Algumas
pessoas apresentam sensibilidade extrema na pele e não toleram tratamentos a
partir de ácidos ou opções mais agressivas. De acordo com a médica Dra. Daniele
Martins Lopes, diretora da clínica Pele & CIA, a alternativa que se mostra
eficaz para auxiliar tratamentos capilares é a fotobiomodulação de LED RED.
"A técnica é uma boa terapia auxiliar para a queda de cabelo, pois
utiliza-se de LEDs especiais que emitem radiação no comprimento de onda exato
para cada caso. A ação direta da luz especial tem a capacidade de penetrar nos
tecidos e chegar rapidamente até a célula", afirma médica.
A quantidade de sessões é variável de acordo com cada paciente, mas geralmente
o protocolo inicial indica um tratamento de 20 sessões, com procedimentos
realizados entre uma e duas vezes por semana. O LED estimula a raiz do cabelo,
aumentando o suprimento sanguíneo da região do couro cabeludo. "O
tratamento suaviza a perda de fios; diminui condições como dermatite seborréica
(caspa), coceiras e irritações; normaliza a produção de sebo e estimula a
aceleração do processo de crescimento dos fios", explica a especialista.
Segundo Dra. Daniele, o LED RED é uma opção não invasiva e que trata grandes
áreas com uma única aplicação - gerando agilidade e eficácia nos tratamentos:
"Os resultados ocorrem com efeito direto da irradiação luminosa, não por
conta do aquecimento. Por isso, define-se como uma técnica moderna e bastante
promissora para a dermatologia."
Outras vantagens do LED RED são: tratamento indolor, não apresenta restrição ao
tipo de pele e não danifica os tecidos subdérmicos. Serviço:
Pele & Cia Centro Dermatológico I www.pelecia.com.br Alameda Cabral, 45 - Centro, Curitiba -
PR, 80410-210
(41) 3076-3013
17/04/2014 - 14:33
De acordo com o relatório divulgado esta quinta-feira pelo IMS Institute for
Healthcare Informatics, as empresas de ciências da vida estão a adoptar novas
abordagens tecnológicas de forma a comercializar os seus produtos e reduzir
custos operacionais. A actual evolução tecnológica em ciências biológicas –
incluindo aplicações baseadas em clouds de armazenamento e aplicações
inteligentes em sistemas de integração analíticos – tem o potencial de conduzir
a uma mudança transformacional nos próximos três anos, no que diz respeito à
eficiência dos sistemas de saúde e dos tratamentos. A disponibilidade e a
adopção de ferramentas e serviços específicos de cuidados de saúde são
essenciais para acelerar esta oportunidade e obter maior lucro através de novas
fontes de informação em saúde para optimizar os resultados nos doentes.
O estudo - Riding the Information Technology Wave in Life Sciences:
Priorities, Pitfalls and Promise – revela que estas organizações estão a mudar
radicalmente a sua abordagem tecnológica de modo a alinhar as actividades
interfuncionais, optimizar as organizações e melhorar a eficácia e a agilidade
das equipas comerciais. Além disso, estão a ser direccionados novos
investimentos para um maior envolvimento com os doentes.
O relatório é resultado de um inquérito feito pela IMS Health a decisores
de áreas de TI, vendas, operações e gestão de 70 empresas de ciências da vida,
que foram questionados sobre o uso actual e planeado de soluções tecnológicas.
No geral, os inquiridos esperam uma contínua redução de custos por toda a
indústria, sendo que 40% apontam para cortes de mais de 10% nas suas
organizações, durante os próximos três anos. Por outro lado, 74% dos
participantes deste inquérito pretendem obter mais lucro através da afluência
de informações de saúde, incluindo registos médicos electrónicos (ERM) e outros
dados reais. Como prioridade, mais de 70% dos inquiridos referiram a
necessidade de aplicar novos investimentos em diversas áreas, como a gestão da
relação com o cliente, meios de comunicação social ou soluções integradas de
marketing multicanal.
“Entenderem os benefícios das novas tecnologias será uma prioridade para
todas as instituições científicas, visto que as abordagens comerciais
alteram-se consoante as exigências dos clientes e a necessidade crescente de
eficiência”, afirma Murray Aitken, director executivo do IMS Institute. “As
aplicações específicas para os cuidados de saúde, baseadas em cloud,
integradas, seguras e analiticamente poderosas, irão trazer uma vantagem
substancial para estas organizações e consequentemente para os doentes e o
sistema de saúde em geral.
