje (17) ao Brasil. “Ressaltamos que não existem problemas na fabricação do produto e que não há intenções em descontinuar o medicamento”, informou.
Já o Ministério da Saúde, também por meio de nota, afirmou que não houve risco ao tratamento de nenhum paciente que utiliza antirretroviral e que se antecipou à dificuldade no abastecimento para recomendar a substituição do medicamento por outro.
O Ministério confirmou que o primeiro lote com 4,5 milhões de comprimidos de atazanavir chega hoje a Brasília e logo será enviado aos estados entre os dias 22 e 25 de março.
Sobre o saquinavir, o ministério informou que não houve desabastecimento, mas um remanejamento local dos estoques, e que a cobertura desse medicamento está garantida até a primeira quinzena de abril. O laboratório produtor do saquinavir deve fazer a entrega antecipada de parte do primeiro lote do medicamento na próxima semana.
Edição: Aécio Amado
Fonte: http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2011-03-17/falta-de-medicamento-para-combater-virus-da-aids-preocupa-ongs-em-sp

A casa caiu para Dr. Godofredo Borborema na rainha da Serra da Borborema na Paraíba. O Brasil está cheio de fatos semelhantes.


Médico Godofredo Borborema é transferido para o Serrotão e ficará em cela comum

Foto captada na WEB do site http://www.paraibaja.com.br/

O médico ortopedista Godofredo Borborema, acusado de cobrar dinheiro de pacientes para agilizar cirurgias pagas pelo Sistema Único de Saúde (SUS), foi transferido na tarde desta treça-feira (15), para o presídio do Serrotão. Ele foi alvo de um mandado de prisão expedido na segunda-feira pela Justiça, mas só se apresentou à noite.
Ontem a noite, após se apresentar, ele dormiu em uma cela especial na carceragem do 2º Batalhão da Polícia Militar, e agora responde a um interrogatório a portas fechadas, sem o acesso da imprensa.

Também nesta manhã, o Ministério Público Estadual em Campina Grande tem uma série de audiências com diretores dos hospitais públicos onde o esquema acontecia. O objetivo é verificar se eles tinham conhecido dos atos ilegais praticados nas unidades hospitalares e cobrar providências para reprimir o esquema.

Participam das reuniões a curadora de Saúde de Campina Grande, promotora Adriana Amorim, e o promotor Herbert Vitório, representante do Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público.

Acusações

Cinco pessoas foram alvos de mandados de prisão na Operação Hipócrates. Dentre elas, estão detidos o médico Godofredo Borborema e o despachante José Ismar de Lima, que trabalhava com o seguro de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Via Terrestre (DPVAT). Estão foragidas a técnica de enfermagem Maria José Jordão, de 32 anos; a recepcionista do hospital Pedro I Eliane Dantas e o motorista do médico, José de Anchieta Pessoa de Oliveira, 50 anos

Eles são acusados do crime de concussão, ou seja, extorsão cometida por um funcionário público. Eles também podem ser acusados do crime de formação de quadrilha. A prisão temporária corresponde a cinco dias de reclusão, prorrogáveis por mais cinco.

Durante as investigações, o Ministério Público e a Polícia Civil apuraram que o grupo atuava fraudando o seguro DPVAT e convencendo pacientes a pagarem para que o médico agilizasse a realização de suas cirurgias pelo SUS. Além disso, os pacientes seriam induzidos a adquirir produtos ortopédicos para suas reabilitações na loja do médico Godofredo Borborema.

quinta-feira, 17 de março de 2011

A Medtronic, líder mundial em tecnologias médicas, entrou mais uma vez para a lista das 100 Melhores Empresas Cidadãs (100 Best Corporate Citizens). Será que sua relação com médicos através de seus distribuidores pode ser publicada?


Medtronic está entre as 100 Melhores Empresas Cidadãs
Empresa subiu 11 posições em relação a 2010 e conquista a 66ª colocação.
A Medtronic, líder mundial em tecnologias médicas, entrou mais uma vez para a lista das 100 Melhores Empresas Cidadãs (100 Best Corporate Citizens) publicada pela revista norte americana Corporate Responsability. Este ano a Medtronic subiu 11 posições em relação a 2010 e conquistou a 66ª colocação.
A classificação no ranking é baseada em informações publicamente disponíveis e considera mais de 360 dados referentes a cinco elementos da responsabilidade social, que incluem meio ambiente, direitos humanos, relações trabalhistas, filantropia e governança corporativa e financeira.
"Estamos muito contentes com o constante reconhecimento dos nossos esforços em cidadania", disse Bill Hawkins, presidente e CEO da Medtronic. "Atuar como uma boa empresa cidadã sempre foi parte da missão da Medtronic, uma organização que emprega muitos de seus recursos para maximizar o valor social. Nossa ascensão na lista das 100 Melhores Empresas Cidadãs valoriza o nosso incessante progresso", afirma o executivo.
Em 2010, a Medtronic esteve presente no Dow Jones Sustainability Index América do Norte; FTSE4Good Index; Green Newsweek Rankings (37ª colocação) e Forbes America’s Most Reputable Companies (57ª colocação).
Perfil-A Medtronic é líder mundial em tecnologia médica, oferecendo, há mais de 60 anos, soluções para toda a vida a pacientes que sofrem de inúmeras doenças crônicas. Pesquisa, produz e comercializa produtos, terapias e serviços que contribuem para a melhoria e o prolongamento da vida das pessoas. Todos os anos milhões de pacientes se beneficiam da tecnologia Medtronic para aliviar a dor, restabelecer a saúde e prolongar a vida
Fonte: http://www.revistafator.com.br/ver_noticia.php?not=149802