As ideias principais do relatório incluem o seguinte:
• As maiores companhias farmacêuticas a nível mundial terão de reduzir os
custos operacionais em 36 mil milhões de dólares, anualmente, até 2017, de
forma a manter as margens operacionais e os níveis actuais de actividades de
I&D. A pressão relacionada com as margens operacionais deverá aumentar
assim que as companhias enfrentarem um aumento de custos, ao mesmo tempo que os
preços dos medicamentos estão a ser reduzidos. Com a taxa de inflação de custos
de I&D nos 5% anuais, as organizações necessitam de reduzir outros custos
para manter as margens. Apesar dos cortes variarem entre as companhias, é
provável que se comece pelos custos nas vendas, em marketing e em
administração, que perfazem aproximadamente 30% das vendas online. 87% das
pessoas que responderam ao inquérito afirmam que as suas organizações
comerciais estão a ser optimizadas através de várias abordagens, incluindo
insourcing e outsourcing selectivo, transporte de recursos e implementação de
soluções tecnológicas anteriormente não disponíveis.
• As empresas vêem a interoperabilidade dos sistemas tecnológicos como uma
necessidade crítica e urgente. Como as aplicações e os sistemas tecnológicos
dentro da área da biologia multiplicaram durante a última década, muitas vezes
mantêm-se ineficientes. De acordo com 85% dos entrevistados, os sistemas
integrados como uma necessidade para a optimização das organizações, são cada
vez mais vistos como um meio para melhorar a velocidade do fluxo de informação,
eliminar diferentes interpretações de dados entre os departamentos, reduzir os
custos de fornecedores a gerir manuais de dados. As companhias procuram estas
abordagens pré-definidas e baseadas em cloud como um meio para atingir um
sistema de eficiência empresarial.
• As empresas estão a enviar o seu armazenamento de dados primários para a
cloud e a investir em vendas e em marketing. Devido à sensibilidade dos dados
relativos a cuidados de saúde, o processo de adopção desta tecnologia pelas
instituições de saúde está a ser lento, comparativamente com outras indústrias.
As organizações estão a reunir esforços para que os fornecedores acelerem o
progresso do estabelecimento e manutenção de ambientes seguros para a recolha e
armazenamento de informações de saúde. 70% dos participantes expressaram a
necessidade de utilizar aplicações em cloud.
• A tecnologia permite que a indústria da saúde obtenha mais lucro através
de Big Data. Uma grande quantidade de dados de doentes anónimos está disponível
para análise em países com Sistema Nacional de Saúde; noutros países, a recolha
de registos médicos (EMR), reclamações e outros dados, será essencial para a
criação de grupos de doentes representativos da população. Nos E.U.A, alguns
sistemas hospitalares estão a colaborar com a recolha de dados para análise com
o objectivo de redefinir o tratamento de algoritmos para alcançar o melhor
resultado possível para o paciente. A capacidade das instituições de saúde
beneficiarem destas fontes de dados é actualmente limitada devido à falta de
formatos consistentes e padrões de privacidade entre os fornecedores de
serviços em cloud. Está a ser obtido um progresso para facilitar o acesso a
armazéns partilhados na nuvem que podem ser usados por múltiplos stakeholders
para assim examinar o peso da doença e o valor dos medicamentos.
• Os sistemas analíticos criados para interpretar e criar insights não
acompanharam o ritmo da quantidade crescente e abundante de dados gerados ou
acedidos por empresas de ciências. À medida que a competição entre instituições
biológicas aumenta e um conjunto de novos medicamentos é dirigido a populações
de doentes-alvo relativamente pequenas, os sistemas analíticos são essenciais
para ajudar a trazer medicamentos mais adequados a esses doentes e seus
médicos. A implementação destes sistemas acelera o processo de melhoria dos
resultados de saúde, ao mesmo tempo que traz mais eficiência para todo o
sistema de saúde. Contudo, analisar um grande conjunto de dados observacionais,
requer experiência clínica que é muitas vezes altamente especializada. As
aplicações em cloud, que traduzem doenças complexas em descrições
pré-definidas, permitem aos não-especialistas uma análise mais profunda.
• Novas aplicações para telemóveis, tanto para doentes como médicos, são
vistas como cada vez mais importantes para fortalecer o compromisso com os
cuidados de saúde. Assim como as companhias científicas concentram-se em meios
inovadores para adicionar valor e serviços aos seus clientes, as aplicações de
telemóvel são susceptíveis de desempenhar um importante papel no que diz
respeito a manter os doentes mais interessados na sua própria saúde,
facilitando a comunicação entre doentes e profissionais de saúde e a entrega de
informação útil e direccionada aos médicos e às entidades pagadoras.
Aproximadamente 60% dos inquiridos classificou as aplicações para doentes como
extremamente ou muito importantes para enfrentar os desafios comerciais,
enquanto 69% atribuíram a mesma importância a investimentos em aplicações
médicas.
Actualmente, as aplicações para os médicos e outros profissionais de saúde,
podem oferecer ajuda no diagnóstico de medicamentos e treino para ajudar nas
tomadas de decisão, assim como uma calculadora de doses e acesso baseado na
internet para informação sobre medicamentos específicos.
A versão completa do relatório, incluindo uma descrição completa da
metodologia, está disponível em www.theimsinstitute.org. Está também
disponível como app no iTunes em https://itunes.apple.com/app/ims-institute/id625347542.
Este Estudo foi produzido de forma independente, como um serviço público, sem
financiamento da indústria ou de entidades governamentais.
Sobre o IMS Institute
for Healthcare Informatics
O IMS Institute for Healthcare Informatics fornece aos decisores das políticas
fundamentais no sector global da saúde, insights únicos e transformacionais
relacionados com cuidados de saúde, derivados da análise de informação. É uma
entidade de investigação de âmbito global que colabora com profissionais
externos da área da saúde e com o sector público e privado para aplicarem
objectivamente as informações globais disponibilizadas pela IMS Health.
Sobre a IMS Health
A IMS Health é uma empresa de Consultoria Internacional em marketing
farmacêutico, líder mundial no fornecimento de soluções de informação para a
indústria farmacêutica e de saúde, com um portefólio de serviços de business
intelligence e consulting solutions. Estão presentes em mais de 100 países e
têm mais de 7.700 colaboradores a nível mundial. http://www.imshealth.com
05/03/2014Médicos e doentes podem estar ligados através de uma nova aplicação
informática, a linkedcare, apresentada no final de Setembro do ano passado em
Portugal. Para aceder à aplicação, basta uma inscrição, que é gratuita. Desde o
seu lançamento, o feedback e a adesão dos médicos ultrapassou as expectativas e
o número de utilizadores que se registam na linkedcare continua a crescer
diariamente. O RCM Pharma falou com Hans-Erhard Reiter e Nuno Pacheco, os
"pais" da linkedcare, para conhecer melhor esta aplicação inovadora e
ficou a conhecer os seus planos para o futuro: Irlanda, Brasil e EUA estão na
mira, nos próximos 12 a 18 meses. RCM Pharma: O que é a linkedcare?
Hans-Erhard Reiter: É uma plataforma de comunicação e informação que liga
pacientes e médicos (mas vai incluir todos os principais actores do sector da
saúde). Foi fundada em Abril de 2011 por mim [Hans-Erhard Reiter] e pelo Nuno
Pacheco e permite que os médicos façam a gestão de toda a sua prática de forma
integrada, ao mesmo tempo que ficam mais próximos dos seus pacientes. A
linkedcare foi desenvolvida e testada de forma próxima com os médicos, para
permitir que ganhem mais controlo sobre a sua prática e para que possam
acompanhar os seus pacientes de forma próxima e personalizada.
RCM Pharma: Como surgiu a ideia para criar a
aplicação linkedcare?
Hans-Erhard Reiter: Os fundadores analisaram os problemas do sector da saúde em
todo o mundo, tentando perceber os obstáculos que existem para a implementação
do mHealth. A conclusão foi que há uma necessidade para soluções que vão muito
para além do mHealth - foi assim que nasceu a linkedcare.
RCM Pharma: A quem se dirige? Quais as mais
valias?
Hans-Erhard Reiter: Em primeiro lugar aos cidadãos e aos médicos e depois a
todos os que têm interesse em tornar os sistemas de saúde sustentáveis, em melhorar
a qualidade de serviço (no que diz respeito aos processos), e em melhorar o
estado da saúde dos cidadãos em geral, criando uma consciência elevada acerca
de assuntos de bem-estar e de saúde.
RCM Pharma: Quais são os custos associados à utilização da plataforma?
Nuno Pacheco: Para cidadãos e médicos a utilização da plataforma será sempre
gratuita. RCM Pharma: Quantos utilizadores têm registados desde o seu lançamento?
Nuno Pacheco: O feedback e a adesão dos médicos ultrapassou as nossas
expectativas e o número de utilizadores que se registam na linkedcare
diariamente continua a crescer. Do segmento que a linkedcare endereçou, até
agora já foi alcançada uma quota de 15%. RCM Pharma: Qual o objectivo a médio prazo/longo prazo em termos de clientes e
médicos?
Nuno Pacheco: O objectivo é chegar a dezenas de milhares de médicos, somando
vários países, e a milhões de cidadãos. RCM Pharma: Quais as especialidades mais procuradas e quais as que estão
disponíveis?
Nuno Pacheco: Conforme o segmento alvo inicial, os médicos de clínica geral e
familiar representam a maioria, sendo que a aplicação tem já inúmeros registos
de cardiologistas, cirurgiões, internistas, dentistas e anestesiologistas. A
linkedcare na sua versão básica serve também muito bem outras especialidades e
ao longo deste ano e do próximo existirão funcionalidades específicas para as
diferentes especialidades. RCM Pharma: Existem planos para lançar a linkedcare noutros países?
Hans-Erhard Reiter: Vamos nos próximos 12 a 18 meses lançar a aplicação em mais
três países: Irlanda, Brasil e EUA. RCM Pharma: Qual foi o investimento necessário para lançar o projecto?
Hans-Erhard Reiter: Até ao final de 2013 o investimento total foi de 2,1
milhões de euros